









[Fonte: Kibeloco]
Aqui quem se dá mal é o capanga do vilão, interpretado pelo havaiano e ex-medalhista olímpico em levantamento de peso, Harold Sakata. A luta entre ele e Sean Connery no Fort Knox já é memorável, mas sua morte, eletrocutado segurando as abas de metal do seu chapéu cortante, chega a ser poética.
Leva o prêmio só pela expressão no rosto do fenomenal ator Henry Fonda depois de levar um tiro disparado por Charles Bronson. Aliás, é o único filme em que o pai de Jane trabalhou como bandido e deu um show de crueldade, matando criancinhas e maltratando deficientes.
Mais um olhar de desespero que merecia um Oscar. O cruel, ganancioso e divertidíssimo seqüestrador Hans cai do alto do Nakatomi Plaza com aquela cara de "Onde fui amarrar minha égua?"
O orelhudo dá a vida para salvar a nave Enterprise e a peruca do Capitão Kirk quase sai do lugar devido ao impacto emocional. Lágrimas caíram dos olhos de homens barbados e cheios de espinha.
O filme pode estar um pouco datado hoje, mas em 1979, ninguém esperava que aquele bicho nojento fosse sair do estômago de Kane, e bem na hora do jantar. O mesmo Hurt brincou com a cena na comédia SOS, Tem um Louco no Espaço, de Mel Brooks, anos depois.
O monstro digital, que conseguia ter mais expressão que os humanos no filme, cai dentro da lava do vulcão feliz da vida porque estava com seu precioso. O importante é morrer satisfeito, não é?
Na vida real e no cinema, o casal de assaltantes de bancos dos anos 30, Bonnie & Clyde, encontrou seu fim em uma emboscada numa estrada de terra. A polícia disparou tanto que só Clyde Barrow teve seu corpo perfurado por 28 balas antes de cair morto. Uma nova versão cinematográfica da história está sendo prometida para 2009.
Na seqüência inicial já é possível sentir o impacto do filme. Centenas e centenas de soldados explodindo, perdendo membros e pintando as praias da Normandia de vermelho. Depois dessa, aqueles antigos filmes de guerra que mostravam John Wayne de pé no barco durante a invasão viraram comédia.
Tremenda obra dramática sobre um prisioneiro no corredor da morte e o trabalho de uma freira para dar paz e ao mesmo tempo mostrar ao criminoso o mal que ele havia causado. O filme tem como ápice a cena da injeção letal. Com qualquer outra dupla de atores seria uma porcaria, mas Penn e Susan Sarandon mostram porque estão no Olimpo de Hollywood.
O personagem de Nicholson representava o questionamento e a rebeldia contra o poder vigente, no caso, uma enfermeira durona em um hospital psiquiátrico. Quando, para conter seus arroubos e a má influência sobre os outros detentos, os médicos lhe fazem uma lobotomia, um dos pacientes o sufoca com o travesseiro, arrebenta a janela com um bebedouro e foge. A cena é tão impactante que até os Simpsons já imitaram.
O filme é antigo pacas e foi refilmado duas vezes, mas quando o ator decadente resolve se suicidar para não prejudicar a carreira da esposa, uma estrela ascendente, o diretor mostra uma das cenas mais metafóricas e belas já filmadas. Só assistindo para ver.
O ex-chefe da Ilha da Fantasia e vilão do filme cai do alto do estádio do Dodgers, é atropelado por um caminhão, por um rolo compressor e a banda inteira da University of Southern California. E ainda vem o George Kennedy, parceiro de Leslie Nielsen, e diz "Não posso ver isso! Meu pai morreu assim!"
A comédia do grupo inglês chega às vias do surrealismo no meio do filme, quando um historiador começa a explicar a trajetória do Rei Arthur e é decapitado por um cavaleiro andante. Totalmente inesperada, a cena vai dar o gancho para o final do filme.
Já começa pelo cenário, uma floresta de espinhos com cores fantásticas. Depois a vilã, uma bruxa que dava show de sarcasmo e cinismo e que vira um dragão. Aí o Príncipe Felipe lança a "espada da verdade e da justiça" bem no coração do bicho. E ele cai em um desmoronamento. E soca Tchaikowski no fundo. Nem vem falar da mãe do Bambi ou do pai do Simba, porque a gente quer mesmo é sangue.
Já não bastava a animação mostrar que uma quantidade enorme de heróis foi eliminada desta vida e ainda nos premiar com o corpo decomposto de Gazerbeam, somos agraciados com o vilão encontrando seu singelo fim sendo sugado pela turbina de seu avião. Há 30 anos, o desenho teria censura 16 anos, no mínimo.
O filme tem uma atmosfera dark para combinar com o ambiente de Hogwarts, mas o cara em questão tem outro rosto na nuca e derrete quando o aprendiz de bruxo o toca. Enquanto isso, os pais ficam loucos da vida porque seus filhinhos vão querer dormir na sua cama naquela noite.
A cena do chuveiro do grande clássico de Alfred Hitchcock já se tornou lenda. A personagem Marion Crane é esfaqueada pelo esquisito Norman Bates no banho e nunca são mostrados a faca penetrando ou o corpo nu da vítima! Além disso,.a música de Bernard Herrmann ajuda você a grudar na cadeira.
Aí está um suspense que impressionava pelo elenco e pelos passamentos extremamente criativos. Este, bem para o final, é de arrepiar. Um fotógrafo pára para pegar suas chaves no meio da rua, enquanto um caminhão misteriosamente perde os freios em uma ladeira. Ao frear abruptamente, uma lâmina de vidro que estava em sua traseira voa e decepa a cabeça do coitado.
Outro grande exemplo de aliança entre música e terror, já que o tema em questão assusta até hoje. A mocinha entra na água, nada um pouquinho, e algo arranca suas pernas torneadas, para depois levá-la inteirinha a um passeio sem volta pelo reino de Ariel, a pequena sereia. O bicho só vai dar as caras lá pelo final do filme, mas você fica pelo menos um ano sem entrar no mar.
Puxando sardinha para nosso cinema, a morte do Baiano no filme de José Padilha é desde já antológica. O personagem de André Ramiro, o "aspira" Matias, vai acabar com a vida do traficante que suplica: "Na cara não, para não estragar o velório!" Bota na conta do Papa, Baiano!
Se tivesse um prêmio para a cena de morte mais nojenta e chocante do cinema, a do assassinato com extintor de incêndio seria indicada. A montagem é tão bem feita que o espectador não sabe diferenciar quando é a cabeça do ator esmagada ou quando passa ser a de um boneco. Sem contar a polêmica cena do estupro de Monica Bellucci. Mas daí já é outra história...
A morte do replicante Roy é inesquecível para os fãs do filme de Ridley Scott, de 1982. Ele encerra sua vida com um discurso poético: "Eu vi coisas que vocês humanos não acreditariam... Todos esses momentos serão perdidos no tempo como lágrimas na chuva! Hora de morrer!" De arrepiar.
O gorila gigante tem seu fim trágico no topo do Empire State, em Nova York. Atormentado pela multidão, pelos aviões e pelo amor/carinho de uma mulher, ele luta até o fim, mas cai aos pés dos pequenos homens. Uma comoção que marcou época.
Dentre todas as cenas deste filmaço e do magistral elenco, se sobressai a cena da morte de Malone. Se arrastando ensanguentado depois duma emboascada no próprio apartamento. Sean Connery tem talvez o melhor momento de sua carreira e mostra porque ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel.
Como escolher a melhor? Luca Brazzi sendo esganado? Sonny emboscado no pedágio? Michael vingando a tentativa de assassinato do pai? Ou seria todo o massacre final? O ideal é ficar com o filme por inteiro, considerado por muitos críticos, o melhor já feito até hoje e uma aula de cinema da primeira à ultima cena.
Uma maleta com os personagens dos Simpsons. Puta que pariu. Sou fã dos Simpsons e nem preciso dizer que me coçei pra não comprar. A maleta (na verdade são duas) vem com três séries de personagens, sendo que cada série (1ª, 2ª, 3ª) possui oito bonecos.