Os membros do Monty Python - Michael Palin, John Cleese, Terry Jones, Terry Gilliam e Eric Idle - vão trabalhar juntos em Absolutely Anything, uma mistura de CGI e live-action que Jones dirige, segundo a Variety.
O filme será baseado em um roteiro que Jones e Gavin Scott (Pequenos Guerreiros) desenvolvem há duas décadas. Na trama, os Pythons remanescentes vão dublar um grupo de alienígenas que presenteia um terráqueo com o poder de fazer "absolutamente nada", apenas para ver o caos que a falsa onipotência pode gerar. O filme também terá um cachorro falante, Dennis, que será dublado por Robin Williams.
Segundo Jones - que codirigiu Em Busca do Cálice Sagrado com Gilliam e dirigiu os outros dois filmes do grupo, A Vida de Brian e O Sentido da Vida - "Não se trata de um filme do Monty Python, mas certamente terá a mesma sensibilidade".
Mike Medavoy (A Vida de Brian) produz, junto com David Thwaites e Chris Chesser. Gillian, Cleese e Palin já confirmaram suas participações e agora os produtores tentam convencer Idle. A produção deve começar a ser rodada no segundo trimestre deste ano.
Em junho do ano passado, foi anunciado que as vozes dos Pythons estariam em outra animação, A Liar's Autobiography, uma homenagem ao integrante falecido em 1989, Graham Chapman. O filme atualmente se encontra em fase de pós-produção e será exibido apenas na TV e online, pela operadora Epix, que ajudou a financiar o longa.
A última vez que o grupo dividiu a mesma cena foi em 1998, no Festival de Comédia de Aspen, incluindo Chapman, que esteve presente no evento dentro de uma urna contendo suas cinzas. Assista ao vídeo do encontro:
Impagável o humor deles. Se todos soubessem rir de si mesmos assim, a vida seria tão mais boa...
[Fonte: Omelete]
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Curtindo a Vida Adoidado - Matthew Broderick reprisa o papel de Ferris Bueller
Aos 44 anos, Matthew Broderick reprisa situações de seu papel mais famoso no cinema, Ferris Bueller, em um comercial de TV do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano.
O comercial é da Honda e tem direção de Todd Phillips, responsável pela franquia Se Beber, Não Case!. Veja abaixo as cenas clássicas de Curtindo a Vida Adoidado, quase 25 anos depois, trocando a escola do original pelo trabalho. "Como eu poderia aguentar trabalhar em dia um dia como hoje?"
[Fonte: Omelete]
O comercial é da Honda e tem direção de Todd Phillips, responsável pela franquia Se Beber, Não Case!. Veja abaixo as cenas clássicas de Curtindo a Vida Adoidado, quase 25 anos depois, trocando a escola do original pelo trabalho. "Como eu poderia aguentar trabalhar em dia um dia como hoje?"
[Fonte: Omelete]
UFC Bubble heads
Se alguma alma caridosa quiser me dar um presente, estão aí algumas (boas) dicas para um aficcionado por MMA como eu. rsrs
What are you doing new years eve?
Qualquer vídeo que remeta ao filme (500) Dias com Ela já está valendo para eu postar aqui. E não é que a dupla Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt do referido filme se reuniu para uma cantoria?
Segue abaixo:
É ou não é bom ver essa dupla?
Segue abaixo:
É ou não é bom ver essa dupla?
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
► Crônicas do David Coimbra - 20
Lendo a coluna do David Coimbra de hoje (sexta-feira, 13), me deparo com este texto. Ele foi muito feliz no que escreveu. E por isso que reproduzo aqui. Segue:
[AS COISAS QUE NÃO VOU ESCREVER SOBRE O RS]
Estava decidido a escrever que os gaúchos acreditam em bandidos e mocinhos. Que, para os gaúchos, a vida é um Gre-Nal. As coisas são boas ou más, certas ou erradas. É uma existência sem matizes, sem gradação. Tudo é branco ou preto. Donde, o entredevoramento histórico dos rio-grandenses. O governador do PT faz algo, o sucessor anti-PT vai lá e desfaz. E viceversa. O gaúcho acredita MESMO que alguém se alça ao poder só para praticar o Mal. Obviamente, o alguém que é do outro partido. Então, esse alguém não é digno de nenhuma colaboração, para ele só se reserva a oposição explícita e a sabotagem implícita. Pobre Olívio, pobre Yeda, pobres todos os que tentam construir algo no Rio Grande. Eles nunca são julgados com condescendência, para eles não existe a compreensão racional, média e fria. Não. Para eles só há o amor do simpatizante e o ódio do inimigo, e nenhum deles vale muito, porque ambos são incondicionais.
Também estava decidido a escrever sobre o regionalismo obtuso do gaúcho. Em muitos outros lugares do Brasil,como na Bahia, o regionalismo serve para universalizar a cultura, para levar a Bahia ao mundo. Aqui, serve para isolar o Estado do mundo. Não é regionalismo, é provincianismo. Dia desses, um jogador do Botafogo reclamou de um juiz gaúcho, desabafando:
– Eles nem querem fazer parte do Brasil...
Foi criticado pelos gaúchos que não viram,naquela manifestação inocente,o que o resto do Brasil vê nos gaúchos.
Estava decidido também a escrever que essas são as causas do estrondoso atraso do Rio Grande do Sul. Quem quer que visite outros Estados da federação se espanta com isso. As coisas, no Brasil, estão acontecendo. Aqui não. Aqui as estradas estão congestionadas, a Educação regride, as ruas se tornam mais perigosas e os projetos, quaisquer projetos, dormem décadas nas gavetas dos gabinetes. O Rio Grande do Sul ideologizado, ranzinza, rançoso, antropofágico, anda para trás.
Pois bem,estava decidido a escrever isso tudo,mas afinal resolvi que não.Resolvi escrever sobre o Rio Grande do Sul que funciona. Encontrei um. Está lá no alto, na Serra: o complexo Gramado & Canela.
Você pode não gostar de ir a Gramado,mas terá de reconhecer, se lá for: lá existe um movimento orgânico pelo bem comum. A comunidade inteira se envolve no projeto da cidade. Ou da região. A forma como você é tratado nos hotéis e restaurantes, a forma como os motoristas se comportam no trânsito, tudo faz parte de uma consciência coletiva. As pessoas, em Gramado e Canela, trabalham unidas por Gramado e Canela, numa comunhão do poder público com a iniciativa privada que é ágil e funcional. Como eles conseguiram? Como criaram esse oásis de entendimento nesse deserto de eterna oposição? Temos de descobrir isso. Temos de estudar esse fenômeno. Então, talvez haja uma esperança de vida jovem para esse reumático Rio Grande do Sul.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
[AS COISAS QUE NÃO VOU ESCREVER SOBRE O RS]
Estava decidido a escrever que os gaúchos acreditam em bandidos e mocinhos. Que, para os gaúchos, a vida é um Gre-Nal. As coisas são boas ou más, certas ou erradas. É uma existência sem matizes, sem gradação. Tudo é branco ou preto. Donde, o entredevoramento histórico dos rio-grandenses. O governador do PT faz algo, o sucessor anti-PT vai lá e desfaz. E viceversa. O gaúcho acredita MESMO que alguém se alça ao poder só para praticar o Mal. Obviamente, o alguém que é do outro partido. Então, esse alguém não é digno de nenhuma colaboração, para ele só se reserva a oposição explícita e a sabotagem implícita. Pobre Olívio, pobre Yeda, pobres todos os que tentam construir algo no Rio Grande. Eles nunca são julgados com condescendência, para eles não existe a compreensão racional, média e fria. Não. Para eles só há o amor do simpatizante e o ódio do inimigo, e nenhum deles vale muito, porque ambos são incondicionais.
Também estava decidido a escrever sobre o regionalismo obtuso do gaúcho. Em muitos outros lugares do Brasil,como na Bahia, o regionalismo serve para universalizar a cultura, para levar a Bahia ao mundo. Aqui, serve para isolar o Estado do mundo. Não é regionalismo, é provincianismo. Dia desses, um jogador do Botafogo reclamou de um juiz gaúcho, desabafando:
– Eles nem querem fazer parte do Brasil...
Foi criticado pelos gaúchos que não viram,naquela manifestação inocente,o que o resto do Brasil vê nos gaúchos.
Estava decidido também a escrever que essas são as causas do estrondoso atraso do Rio Grande do Sul. Quem quer que visite outros Estados da federação se espanta com isso. As coisas, no Brasil, estão acontecendo. Aqui não. Aqui as estradas estão congestionadas, a Educação regride, as ruas se tornam mais perigosas e os projetos, quaisquer projetos, dormem décadas nas gavetas dos gabinetes. O Rio Grande do Sul ideologizado, ranzinza, rançoso, antropofágico, anda para trás.
Pois bem,estava decidido a escrever isso tudo,mas afinal resolvi que não.Resolvi escrever sobre o Rio Grande do Sul que funciona. Encontrei um. Está lá no alto, na Serra: o complexo Gramado & Canela.
Você pode não gostar de ir a Gramado,mas terá de reconhecer, se lá for: lá existe um movimento orgânico pelo bem comum. A comunidade inteira se envolve no projeto da cidade. Ou da região. A forma como você é tratado nos hotéis e restaurantes, a forma como os motoristas se comportam no trânsito, tudo faz parte de uma consciência coletiva. As pessoas, em Gramado e Canela, trabalham unidas por Gramado e Canela, numa comunhão do poder público com a iniciativa privada que é ágil e funcional. Como eles conseguiram? Como criaram esse oásis de entendimento nesse deserto de eterna oposição? Temos de descobrir isso. Temos de estudar esse fenômeno. Então, talvez haja uma esperança de vida jovem para esse reumático Rio Grande do Sul.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Os bons são maioria
Dias antes do jogo entre Benfica e Sporting (1-0), a Coca-Cola decidiu pôr à prova a honestidade dos torcedores. No Estádio da Luz, perto das bilheteiras, foi deixada uma carteira no chão com um cartão de sócio do Sporting e um bilhete para o jogo do sábado.
O objetivo era verificar se as pessoas iriam devolver a carteira ou ficar com ela.
95% das pessoas devolveram a carteira, atitude que foi filmada por várias câmeras ocultas.
Para recompensar a honestidade daqueles que não se deixaram tentar, a Coca-Cola ofereceu um bilhete para o jogo.
No sábado, antes do apito inicial, o vídeo foi exibido nas telas gigantes do Estádio da Luz, perante os aplausos de mais de 60 mil pessoas.
Numa altura em que os portugueses se preparam para enfrentar inúmeras medidas de austeridade, a Coca-Cola quis divulgar uma mensagem diferente:
"Existem razões para acreditar num mundo melhor. Os bons são maioria."
O objetivo era verificar se as pessoas iriam devolver a carteira ou ficar com ela.
95% das pessoas devolveram a carteira, atitude que foi filmada por várias câmeras ocultas.
Para recompensar a honestidade daqueles que não se deixaram tentar, a Coca-Cola ofereceu um bilhete para o jogo.
No sábado, antes do apito inicial, o vídeo foi exibido nas telas gigantes do Estádio da Luz, perante os aplausos de mais de 60 mil pessoas.
Numa altura em que os portugueses se preparam para enfrentar inúmeras medidas de austeridade, a Coca-Cola quis divulgar uma mensagem diferente:
"Existem razões para acreditar num mundo melhor. Os bons são maioria."
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Versão zumbis para pôsters famosos
E se os cartazes de filmes fossem na versão "zumbi"? Como ficariam? Segue abaixo alguns exemplos:
[Fonte: Blue Bus]
[Fonte: Blue Bus]
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