Esse e-mail corre como real pela internet, dizem que uma mulher fez um perfil num site de relacionamentos (não sei qual) pedindo um marido rico (!), e foi aí que um cara resolveu responder à ela. Só isso já vale a lida abaixo. O cara teve o timming perfeito dando uma resposta bem fundamentada e engraçada. Confiram:
***
[ELA]
"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe.
Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou esposas de gente que ganhe isso e possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso, e 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu chego ao nível dela?"
Rafaela S.
***
[ELE]
"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, não estou gastando o seu tempo, pois ganho mais de 500 mil por ano.
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: o que você oferece, visto da perspectiva de um homem como você procura, é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Proposta clara, sem entrelinhas.
Mas tem um problema. Com toda certeza, a sua beleza vai decair e um dia acabar, e o mais provável é que o meu dinheiro continue crescendo.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação, e eu sou um ativo rendendo dividendos. Você não somente sofre depreciação como essa depreciação é progressiva, sempre aumenta ! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5/10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano, e de repente, se você se comparar com uma foto de hoje, verá que já estará um caco. Isto é, você está hoje na "alta", na época ideal de ser vendida, não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street, quem a tem hoje deve tê-la em "trading position" (posição para comercializar), e não de "buy and hold" (compre e retenha), que é o para quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casamento (que é um "buy and hold") com você não é um bom negócio a médio/longo prazo, mas alugá-la pode ser, e, em termos sociais, um negócio razoável de que podemos cogitar é namorar. Cogitar...
Já cogitando, e para certificar-me do quão "articulada, com classe e maravilhosamente linda" você seja, eu, provável futuro locatário dessa "máquina", quero o que é de praxe: fazer um "test drive"...
Peço marcar."
Felipe H.
***
É mulherada, que coisa. rsrs
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
► Homens e Mulheres - 18
Como fã de CLOSER, e seguindo a linha dum outro post polêmico (de filmes) que já postei AQUI (e que inclusive tem Closer na lista), segue abaixo o diálogo entre Clive Owen e Julia Roberts numa cena do filme. Postzinho pra descontrair - ame-o ou odeio-o. Polêmico eu diria.
Mas pra quem é fã do filme assim como eu, irá lembrar desse diálogo que marca o filme. E para quem não viu, recomendo. Sem contar que o filme ainda conta com mais dois puta atores: Jude Law e Natalie Portman.
***
Cena no apartamento dos dois:
Anna: Por que você se vestiu?
Larry: Porque eu acho que você vai me deixar e eu não queria estar de roupão. Transei com alguém em Nova York. Uma prostituta. Desculpe.
Anna: Por que me contou?
Larry: Não podia mentir pra você.
Anna: Por que não?
Larry: Porque eu te amo.
Silêncio. Anna sai da porta da cozinha, onde estavam, e vai para perto do sofá, na sala.
Anna: Tudo bem.
Larry: Mesmo? Por quê?
Silêncio mais uma vez. Anna senta. Jurandir caminha até ela.
Larry: Tem alguma coisa errada. Fala. Vai me deixar?
Anna acena a cabeça tímida e positivamente.
Larry: Por causa disso?
Anna acena a cabeça tímida e negativamente.
Larry: Por quê?
Anna: Dan.
Larry: O Cupido? Ele é a nossa piada.
Anna: Eu o amo.
Larry: Andam se vendo?
Anna: Sim.
Larry: Desde quando?
Anna: Desde a minha vernissage no ano passado... Ai, eu sou repugnante.
Larry: Você é incrível. É tão inteligente. Por que se casou comigo?
Anna: Parei de vê-lo. Queria ser feliz com você.
Larry: Por que disse que queria filhos?
Anna: Por que eu queria.
Larry: E agora quer filhos com ele?
Anna: Sim. Sei lá.
Larry: Somos felizes. Não somos?
Anna não respondeu.
Larry: Você vai morar com ele?
Anna: Você pode ficar aqui.
Larry: Fodam-se as sobras. Fez de propósito. Me fez te amar pra se divertir. Por que não contou quando eu entrei?
Anna: Tive medo.
Larry: Você é uma covarde, sua vadia! Você se vestiu porque achou que eu ia te bater? Quem você acha que eu sou?
Anna: Já apanhei antes.
Larry: Não de mim! Ele trepa bem?
Anna: Não faça isso.
Ela foi pra cozinha. Ele foi atrás.
Larry: Vamos lá, responda! Ele é bom?
Anna: Sim.
Larry: Melhor que eu?
Anna: Diferente.
Larry: Melhor?
Anna: Mais gentil.
Larry: Como assim?
Anna: Ah, você sabe.
Larry: Diga.
Anna: Não.
Larry: Eu te trato como uma puta?
Anna: Às vezes.
Larry: Por que será?
Anna: Desculpe, você é...
Larry: Não diga isto! Não venha me dizer “Você é bom demais para mim.” Eu sou, mas não diga. Está cometendo o maior erro da sua vida. Vai me deixar porque acha que não merece ser feliz, mas você merece. Tomou banho porque tinha transado com ele? Para tirar o cheiro dele? Para se sentir menos culpada? Como se sente?
Anna: Culpada.
Larry: Você me amou alguma vez?
Anna: Sim.
Ela o abraçou. Ele chorou em seus braços. Ele se solta e volta pra sala com as mãos na cabeça
Larry: Vocês transaram aqui?
Anna: Não.
Larry: Por que não?
Anna: Queria que sim?
Larry: Só quero a verdade.
Anna: Sim, nós transamos aqui.
Larry: Onde?
Anna: Ali.
Larry: No sofá? Onde nós transamos pela primeira vez? Você pensou em mim?
Anna não respondeu.
Larry: Quando? Quando transaram aqui.
Ela continuou quieta.
Larry: Responda!
Anna: Essa noite.
Larry: Você gozou?
Anna: Por que você está fazendo isso?
Larry: Por que eu quero saber.
Ela saiu da sala e foi pro quarto pegar roupas de frio. Ele a seguiu.
Anna: Sim, eu gozei.
Larry: Quantas vezes?
Anna: Duas.
Larry: Como?
Anna: Ele me chupou, aí nós transamos.
Larry: Quem estava aonde?
Anna: Eu por cima e aí ele veio por trás.
Larry: Foi aí que gozou pela segunda vez?
Anna: O que importa o sexo?
Larry: É QUE EU SOU UM TROGLODITA! Você se masturba pra ele?
Anna: Sim!
Larry: Você masturba ele?
Anna: Às vezes.
Larry: Ele também?
Anna: Nós fazemos tudo que um casal normal que faz sexo faz!
Larry: Gosta de chupar ele?
Anna: Sim!
Larry: Gosta do pau dele?
Anna: Eu adoro!
Larry: E se ele goza na sua cara?
Anna: Também!
Larry: Qual o gosto?
Anna: Igual ao seu, só que mais doce!
Larry: Esse é o espírito, agradeço a sinceridade. Agora desapareça e morra. Sua vadia.
Mas pra quem é fã do filme assim como eu, irá lembrar desse diálogo que marca o filme. E para quem não viu, recomendo. Sem contar que o filme ainda conta com mais dois puta atores: Jude Law e Natalie Portman.
***
Cena no apartamento dos dois:
Anna: Por que você se vestiu?
Larry: Porque eu acho que você vai me deixar e eu não queria estar de roupão. Transei com alguém em Nova York. Uma prostituta. Desculpe.
Anna: Por que me contou?
Larry: Não podia mentir pra você.
Anna: Por que não?
Larry: Porque eu te amo.
Silêncio. Anna sai da porta da cozinha, onde estavam, e vai para perto do sofá, na sala.
Anna: Tudo bem.
Larry: Mesmo? Por quê?
Silêncio mais uma vez. Anna senta. Jurandir caminha até ela.
Larry: Tem alguma coisa errada. Fala. Vai me deixar?
Anna acena a cabeça tímida e positivamente.
Larry: Por causa disso?
Anna acena a cabeça tímida e negativamente.
Larry: Por quê?
Anna: Dan.
Larry: O Cupido? Ele é a nossa piada.
Anna: Eu o amo.
Larry: Andam se vendo?
Anna: Sim.
Larry: Desde quando?
Anna: Desde a minha vernissage no ano passado... Ai, eu sou repugnante.
Larry: Você é incrível. É tão inteligente. Por que se casou comigo?
Anna: Parei de vê-lo. Queria ser feliz com você.
Larry: Por que disse que queria filhos?
Anna: Por que eu queria.
Larry: E agora quer filhos com ele?
Anna: Sim. Sei lá.
Larry: Somos felizes. Não somos?
Anna não respondeu.
Larry: Você vai morar com ele?
Anna: Você pode ficar aqui.
Larry: Fodam-se as sobras. Fez de propósito. Me fez te amar pra se divertir. Por que não contou quando eu entrei?
Anna: Tive medo.
Larry: Você é uma covarde, sua vadia! Você se vestiu porque achou que eu ia te bater? Quem você acha que eu sou?
Anna: Já apanhei antes.
Larry: Não de mim! Ele trepa bem?
Anna: Não faça isso.
Ela foi pra cozinha. Ele foi atrás.
Larry: Vamos lá, responda! Ele é bom?
Anna: Sim.
Larry: Melhor que eu?
Anna: Diferente.
Larry: Melhor?
Anna: Mais gentil.
Larry: Como assim?
Anna: Ah, você sabe.
Larry: Diga.
Anna: Não.
Larry: Eu te trato como uma puta?
Anna: Às vezes.
Larry: Por que será?
Anna: Desculpe, você é...
Larry: Não diga isto! Não venha me dizer “Você é bom demais para mim.” Eu sou, mas não diga. Está cometendo o maior erro da sua vida. Vai me deixar porque acha que não merece ser feliz, mas você merece. Tomou banho porque tinha transado com ele? Para tirar o cheiro dele? Para se sentir menos culpada? Como se sente?
Anna: Culpada.
Larry: Você me amou alguma vez?
Anna: Sim.
Ela o abraçou. Ele chorou em seus braços. Ele se solta e volta pra sala com as mãos na cabeça
Larry: Vocês transaram aqui?
Anna: Não.
Larry: Por que não?
Anna: Queria que sim?
Larry: Só quero a verdade.
Anna: Sim, nós transamos aqui.
Larry: Onde?
Anna: Ali.
Larry: No sofá? Onde nós transamos pela primeira vez? Você pensou em mim?
Anna não respondeu.
Larry: Quando? Quando transaram aqui.
Ela continuou quieta.
Larry: Responda!
Anna: Essa noite.
Larry: Você gozou?
Anna: Por que você está fazendo isso?
Larry: Por que eu quero saber.
Ela saiu da sala e foi pro quarto pegar roupas de frio. Ele a seguiu.
Anna: Sim, eu gozei.
Larry: Quantas vezes?
Anna: Duas.
Larry: Como?
Anna: Ele me chupou, aí nós transamos.
Larry: Quem estava aonde?
Anna: Eu por cima e aí ele veio por trás.
Larry: Foi aí que gozou pela segunda vez?
Anna: O que importa o sexo?
Larry: É QUE EU SOU UM TROGLODITA! Você se masturba pra ele?
Anna: Sim!
Larry: Você masturba ele?
Anna: Às vezes.
Larry: Ele também?
Anna: Nós fazemos tudo que um casal normal que faz sexo faz!
Larry: Gosta de chupar ele?
Anna: Sim!
Larry: Gosta do pau dele?
Anna: Eu adoro!
Larry: E se ele goza na sua cara?
Anna: Também!
Larry: Qual o gosto?
Anna: Igual ao seu, só que mais doce!
Larry: Esse é o espírito, agradeço a sinceridade. Agora desapareça e morra. Sua vadia.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
► Vale conferir - 13 (Os Homens São de Marte... E É Pra Lá que Eu Vou!) / ► Homens e Mulheres - 17
Os Homens São de Marte... E É Pra lá que Eu Vou!Este é o nome de uma peça que está fazendo todo mundo (inclusive as mulheres, claro) ir ao teatro e conferir de que diabos afinal se trata esta peça.
Estrelada por Mônica Martelli, Os Homens São de Marte... E é pra lá que Eu Vou! já foi assistida por mais de 500 mil pessoas em mais de 1000 apresentações desde 2005 (um marco diga-se de passagem).
E hoje a peça chega à Porto Alegre. Com direção de Victor Garcia Peralta e com a própria Mônica de protagonista-solo, será no teatro do Bourbon Country (Túlio de Rose, 100 / Fone: (51) 3375-3720), às 21hs, hoje (quinta-feira / 23/04) e amanhã (sexta-feira / 24/04). Dois pontos a se destacar. Um positivo e um negativo. O negativo primeiro? A lotação pros dois dias já está esgotada. O positivo? Quem sabe pinta uma outra sessão extra e você poderá conferir (eu disse "quem sabe").
A história da peça? Claro, claro. Vamos a ela (rsrs):
O texto foi criado por Mônica em cima de situações que viu, viveu e ouviu no tempo que era solteira (ela tem 40 anos e está casada a sete). Em cena, a personagem Fernanda, 35 anos, jornalista formada que vira organizando festas de casamento, divaga sobre seus amores, que incluem um político, um playboy, um gay e um alternativo do sul da Bahia.
- Registrei essas histórias quase como um diário, porque, quando se está vivendo isso, não se acha graça alguma. Anos depois é que pensei que poderia render um espetáculo. Quase como uma crônica de quem busca o verdadeiro amor - diz Mônica. Minha geração procura o equilíbrio. Mulheres, e homens também, querem realizar-se sentimentalmente, ter família. E a Fernanda não tem vergonha de defender isso em cena.
Não vi a peça, não sei se terei oportunidade, mas em cima desse blá, blá, blá todo que estão fazendo em cima do texto dela, recomendo à todas mulheres. E porque não, homens também. Ou vocês não gostariam de entender um pouco mais sobre o que se passa na cabeça de uma mulher? Eu sim...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Homens e Mulheres - 16
Você, mulher que está me lendo.
Sim, você mesma.
Sua relação com seu rolo/namorado/marido anda morna? Pra não dizer uma m#%rda!?
Seu rolo/namorado/marido anda reclamando que você não acompanha o pique dele?
Suas calcinhas já estão à La Bridget Jones?
Você quer apimentar sua vida amorosa e sexual?
Seus problemas A-C-A-B-A-R-A-M!
Abaixo segue um link que irá elevar sua vida sexual à estratosfera.
Se o seu rolo/namorado/marido mesmo assim não te der bola, bom, então daí manda ele pastar e parte pra outro. =)
Sua felicidade dependerá de você ver o que contém neste site.
Se não, pode parar de me ler e esculachar o Cultura Pop sobre Tudo e Nada. rsrs
CLIQUE AQUI
Bom, eu não tô ganhando nada deste site, mas tudo que é bom eu recomendo.
Sem contar que err... hmmm... bom... eu... err... tenho fetiches por lingeries (PS: de ver A MULHER usando. Que fique BEM CLARO. rsrs)
Entrem no site, comprem, divulguem, façam suas amigas comprarem, espalhem a notícia e depois me digam se a coisa não evoluiu. Podem me cobrar.
E caso o site referido queira me mandar umas modelos junto com as lingeries para "experimentação", não vou reclamar nem um pouco. =)
Sim, você mesma.
Sua relação com seu rolo/namorado/marido anda morna? Pra não dizer uma m#%rda!?
Seu rolo/namorado/marido anda reclamando que você não acompanha o pique dele?
Suas calcinhas já estão à La Bridget Jones?
Você quer apimentar sua vida amorosa e sexual?
Seus problemas A-C-A-B-A-R-A-M!
Abaixo segue um link que irá elevar sua vida sexual à estratosfera.
Se o seu rolo/namorado/marido mesmo assim não te der bola, bom, então daí manda ele pastar e parte pra outro. =)
Sua felicidade dependerá de você ver o que contém neste site.
Se não, pode parar de me ler e esculachar o Cultura Pop sobre Tudo e Nada. rsrs
CLIQUE AQUI
Bom, eu não tô ganhando nada deste site, mas tudo que é bom eu recomendo.
Sem contar que err... hmmm... bom... eu... err... tenho fetiches por lingeries (PS: de ver A MULHER usando. Que fique BEM CLARO. rsrs)
Entrem no site, comprem, divulguem, façam suas amigas comprarem, espalhem a notícia e depois me digam se a coisa não evoluiu. Podem me cobrar.
E caso o site referido queira me mandar umas modelos junto com as lingeries para "experimentação", não vou reclamar nem um pouco. =)
sábado, 14 de fevereiro de 2009
► Homens e Mulheres - 15
Vocês já leram este post aqui mesmo no Cultura Pop sobre Tudo e Nada:
"... Já me perguntaram várias vezes o que uma mulher precisa pra ser promovida de ficante à namorada! Eu sei lá! Acontece e pronto! Mas abaixo listo alguns motivos reais porque acabamos (eu e os homens no geral, meus amigos, amigos de amigos, etc...) terminando com algumas gurias; muitas delas legais, mas que por um detalhezinho, não rolava!
Eu sei que alguns são motivos fúteis, mas não precisam queimar sutiãs por aí! Já aguentamos "defeitos" piores do que os listados quando gostávamos da pessoa! Sem química, qualquer coisa vira uma desculpa! Alguns exemplos são meus, outros deles, etc...
PS: levem na boa, meninas! Aprendam a rir e a levar na boa situações assim; até porque; aposto que devem ter umas 500 listas circulando por aí enumerando um "Não rolou namoro com ele porque..."! É ou não é?! rsrs*. Enfim..."
Pois chegou a vez DELAS. Em colaboração com duas colegas minhas (Aline e Taynar), segue uma lista de: "Ele não virou namorado porque..." Aliás, se por acaso mais alguma mulher que lê este blog quiser mandar sua contribuição, será postado. Juro. =)
PS: levem na boa agora, cuecas. rsrs
***
* Quando tirava os sapatos, parecia que o caminhão da Comlurb tinha encostado do meu lado;
* Queria namorar agarradinho durante Pulp Fiction;
* Falou 'adEvogado';
* Chegou num encontro com as unhas mais cuidadas que as minhas (com BASE) e as sobrancelhas tão perfeitas quanto as de uma modelo;
* Tinha pêlos maiores que a minha franja;
* Achava que mulher bem-sucedida era mal-amada e que mulher pra casar tinha que ser dona de casa. Eu acho que fui até 1952 naquela noite e nem percebi;
* Depois de ficarmos uma vez, na night, mandou mais mensagens que a própria operadora de celular, no dia seguinte. Ou como diria uma amiga, “como uma puta sem cliente”;
* Era absolutamente passivo quanto às minhas atitudes, mesmo as mais loucas (tomadas a fim de testar, depois que eu percebi essa característica);
* Não gostava de rock e adorava Bruno & Marrone – pára tudo;
* Achava “House” ‘um metido a besta sem-noção’. Essa foi uma das maiores heresias que já escutei;
* Me levou pra jantar pela primeira vez num restaurante maravilhoso e chique... E me fez pagar a minha parte! Ok, eu sou muito a favor de cada um na sua, mas primeiro encontro é primeiro encontro, ora bolas;
* Tinha ombros mais finos que os meus, apesar de ser bem mais alto;
* O ciúme dele era uma coisa absolutamente patológica – daqueles que tem ciúme de irmão, sabe?
* Era do tipo 'venha a nós e você que se vire', sexualmente;
* Não admitia o chopp com as amigas;
* Era mais emotivo do que eu fico na TPM. Não dá...
* Quando me beijava, parecia que eu tinha beijado um São Bernardo na boca, de tão babada que ficava;
* Tinha uma mania horrível de palitar os dentes. Mesmo discretamente, só em casa, né?
* Usava cueca furada;
* Ficava nu e de meias. É a pior visão pra uma mulher...
* Mandou um 'vamos curtir o momento' me cantando (esse foi com uma amiga, mas é imperdoável);
* Estava com uma cueca de lycra (?!) quando saímos;
* Tinha um 'brinquedinho' imenso (pequeno até vai, desde que saiba usar);
* Pêlos na orelha;
* Disse que livros estavam ultrapassados e que “ler é coisa de gente velha e sozinha”. Tá bom, então te vira ouvindo o Créu que tu vai longe;
* Cismou que era meu endocrinologista e fiscal de dieta. Ajudar é bom, mas ouvir um “não acha que comeu demais já?” no meio da galera?! Vá sefu! Detalhe: eu estava no menor peso que tive. E comprovo;
* Era tão calado e quieto na hora H que dava pra ouvir até os mosquitos voando;
* Se vestia como não tivesse trocado a roupa com a qual dormiu, independente de onde fosse;
* Era mais delicado que qualquer menina ao pegar em mim com as mãos;
* Não tinha senso de humor algum;
* Queria me apresentar pra família depois de termos ficado uma vez. E depois ficava me mandando mensagem de cinco em cinco minutos, dizendo que me adorava. Razão número dois pra espantar mulher;
* Me chamou com o nome de outra. E não foi ato falho;
* Era psicopata. Me ligou durante uns quatro meses todas as horas, de número suprimido. Nunca fiquei tão feliz como quando eu soube que o celular dele tinha sido roubado, olha;
* Beijava com a boca ultra-aberta. Parecia que eu tava sendo puxada pra um buraco negro. Medonho;
* Usava roupa mais colada que a minha, e rebolava demais. Não, não era gay, quer dizer, eu acho, né...
* Beijava igual à um sapo. Sabe quando o sapo só coloca uma pontinha da língua pra fora e só de vez em quando?
* Queria ficar comigo, ao mesmo tempo em que mantinha entreverios com todas as mulheres do planeta. Ah tá bom!
* Me deixou esperando no cinema, sozinha e depois disse que tinha dormido e esquecido. Que pelo menos me inventasse uma desculpa, né?
* Me deixava esperando pra assistir jogo de futebol. E nem era de time grande. Qualquer futebol que estivesse passando. Vinte e dois machos fedorentos, ao invés de uma mulher linda e arrumada??
* Disse que nunca tinha conhecido ninguém que tivesse por hobby ler. Segue pra luz, filho;
* Foi chamando a minha mãe de sogra, na segunda vez que a gente tinha ficado;
* Dava em cima de mim e de uma amiga, sem que soubéssemos uma da outra. Com tanta mulher nesse mundo...
* Me largou no meio do show pra ir comer cachorro-quente. Eu. Arrumada. Super afim dele. Ele. Cachorro-quente. Passar bem!
* Ficava esfregando na minha cara que usava um perfume que custava mais de 900 reais. E fazia questão de tomar banho com ele pra que eu soubesse que ele não tava mentindo;
* Só sabia falar de marca de carro importado, de celular caro. Sério, era só isso do que ele falava. Ainda ficou chateado quando o chamei de playboy;
* Falava mal das minhas amigas. Tchau!
* Usava o meu celular pra falar com a outra. Ora vá tomar no...
* Não queria desgrudar. Chegou a ir pro salão comigo. Pro salão, minha gente;
* Ficou com raiva por eu ter ficado com um conhecido dele, antes mesmo d'eu saber que ele existia.
"... Já me perguntaram várias vezes o que uma mulher precisa pra ser promovida de ficante à namorada! Eu sei lá! Acontece e pronto! Mas abaixo listo alguns motivos reais porque acabamos (eu e os homens no geral, meus amigos, amigos de amigos, etc...) terminando com algumas gurias; muitas delas legais, mas que por um detalhezinho, não rolava!
Eu sei que alguns são motivos fúteis, mas não precisam queimar sutiãs por aí! Já aguentamos "defeitos" piores do que os listados quando gostávamos da pessoa! Sem química, qualquer coisa vira uma desculpa! Alguns exemplos são meus, outros deles, etc...
PS: levem na boa, meninas! Aprendam a rir e a levar na boa situações assim; até porque; aposto que devem ter umas 500 listas circulando por aí enumerando um "Não rolou namoro com ele porque..."! É ou não é?! rsrs*. Enfim..."
Pois chegou a vez DELAS. Em colaboração com duas colegas minhas (Aline e Taynar), segue uma lista de: "Ele não virou namorado porque..." Aliás, se por acaso mais alguma mulher que lê este blog quiser mandar sua contribuição, será postado. Juro. =)
PS: levem na boa agora, cuecas. rsrs
***
* Quando tirava os sapatos, parecia que o caminhão da Comlurb tinha encostado do meu lado;
* Queria namorar agarradinho durante Pulp Fiction;
* Falou 'adEvogado';
* Chegou num encontro com as unhas mais cuidadas que as minhas (com BASE) e as sobrancelhas tão perfeitas quanto as de uma modelo;
* Tinha pêlos maiores que a minha franja;
* Achava que mulher bem-sucedida era mal-amada e que mulher pra casar tinha que ser dona de casa. Eu acho que fui até 1952 naquela noite e nem percebi;
* Depois de ficarmos uma vez, na night, mandou mais mensagens que a própria operadora de celular, no dia seguinte. Ou como diria uma amiga, “como uma puta sem cliente”;
* Era absolutamente passivo quanto às minhas atitudes, mesmo as mais loucas (tomadas a fim de testar, depois que eu percebi essa característica);
* Não gostava de rock e adorava Bruno & Marrone – pára tudo;
* Achava “House” ‘um metido a besta sem-noção’. Essa foi uma das maiores heresias que já escutei;
* Me levou pra jantar pela primeira vez num restaurante maravilhoso e chique... E me fez pagar a minha parte! Ok, eu sou muito a favor de cada um na sua, mas primeiro encontro é primeiro encontro, ora bolas;
* Tinha ombros mais finos que os meus, apesar de ser bem mais alto;
* O ciúme dele era uma coisa absolutamente patológica – daqueles que tem ciúme de irmão, sabe?
* Era do tipo 'venha a nós e você que se vire', sexualmente;
* Não admitia o chopp com as amigas;
* Era mais emotivo do que eu fico na TPM. Não dá...
* Quando me beijava, parecia que eu tinha beijado um São Bernardo na boca, de tão babada que ficava;
* Tinha uma mania horrível de palitar os dentes. Mesmo discretamente, só em casa, né?
* Usava cueca furada;
* Ficava nu e de meias. É a pior visão pra uma mulher...
* Mandou um 'vamos curtir o momento' me cantando (esse foi com uma amiga, mas é imperdoável);
* Estava com uma cueca de lycra (?!) quando saímos;
* Tinha um 'brinquedinho' imenso (pequeno até vai, desde que saiba usar);
* Pêlos na orelha;
* Disse que livros estavam ultrapassados e que “ler é coisa de gente velha e sozinha”. Tá bom, então te vira ouvindo o Créu que tu vai longe;
* Cismou que era meu endocrinologista e fiscal de dieta. Ajudar é bom, mas ouvir um “não acha que comeu demais já?” no meio da galera?! Vá sefu! Detalhe: eu estava no menor peso que tive. E comprovo;
* Era tão calado e quieto na hora H que dava pra ouvir até os mosquitos voando;
* Se vestia como não tivesse trocado a roupa com a qual dormiu, independente de onde fosse;
* Era mais delicado que qualquer menina ao pegar em mim com as mãos;
* Não tinha senso de humor algum;
* Queria me apresentar pra família depois de termos ficado uma vez. E depois ficava me mandando mensagem de cinco em cinco minutos, dizendo que me adorava. Razão número dois pra espantar mulher;
* Me chamou com o nome de outra. E não foi ato falho;
* Era psicopata. Me ligou durante uns quatro meses todas as horas, de número suprimido. Nunca fiquei tão feliz como quando eu soube que o celular dele tinha sido roubado, olha;
* Beijava com a boca ultra-aberta. Parecia que eu tava sendo puxada pra um buraco negro. Medonho;
* Usava roupa mais colada que a minha, e rebolava demais. Não, não era gay, quer dizer, eu acho, né...
* Beijava igual à um sapo. Sabe quando o sapo só coloca uma pontinha da língua pra fora e só de vez em quando?
* Queria ficar comigo, ao mesmo tempo em que mantinha entreverios com todas as mulheres do planeta. Ah tá bom!
* Me deixou esperando no cinema, sozinha e depois disse que tinha dormido e esquecido. Que pelo menos me inventasse uma desculpa, né?
* Me deixava esperando pra assistir jogo de futebol. E nem era de time grande. Qualquer futebol que estivesse passando. Vinte e dois machos fedorentos, ao invés de uma mulher linda e arrumada??
* Disse que nunca tinha conhecido ninguém que tivesse por hobby ler. Segue pra luz, filho;
* Foi chamando a minha mãe de sogra, na segunda vez que a gente tinha ficado;
* Dava em cima de mim e de uma amiga, sem que soubéssemos uma da outra. Com tanta mulher nesse mundo...
* Me largou no meio do show pra ir comer cachorro-quente. Eu. Arrumada. Super afim dele. Ele. Cachorro-quente. Passar bem!
* Ficava esfregando na minha cara que usava um perfume que custava mais de 900 reais. E fazia questão de tomar banho com ele pra que eu soubesse que ele não tava mentindo;
* Só sabia falar de marca de carro importado, de celular caro. Sério, era só isso do que ele falava. Ainda ficou chateado quando o chamei de playboy;
* Falava mal das minhas amigas. Tchau!
* Usava o meu celular pra falar com a outra. Ora vá tomar no...
* Não queria desgrudar. Chegou a ir pro salão comigo. Pro salão, minha gente;
* Ficou com raiva por eu ter ficado com um conhecido dele, antes mesmo d'eu saber que ele existia.
sábado, 17 de janeiro de 2009
► Homens e Mulheres - 14
[A TPM EM 4 FASES]
Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM (Tensão Pré-Menstrual) em 4 fases principais:
[Fase 1 - a Fase Meiguinha]
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha! Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.
[Fase 2 - a Fase Sensível]
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai: "Você acha que eu estou gorda?" Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo "estou" ao invés da combinação "estou ficando", torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irrascível.
[Fase 3 - a Fase Explosiva]
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas... Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: "Tá tudo bem?" A resposta é simples e seca: "Tá!" sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um "Tem certeza?", que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso "Teeenhoo..."
Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que o Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que... "Merda, viu!?" - ela rosna de repente. "Que foi?" A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo: "Você não liga pra mim. Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho. Mas claro. Você só sabe falar de você mesmo. Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também. E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você. E pára de me olhar com essa cara. Essa que você faz, e você sabe que me irrita. Você não sabe. Aquele vestido que você me deu ficou apertado. Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem. Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda. O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada. Pra que serve esse seu Jiu-Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer uma porra de um chocolate. Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira! Some da minha frente!" Desnorteado, você pede penico e vai embora. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
[Fase 4 - a Fase da Cólica]
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado. "O que aconteceu?" você se pergunta. "Tudo bem!", você pensa. "Acho que ela se livrou do encosto.", pronto. A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz. Pelo menos até daqui a 20 dias.
É meu irmão... e Deus criou as mulheres e com elas vieram a TPM... que coisa! =)
Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM (Tensão Pré-Menstrual) em 4 fases principais:
[Fase 1 - a Fase Meiguinha]
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha! Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.
[Fase 2 - a Fase Sensível]
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai: "Você acha que eu estou gorda?" Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo "estou" ao invés da combinação "estou ficando", torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irrascível.
[Fase 3 - a Fase Explosiva]
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas... Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: "Tá tudo bem?" A resposta é simples e seca: "Tá!" sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um "Tem certeza?", que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso "Teeenhoo..."
Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que o Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que... "Merda, viu!?" - ela rosna de repente. "Que foi?" A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo: "Você não liga pra mim. Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho. Mas claro. Você só sabe falar de você mesmo. Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também. E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você. E pára de me olhar com essa cara. Essa que você faz, e você sabe que me irrita. Você não sabe. Aquele vestido que você me deu ficou apertado. Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem. Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda. O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada. Pra que serve esse seu Jiu-Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer uma porra de um chocolate. Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira! Some da minha frente!" Desnorteado, você pede penico e vai embora. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
[Fase 4 - a Fase da Cólica]
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado. "O que aconteceu?" você se pergunta. "Tudo bem!", você pensa. "Acho que ela se livrou do encosto.", pronto. A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz. Pelo menos até daqui a 20 dias.
É meu irmão... e Deus criou as mulheres e com elas vieram a TPM... que coisa! =)
sábado, 13 de dezembro de 2008
► Homens e Mulheres - 13
Já me perguntaram várias vezes o que uma mulher precisa pra ser promovida de ficante à namorada. Eu sei lá. Acontece e pronto. Mas abaixo listo alguns motivos reais porque acabamos (eu e os homens no geral, meus amigos, amigos de amigos, etc...) terminando com algumas gurias; muitas delas legais, mas que por um detalhezinho, não rolava.
Eu sei que alguns são motivos fúteis, mas não precisam queimar sutiãs por aí. Já aguentamos "defeitos" piores do que os listados quando gostávamos da pessoa. Sem química, qualquer coisa vira uma desculpa. Alguns exemplos são meus, outros deles, etc...
PS: levem na boa, meninas. Aprendam a rir e a levar na boa situações assim; até porque; aposto que devem ter umas 500 listas circulando por aí enumerando um "Não rolou namoro com ele porque...". É ou não é? rsrs. Enfim...
[ELA NÃO VIROU NAMORADA PORQUE...]
* Dormia com gatos na cama (e admito: ver aqueles gatos me olhando enquanto eu "mandava ver" não era nada agradável);
* Tinha mania de falar "axim", "miguxa" e afins (estilo Hebe de escrita, sabe?);
* Beijava sem língua (sim, existem mulheres que beijam assim por incrível que pareça. Broxante total);
* Depois de UMA ficada já tava andando pelo meu apartamento com um camisetão meu, abrindo minha geladeira e esquentando pizza no forno. E claro, sem azeitonas, pois ela não comia azeitonas;
* Chamava todas as amigas de "flor";
* Não curtia cinema, e eu AMO cinema (fazer o que... isso é um pré-requisito meu. E sim, existem mulheres que não fazem a mínima questão de ir no cinema);
* Gostava de olhar Faustão, Gugu e era fã do Daniel (me poupe, porra);
* Era gremista. Imperdoável (PS: tá, exagerei. Só pra descontrair... rsrs. Um "Grenal" de vez em quando é bom);
* Usava "calçolão" ao invés de calcinha (estilo Bridget Jones);
* Era carente ao extremo, se fazia de vítima;
* Não tinha amigas. Caralho, isso é foda. Mulher carente e sem amigas, sobra pra quem? Pro namorado. É fato;
* Mal me conhecia e ficava fazendo a caveira do ex. Se ela tá fazendo isso com o ex, imagina quando vocês terminarem o que ela não falará de ti?;
* Era instável emocionalmente. Num dia estava tudo ok, tudo lindo e no outro queria terminar, não sabia o que queria pra vida dela. Pra daí no outro dia vir chorando e dizendo que me ama, etc. Bahhh! Acho que pior que isso só traição. Sério mesmo. Me irrita profundamente;
* Era psicótica que nem a Glenn Close em Atração Fatal. Queria ser minha sósia na versão feminina, copiava tudo e queria ser tão igual à mim que peguei medo;
* Peidava. Não rola. Por mais que estejamos a 25 anos casados... NÃO ROLA, PORRA!;
* Era cheia de dedos na cama. Adeus, minha filha;
* Propôs de transar eu, ela e mais outro cara. Adeus - Parte II;
* Gritava MUITO enquanto estava gozando. Mas gritar mesmo, de os gerentes do Motel quase ligarem pro quarto pra saber se tava tudo ok. Tive que tapar a boca dela com um lenço pois fiquei com medo que me acusassem de estupro no Motel;
* Tinha as mãos iguais as do Chucky - O Brinquedo Assassino. Quer saber como é uma mão de Chucky? Mãozinho gordinha, pequeninha, unhas curtinhas, bem iguais ao do boneco assassino;
* Tinha 983 amigos no Orkut, sendo uns 221 perfis só de homens sem camisa e sarados que a chamavam-na de "Princesa" e "Mulé";
* Foi morar/morava longe de mim (outro Estado por exemplo). Não rola pra mim. Sou um cara que precisa do "contato", saca?;
* Ria que nem uma hiena no cio;
* Tinha um pêlo no mamilo. Arghh!!!!!;
* Chamava a própria gordura da barriga de "borda de catupiry" e "pochete" (totalmente desnecessário ouvir isso, não acham?);
* Me mandava milhares (eu disse MILHARES) de cartões virtuais. E não os "fofos", aqueles com uma foto de um homem e uma mulher na praia e uma frase brega em cima;
* Dormia com o cachorro na mesma cama;
* Tentou me agarrar enquanto assistíamos Laranja Mecânica! LARAN.A MECÂNICA, porra;
* Comia uma ervilha de cada vez (tá, é mentira, eu roubei isso do Seinfeld);
* Tinha assistido a todos os Rocky. E gostado;
* Queria que eu entrasse todos os dias no MSN pra falar com ela;
* Só saía "vestida pra matar", mas sofria de "Síndrome da Boneca Inflável" na cama. Imóvel que só uma boneca mesmo;
* Queria ir toda hora em festa. Nada contra, mas... convenhamos: ISSO ENCHE O SACO UMA HORA;
* Tinha as orelhas uma diferente da outra. Tipo a orelha do Sloth dos Goonies;
* Ficava com um "bigodinho" quando tomava milkshake (PS: como eu tenho amigo fresco! Nossa senhora! E juro que não sou eu! rsrs);
* Parava em TODAS as vitrines do shopping;
* Sempre que sentávamos ou deitávamos, ela se colava em mim. E não descolava até levantarmos. Sabe, eu até curto "ficar de conchinha" como as mulheres costumam dizer, mas dormir a noite inteira assim não rola. Preciso do meu espaço;
* Seu conceito de literatura era o "Terra Mulher";
* Nunca queria ir pra praia;
* Dizia SIM pra absolutamente tudo que eu propusesse;
* Dizia NÃO pra absolutamente tudo que eu propusesse;
* Me deu um Bisonho de pelúcia de um metro e meio, um relógio, um cartão dizendo "Eu te amo mais do que tudo" e uma samba-canção de seda. Com UMA semana de namoro;
* O ideal de mulher para ela era a Xuxa. Lamentável, né?;
* Queria que eu deixasse de ver a final da Copa Sul-Americana do meu Colorado pra ir no cinema com ela na hora do jogo. Pôxa, não tentem mudar um homem quanto a isso. O que impediria do cara ir no jogo e no outro dia irem no cinema? Não daria pra conciliar? Tinha que criar caso? Fala sério;
* Era fútil. Queria um cara rico, sarado e com 30cm de pau. Tá certo que "ainda" não me enquadro nos dois primeiros ítens, mas pôxa, vai ser fútil assim no raio que o parta;
* Pra chegar na casa dela tinha que passar por metade dos bairros "barra-pesada" de Porto Alegre;
* Tinha um blog. Tá, essa foi pra fechar com chave-de-ouro.
Eu sei que alguns são motivos fúteis, mas não precisam queimar sutiãs por aí. Já aguentamos "defeitos" piores do que os listados quando gostávamos da pessoa. Sem química, qualquer coisa vira uma desculpa. Alguns exemplos são meus, outros deles, etc...
PS: levem na boa, meninas. Aprendam a rir e a levar na boa situações assim; até porque; aposto que devem ter umas 500 listas circulando por aí enumerando um "Não rolou namoro com ele porque...". É ou não é? rsrs. Enfim...
[ELA NÃO VIROU NAMORADA PORQUE...]
* Dormia com gatos na cama (e admito: ver aqueles gatos me olhando enquanto eu "mandava ver" não era nada agradável);
* Tinha mania de falar "axim", "miguxa" e afins (estilo Hebe de escrita, sabe?);
* Beijava sem língua (sim, existem mulheres que beijam assim por incrível que pareça. Broxante total);
* Depois de UMA ficada já tava andando pelo meu apartamento com um camisetão meu, abrindo minha geladeira e esquentando pizza no forno. E claro, sem azeitonas, pois ela não comia azeitonas;
* Chamava todas as amigas de "flor";
* Não curtia cinema, e eu AMO cinema (fazer o que... isso é um pré-requisito meu. E sim, existem mulheres que não fazem a mínima questão de ir no cinema);
* Gostava de olhar Faustão, Gugu e era fã do Daniel (me poupe, porra);
* Era gremista. Imperdoável (PS: tá, exagerei. Só pra descontrair... rsrs. Um "Grenal" de vez em quando é bom);
* Usava "calçolão" ao invés de calcinha (estilo Bridget Jones);
* Era carente ao extremo, se fazia de vítima;
* Não tinha amigas. Caralho, isso é foda. Mulher carente e sem amigas, sobra pra quem? Pro namorado. É fato;
* Mal me conhecia e ficava fazendo a caveira do ex. Se ela tá fazendo isso com o ex, imagina quando vocês terminarem o que ela não falará de ti?;
* Era instável emocionalmente. Num dia estava tudo ok, tudo lindo e no outro queria terminar, não sabia o que queria pra vida dela. Pra daí no outro dia vir chorando e dizendo que me ama, etc. Bahhh! Acho que pior que isso só traição. Sério mesmo. Me irrita profundamente;
* Era psicótica que nem a Glenn Close em Atração Fatal. Queria ser minha sósia na versão feminina, copiava tudo e queria ser tão igual à mim que peguei medo;
* Peidava. Não rola. Por mais que estejamos a 25 anos casados... NÃO ROLA, PORRA!;
* Era cheia de dedos na cama. Adeus, minha filha;
* Propôs de transar eu, ela e mais outro cara. Adeus - Parte II;
* Gritava MUITO enquanto estava gozando. Mas gritar mesmo, de os gerentes do Motel quase ligarem pro quarto pra saber se tava tudo ok. Tive que tapar a boca dela com um lenço pois fiquei com medo que me acusassem de estupro no Motel;
* Tinha as mãos iguais as do Chucky - O Brinquedo Assassino. Quer saber como é uma mão de Chucky? Mãozinho gordinha, pequeninha, unhas curtinhas, bem iguais ao do boneco assassino;
* Tinha 983 amigos no Orkut, sendo uns 221 perfis só de homens sem camisa e sarados que a chamavam-na de "Princesa" e "Mulé";
* Foi morar/morava longe de mim (outro Estado por exemplo). Não rola pra mim. Sou um cara que precisa do "contato", saca?;
* Ria que nem uma hiena no cio;
* Tinha um pêlo no mamilo. Arghh!!!!!;
* Chamava a própria gordura da barriga de "borda de catupiry" e "pochete" (totalmente desnecessário ouvir isso, não acham?);
* Me mandava milhares (eu disse MILHARES) de cartões virtuais. E não os "fofos", aqueles com uma foto de um homem e uma mulher na praia e uma frase brega em cima;
* Dormia com o cachorro na mesma cama;
* Tentou me agarrar enquanto assistíamos Laranja Mecânica! LARAN.A MECÂNICA, porra;
* Comia uma ervilha de cada vez (tá, é mentira, eu roubei isso do Seinfeld);
* Tinha assistido a todos os Rocky. E gostado;
* Queria que eu entrasse todos os dias no MSN pra falar com ela;
* Só saía "vestida pra matar", mas sofria de "Síndrome da Boneca Inflável" na cama. Imóvel que só uma boneca mesmo;
* Queria ir toda hora em festa. Nada contra, mas... convenhamos: ISSO ENCHE O SACO UMA HORA;
* Tinha as orelhas uma diferente da outra. Tipo a orelha do Sloth dos Goonies;
* Ficava com um "bigodinho" quando tomava milkshake (PS: como eu tenho amigo fresco! Nossa senhora! E juro que não sou eu! rsrs);
* Parava em TODAS as vitrines do shopping;
* Sempre que sentávamos ou deitávamos, ela se colava em mim. E não descolava até levantarmos. Sabe, eu até curto "ficar de conchinha" como as mulheres costumam dizer, mas dormir a noite inteira assim não rola. Preciso do meu espaço;
* Seu conceito de literatura era o "Terra Mulher";
* Nunca queria ir pra praia;
* Dizia SIM pra absolutamente tudo que eu propusesse;
* Dizia NÃO pra absolutamente tudo que eu propusesse;
* Me deu um Bisonho de pelúcia de um metro e meio, um relógio, um cartão dizendo "Eu te amo mais do que tudo" e uma samba-canção de seda. Com UMA semana de namoro;
* O ideal de mulher para ela era a Xuxa. Lamentável, né?;
* Queria que eu deixasse de ver a final da Copa Sul-Americana do meu Colorado pra ir no cinema com ela na hora do jogo. Pôxa, não tentem mudar um homem quanto a isso. O que impediria do cara ir no jogo e no outro dia irem no cinema? Não daria pra conciliar? Tinha que criar caso? Fala sério;
* Era fútil. Queria um cara rico, sarado e com 30cm de pau. Tá certo que "ainda" não me enquadro nos dois primeiros ítens, mas pôxa, vai ser fútil assim no raio que o parta;
* Pra chegar na casa dela tinha que passar por metade dos bairros "barra-pesada" de Porto Alegre;
* Tinha um blog. Tá, essa foi pra fechar com chave-de-ouro.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
► Crônicas do David Coimbra - 8 / ► Homens e Mulheres - 12
[O NOME DAS GOSTOSAS]
Ia começar escrevendo acerca dos nomes das gostosas, mas este assunto é de tal modo caudaloso que vou me permitir abordar alguns outros aspectos antes.
Talvez você nunca tenha refletido a respeito do tema, talvez pense que Ser Gostosa é apenas uma decorrência de atributos físicos. Nada mais errado. Ser Gostosa está acima da beleza ou das classes sociais. Ser Gostosa é um estilo de vida. Uma condição humana.
Não é por outra razão que o comportamento das gostosas se assemelha. Senão vejamos:
Vestuário. Repare como as gostosas usam roupas parecidas — os vestidinhos pretos à noite, aquelas calças apertadíssimas para caminhar nos parques ou na praia, os umbigos formosos arrepiados ao vento, as pulserinhas de corda, as tatuagens de caracteres japoneses. Tudo igual.
Habitat. As gostosas são encontradas sempre nos mesmos lugares. Muitas não se conhecem, sequer se cumprimentam, mas vão aos mesmos lugares. Escolhem um bar, por exemplo. Durante certo tempo, as gostosas freqüentarão aquele bar. Mas, de repente, decidem que lá não é mais legal.
Se fazem uma assembléia, se existe uma líder que toma a decisão, se se comunicam por meio de um código secreto, isso ninguém jamais descobriu. O fato é que, de uma noite para outra, elas abandonam o bar, migram para outro, escolhido sabe-se lá por que critério, deixando proprietários e freqüentadores abatidos.
Finalmente:
Nomes. Chegamos onde eu queria. Nada tão espantoso quanto os nomes delas. Também são os mesmos! Como se explica tal fenômeno? Será que os pais sabiam que elas seriam gostosas? Nasce a menina e o pai pensa: vai ser gostosa. Aí escolhe o nome dentre os de uma lista restrita. Ela cresce. Se alimenta de achocolatados, cereais e batata. Muita batata. Transforma-se numa gostosa. A profecia se cumpriu.
Depois de convertidas em gostosas é que elas adotam o comportamento uniforme. E passam a se tratar umas às outras por diminutivos. Vá a uma festa na orla ou na cidade e você vai encontrar indefectíveis Rês, Fês e Lus, Maris, Danis e Jus.
Que côsa.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
Ia começar escrevendo acerca dos nomes das gostosas, mas este assunto é de tal modo caudaloso que vou me permitir abordar alguns outros aspectos antes.Talvez você nunca tenha refletido a respeito do tema, talvez pense que Ser Gostosa é apenas uma decorrência de atributos físicos. Nada mais errado. Ser Gostosa está acima da beleza ou das classes sociais. Ser Gostosa é um estilo de vida. Uma condição humana.
Não é por outra razão que o comportamento das gostosas se assemelha. Senão vejamos:
Vestuário. Repare como as gostosas usam roupas parecidas — os vestidinhos pretos à noite, aquelas calças apertadíssimas para caminhar nos parques ou na praia, os umbigos formosos arrepiados ao vento, as pulserinhas de corda, as tatuagens de caracteres japoneses. Tudo igual.
Habitat. As gostosas são encontradas sempre nos mesmos lugares. Muitas não se conhecem, sequer se cumprimentam, mas vão aos mesmos lugares. Escolhem um bar, por exemplo. Durante certo tempo, as gostosas freqüentarão aquele bar. Mas, de repente, decidem que lá não é mais legal.
Se fazem uma assembléia, se existe uma líder que toma a decisão, se se comunicam por meio de um código secreto, isso ninguém jamais descobriu. O fato é que, de uma noite para outra, elas abandonam o bar, migram para outro, escolhido sabe-se lá por que critério, deixando proprietários e freqüentadores abatidos.
Finalmente:
Nomes. Chegamos onde eu queria. Nada tão espantoso quanto os nomes delas. Também são os mesmos! Como se explica tal fenômeno? Será que os pais sabiam que elas seriam gostosas? Nasce a menina e o pai pensa: vai ser gostosa. Aí escolhe o nome dentre os de uma lista restrita. Ela cresce. Se alimenta de achocolatados, cereais e batata. Muita batata. Transforma-se numa gostosa. A profecia se cumpriu.
Depois de convertidas em gostosas é que elas adotam o comportamento uniforme. E passam a se tratar umas às outras por diminutivos. Vá a uma festa na orla ou na cidade e você vai encontrar indefectíveis Rês, Fês e Lus, Maris, Danis e Jus.
Que côsa.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
► Homens e Mulheres - 11
Textinho pra descontrair...
E às mulheres que lerem este texto, o autor do blog aqui não pensa que nem o sujeito abaixo, só pra deixar bem claro, ok? rsrs
[DAR OU NÃO NO 1º ENCONTRO?]
* VERSÃO FEMININA *
Você está lá, tranqüilinha no seu carro. O sinal está fechado e você aproveita pra retocar o seu batom Pérola do Oriente. Você olha no espelhinho e percebe que o cara de trás não desgruda os olhos da sua boquinha. Sim, ele é bonito e tem um baita carrão. "Deve ser impressão minha", pensam os seus neurônios, com toda a auto-estima que Deus lhe deu, imaginando que: "Imagina se um cara desses vai olhar pra mim".
O sinal abre, você anda uns 100 metros. Do seu lado direito, pára um vendedor de chicletes, um cara de cadeira de rodas e um Hare Krishna. Do seu lado esquerdo, pára o bonitão, vidradão em você. Discretamente, você olha para as mãos dele no volante. Não, amiga, ele não usa aliança! Os carros andam mais 50 metros e param de novo. Ele abaixa o vidro elétrico e diz: "Me dá teu telefone?" Como você está completamente abobalhada com o que está acontecendo, pega o celular pra jogar dentro do carro dele, mas Shiva te ilumina a tempo e você passa, lentamente, seu cartãozinho pela janela. 3 horas mais tarde, ele te liga convidando pra jantar. Você aceita, desliga o telefone e começa a cantar bem alto: "Tá dominado! Tá tudo dominado!"
Na hora do almoço, você corre pro Shopping, gasta os tubos numa saia nova, afinal, investimento é tudo nessa vida. Ele vem te buscar em casa, chique e perfumadão, e te leva num restaurante francês pra comer "Foie gras", com direito a "Moet Chandon". O champanhe está em promoção e vocês, romanticamente, preenchem cupons que dão direito a uma viagem a Paris. "Ahh, Parrrrrriiii!" Ele paga a conta, vocês saem, ele bota um CD da Sade e chega até a porta do seu prédio. Você o convida para um licorzinho básico, mas jura, jura e jura pra si própria que não vai dar, mesmo porque você não fez depilação e, a última coisa que você quer na vida, é que ele te confunda com a "Monga, a Mulher-macaca".
Vocês sobem, rola aquele malho previsível e irresistível. Ele tenta avançar o sinal, você breca. Ele tenta de novo, você breca de novo. E assim caminha a humanidade. Algumas horas, depois que você ganhou partida, ele se despede com um beijo e um abraço carinhoso e com aquela sinfonia pros nossos ouvidinhos: "Eu te ligo amanhã!"
No dia seguinte, você vai de novo ao Shopping, gasta outros tubos num vestidinho e na lingerie La Perla, dispensa todos os convites das suas amigas pra badalar e, e, e... Espera sentada pelo telefonema dele... que nunca vem. Sua vizinha chama, sua mãe chama, sua avó chama, o Ibope chama, até a Avon chama... só ele que não te chama... E você vai dormir com aquela sensação horrível de que, nem um passeio pelo Taboão da Serra, em pleno apagão, seria pior que isso.
É, amiga, aquele cara gostosão, bem de vida... nunca mais, nunca mais meeeeeeesmo, vai te ligar. Mas, por que os homens dizem que vão ligar e não ligam? Você lembra que leu na Cláudia do mês passado (ou será que foi naquela Nova do ano passado que leu enquanto esperava a hora da consulta no ginecologista?) que segundo Jürgen Christien, psicólogo Alemão: "Na verdade, é um problema de falta de consideração e de respeito. Seria mais respeitoso dizer: "Eu não sei se vou ligar!" Acho que, quando um homem não é verdadeiro com uma mulher, provavelmente, ele também não é com ele mesmo. Moral da estória: no 1º encontro dê mesmo! Se ele não ligar mais, pelo menos você deu uma bem dada e vai se sentir bem por uma semana!
* VERSÃO MASCULINA *
Você vem dirigindo normalmente o seu carro, e está até com um pouquinho de pressa, afinal chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho é uma das melhores coisas do mundo. Aproximando-se de um sinal de trânsito, que por acaso acaba de ficar amarelo, um carro à sua frente freia bruscamente, forçando-o a frear mais bruscamente ainda.
1º pensamento: "Que merda! Deve ser alguma "vaca" dirigindo, e que só usa a porra do retrovisor para retocar a maquiagem!" Olha para frente e qual não é sua surpresa. Realmente era uma vaca, e realmente ela estava retocando a maquiagem, passando batom, sei lá. Mas até que a vaquinha era bonitinha, comível.
2º pensamento: "É, ela é bonitinha e tudo mais... mas se eu bato com o meu carro naquela carroça..."
3º pensamento: "Vou cantar ela só de sacanagem, vai ver meu carro, vai me dar mole na hora, afinal de contas: mulher gosta é de dinheiro!"
O sinal abre, ela fica 5 segundos acelerando a porra do carro, pra sair lentamente até arranhar a marcha na troca. Haja paciência. Andam uns 100 metros e param em outro sinal, só que desta vez lado a lado. Discretamente, e com um movimento quase que síncrono você tira a aliança e coloca as mãos no volante. Ufa! Deu tempo. Olha pra ela e ela está olhando. "Vai ser a maior moleza" - você pensa "Não vou nem gastar saliva, vou logo pedir o telefone, e aposto que ela vai querer jogar o celular aqui dentro do meu carro!" Andam mais alguns metros e param de novo lado a lado. Você abaixa o vidro elétrico e faz sinal com a mão pedindo para ela rodar a maçaneta para abrir o vidro dela também e diz: "Me dá o seu telefone?" O trânsito começa a andar e ela tá lá gritando: "PERAÍ!" - enquanto procura alguma coisa. Pessoas xingam-na de tudo quanto é nome, acabam te xingando também, afinal de contas você também está parado no meio da rua esperando sei lá o quê. Enfim, ela entrega um cartão meio amassado com o nome, telefone e bordas com florzinhas e corações.
Você vai pra casa, entra meio afobado, e a sua mulher pergunta: "Oi amor, como foi o seu dia?" Você responde: "Oi amorzinho, infelizmente meu dia ainda não acabou, só vim em casa trocar de roupa, pois tenho uma auditoria pra fazer em um cliente, e só pode ser a noite, sabe como é, as empresas não podem parar pra eu trabalhar, você entende né? Sua esposa: "Mas de novo? Ahh, não vai não!!" Você: "Desculpa, mas tenho que ir. Te amo. Tchau!"
Pega o celular, o cartão amassado da mulher, e liga: "Oi, lembra de mim, o cara do AUDI PRETO de hoje no trânsito, quer jantar comigo?" - "Claro!" Ela responde. Você marca de buscar ela em casa, desliga, e grita, bem alto: "MAIS UMA! MAIS UMA! Uhúúú!" No horário combinado, você chega na casa dela, e ela vem com uma saia ridícula, estilo R$ 1,99, se apresentam melhor, entram no carro e vão. Você pensa: "Vou levá-la a um restaurante legalzinho, afinal de contas vale tudo pra comer uma mulher!" Vão a um restaurante francês pra comer "Foie gras", com direito a "Moet Chandon". O champanhe está em promoção e, vocês preenchem cupons que dão direito a uma viagem pra Paris. Você pensa: "Se eu ganhar, quem eu levo?"
Você paga a conta, entram no carro, você bota um CD da Sade, aquele que é um saco, mas é especial pra cantar a mulherada, pára na porta do prédio dela e pensa: "Ela tem que me chamar pra subir, senão vou ter que arrastá-la pra um motel, e é mais grana que eu gasto com essa mulher. Ela não vale isso tudo não!" Ela chama: "Vamos subir, tomar um licorzinho, conversar um pouquinho mais?" E você pensa: "BOOOAAA!" Conversar porra nenhuma. Vocês sobem e já no elevador você ataca. Destrói a mulher, deixa-a mais molhada do que o Arroio Dilúvio em noite de enchente. Entram no apartamento dela, e como um touro você já vai querendo rasgar a blusa e a saia dela, até que: "PÁRA!" - grita ela. Você pára, sorri, descansa um pouco, a acaricia, e começa de novo lentamente, até os movimentos das mãos começarem a retomar o ritmo inicial, vai ficando quente de novo até que: "PÁRA!" - grita ela novamente em tom meio histérico. Você pensa: "Que saco!" - conversam um pouco, bebem o tal licor, e dessa vez ela vem pra cima de você, chegando até a surpreender, tal era a empolgação, fazendo coisas com a boca que nem Deus sabia que dava pra fazer, até que: "PÁRA, PÁRA, PÁRA!" - "Puta quelospariu!!" Você pensa. Você gentilmente diz que tem que ir embora e fala pra ela: "Amorzinho, adorei sair com você, você é maravilhosa, linda!" - "Claro" - responde ela, completamente apaixonada.Vocês se despedem e você diz: "Então amanhã te ligo!"
Desce no elevador puto da vida, com uma dor no saco de matar (pois é mulherada, caso não saibam, depois de aquecer, se não esvaziar, dói), pensando: "Quando eu chegar em casa vou ter que comer minha mulher, que merda!" Pega o carro, pára num posto de gasolina pra abastecer, vai na loja de conveniências, compra uma cerveja, e volta pro carro. Coincidentemente, uma amiga da época da faculdade pára com o carro dela do lado do seu, surpresa, ela tá gostosíssima, com uma mini-saia show e uma blusa decotada que, para aparecer os peitos, é só ela respirar. Conversa vai conversa vem, e onde acaba a história? Ela te leva no carro dela para um motel, vocês transam loucamente durante 2 horas consecutivas, sem descanso, nem pra beber água. Acabam, tomam banho, se arrumam e saem. Qual não é a sua surpresa quando ela diz: "Essa eu faço questão de pagar!" Meio sem jeito você aceita e vão embora pegar o seu carro no posto. Trocam telefone e até hoje se ligam eventualmente quando querem uma boa transa. E a amizade continua. Adivinha quem foi pra Paris?
[Autor desconhecido]
E às mulheres que lerem este texto, o autor do blog aqui não pensa que nem o sujeito abaixo, só pra deixar bem claro, ok? rsrs
[DAR OU NÃO NO 1º ENCONTRO?]
* VERSÃO FEMININA *
Você está lá, tranqüilinha no seu carro. O sinal está fechado e você aproveita pra retocar o seu batom Pérola do Oriente. Você olha no espelhinho e percebe que o cara de trás não desgruda os olhos da sua boquinha. Sim, ele é bonito e tem um baita carrão. "Deve ser impressão minha", pensam os seus neurônios, com toda a auto-estima que Deus lhe deu, imaginando que: "Imagina se um cara desses vai olhar pra mim".
O sinal abre, você anda uns 100 metros. Do seu lado direito, pára um vendedor de chicletes, um cara de cadeira de rodas e um Hare Krishna. Do seu lado esquerdo, pára o bonitão, vidradão em você. Discretamente, você olha para as mãos dele no volante. Não, amiga, ele não usa aliança! Os carros andam mais 50 metros e param de novo. Ele abaixa o vidro elétrico e diz: "Me dá teu telefone?" Como você está completamente abobalhada com o que está acontecendo, pega o celular pra jogar dentro do carro dele, mas Shiva te ilumina a tempo e você passa, lentamente, seu cartãozinho pela janela. 3 horas mais tarde, ele te liga convidando pra jantar. Você aceita, desliga o telefone e começa a cantar bem alto: "Tá dominado! Tá tudo dominado!"
Na hora do almoço, você corre pro Shopping, gasta os tubos numa saia nova, afinal, investimento é tudo nessa vida. Ele vem te buscar em casa, chique e perfumadão, e te leva num restaurante francês pra comer "Foie gras", com direito a "Moet Chandon". O champanhe está em promoção e vocês, romanticamente, preenchem cupons que dão direito a uma viagem a Paris. "Ahh, Parrrrrriiii!" Ele paga a conta, vocês saem, ele bota um CD da Sade e chega até a porta do seu prédio. Você o convida para um licorzinho básico, mas jura, jura e jura pra si própria que não vai dar, mesmo porque você não fez depilação e, a última coisa que você quer na vida, é que ele te confunda com a "Monga, a Mulher-macaca".
Vocês sobem, rola aquele malho previsível e irresistível. Ele tenta avançar o sinal, você breca. Ele tenta de novo, você breca de novo. E assim caminha a humanidade. Algumas horas, depois que você ganhou partida, ele se despede com um beijo e um abraço carinhoso e com aquela sinfonia pros nossos ouvidinhos: "Eu te ligo amanhã!"
No dia seguinte, você vai de novo ao Shopping, gasta outros tubos num vestidinho e na lingerie La Perla, dispensa todos os convites das suas amigas pra badalar e, e, e... Espera sentada pelo telefonema dele... que nunca vem. Sua vizinha chama, sua mãe chama, sua avó chama, o Ibope chama, até a Avon chama... só ele que não te chama... E você vai dormir com aquela sensação horrível de que, nem um passeio pelo Taboão da Serra, em pleno apagão, seria pior que isso.
É, amiga, aquele cara gostosão, bem de vida... nunca mais, nunca mais meeeeeeesmo, vai te ligar. Mas, por que os homens dizem que vão ligar e não ligam? Você lembra que leu na Cláudia do mês passado (ou será que foi naquela Nova do ano passado que leu enquanto esperava a hora da consulta no ginecologista?) que segundo Jürgen Christien, psicólogo Alemão: "Na verdade, é um problema de falta de consideração e de respeito. Seria mais respeitoso dizer: "Eu não sei se vou ligar!" Acho que, quando um homem não é verdadeiro com uma mulher, provavelmente, ele também não é com ele mesmo. Moral da estória: no 1º encontro dê mesmo! Se ele não ligar mais, pelo menos você deu uma bem dada e vai se sentir bem por uma semana!
* VERSÃO MASCULINA *
Você vem dirigindo normalmente o seu carro, e está até com um pouquinho de pressa, afinal chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho é uma das melhores coisas do mundo. Aproximando-se de um sinal de trânsito, que por acaso acaba de ficar amarelo, um carro à sua frente freia bruscamente, forçando-o a frear mais bruscamente ainda.
1º pensamento: "Que merda! Deve ser alguma "vaca" dirigindo, e que só usa a porra do retrovisor para retocar a maquiagem!" Olha para frente e qual não é sua surpresa. Realmente era uma vaca, e realmente ela estava retocando a maquiagem, passando batom, sei lá. Mas até que a vaquinha era bonitinha, comível.
2º pensamento: "É, ela é bonitinha e tudo mais... mas se eu bato com o meu carro naquela carroça..."
3º pensamento: "Vou cantar ela só de sacanagem, vai ver meu carro, vai me dar mole na hora, afinal de contas: mulher gosta é de dinheiro!"
O sinal abre, ela fica 5 segundos acelerando a porra do carro, pra sair lentamente até arranhar a marcha na troca. Haja paciência. Andam uns 100 metros e param em outro sinal, só que desta vez lado a lado. Discretamente, e com um movimento quase que síncrono você tira a aliança e coloca as mãos no volante. Ufa! Deu tempo. Olha pra ela e ela está olhando. "Vai ser a maior moleza" - você pensa "Não vou nem gastar saliva, vou logo pedir o telefone, e aposto que ela vai querer jogar o celular aqui dentro do meu carro!" Andam mais alguns metros e param de novo lado a lado. Você abaixa o vidro elétrico e faz sinal com a mão pedindo para ela rodar a maçaneta para abrir o vidro dela também e diz: "Me dá o seu telefone?" O trânsito começa a andar e ela tá lá gritando: "PERAÍ!" - enquanto procura alguma coisa. Pessoas xingam-na de tudo quanto é nome, acabam te xingando também, afinal de contas você também está parado no meio da rua esperando sei lá o quê. Enfim, ela entrega um cartão meio amassado com o nome, telefone e bordas com florzinhas e corações.
Você vai pra casa, entra meio afobado, e a sua mulher pergunta: "Oi amor, como foi o seu dia?" Você responde: "Oi amorzinho, infelizmente meu dia ainda não acabou, só vim em casa trocar de roupa, pois tenho uma auditoria pra fazer em um cliente, e só pode ser a noite, sabe como é, as empresas não podem parar pra eu trabalhar, você entende né? Sua esposa: "Mas de novo? Ahh, não vai não!!" Você: "Desculpa, mas tenho que ir. Te amo. Tchau!"
Pega o celular, o cartão amassado da mulher, e liga: "Oi, lembra de mim, o cara do AUDI PRETO de hoje no trânsito, quer jantar comigo?" - "Claro!" Ela responde. Você marca de buscar ela em casa, desliga, e grita, bem alto: "MAIS UMA! MAIS UMA! Uhúúú!" No horário combinado, você chega na casa dela, e ela vem com uma saia ridícula, estilo R$ 1,99, se apresentam melhor, entram no carro e vão. Você pensa: "Vou levá-la a um restaurante legalzinho, afinal de contas vale tudo pra comer uma mulher!" Vão a um restaurante francês pra comer "Foie gras", com direito a "Moet Chandon". O champanhe está em promoção e, vocês preenchem cupons que dão direito a uma viagem pra Paris. Você pensa: "Se eu ganhar, quem eu levo?"
Você paga a conta, entram no carro, você bota um CD da Sade, aquele que é um saco, mas é especial pra cantar a mulherada, pára na porta do prédio dela e pensa: "Ela tem que me chamar pra subir, senão vou ter que arrastá-la pra um motel, e é mais grana que eu gasto com essa mulher. Ela não vale isso tudo não!" Ela chama: "Vamos subir, tomar um licorzinho, conversar um pouquinho mais?" E você pensa: "BOOOAAA!" Conversar porra nenhuma. Vocês sobem e já no elevador você ataca. Destrói a mulher, deixa-a mais molhada do que o Arroio Dilúvio em noite de enchente. Entram no apartamento dela, e como um touro você já vai querendo rasgar a blusa e a saia dela, até que: "PÁRA!" - grita ela. Você pára, sorri, descansa um pouco, a acaricia, e começa de novo lentamente, até os movimentos das mãos começarem a retomar o ritmo inicial, vai ficando quente de novo até que: "PÁRA!" - grita ela novamente em tom meio histérico. Você pensa: "Que saco!" - conversam um pouco, bebem o tal licor, e dessa vez ela vem pra cima de você, chegando até a surpreender, tal era a empolgação, fazendo coisas com a boca que nem Deus sabia que dava pra fazer, até que: "PÁRA, PÁRA, PÁRA!" - "Puta quelospariu!!" Você pensa. Você gentilmente diz que tem que ir embora e fala pra ela: "Amorzinho, adorei sair com você, você é maravilhosa, linda!" - "Claro" - responde ela, completamente apaixonada.Vocês se despedem e você diz: "Então amanhã te ligo!"
Desce no elevador puto da vida, com uma dor no saco de matar (pois é mulherada, caso não saibam, depois de aquecer, se não esvaziar, dói), pensando: "Quando eu chegar em casa vou ter que comer minha mulher, que merda!" Pega o carro, pára num posto de gasolina pra abastecer, vai na loja de conveniências, compra uma cerveja, e volta pro carro. Coincidentemente, uma amiga da época da faculdade pára com o carro dela do lado do seu, surpresa, ela tá gostosíssima, com uma mini-saia show e uma blusa decotada que, para aparecer os peitos, é só ela respirar. Conversa vai conversa vem, e onde acaba a história? Ela te leva no carro dela para um motel, vocês transam loucamente durante 2 horas consecutivas, sem descanso, nem pra beber água. Acabam, tomam banho, se arrumam e saem. Qual não é a sua surpresa quando ela diz: "Essa eu faço questão de pagar!" Meio sem jeito você aceita e vão embora pegar o seu carro no posto. Trocam telefone e até hoje se ligam eventualmente quando querem uma boa transa. E a amizade continua. Adivinha quem foi pra Paris?
[Autor desconhecido]
sábado, 18 de outubro de 2008
► Homens e Mulheres - 10
[ENSAIO SOBRE A LIBIDO]
Aconteceu quando os dois estavam na cama; ela gemendo de quatro, ele com uma mão apertando a bunda e a outra puxando o cabelo dela com força. Broxou, assim, sem mais nem menos. No dia seguinte, ela meio sem vontade acabou concordando em transar, sabia que era importante para a auto-estima dele. Ele broxou de novo. Eram casados, não tinham crise conjugal no momento, o trabalho estava estressante como sempre, o filho tirando nota baixa como sempre. Enfim, broxou sem motivo aparente. Na noite seguinte, tentaram de novo, e nada.
Ligou para marcar um urologista, estavam todos com a agenda lotada. Por todos os consultórios, a mesma queixa: sem ereção. Os própios médicos já não as tinham mais. Examinavam, examinavam, e não chegavam a conclusão alguma, tudo parecia estar normal. Não se encontrava mais Viagras e afins em farmácias, todo o estoque fora vendido. O que no fundo, não deixava de ser uma economia bem feita para os que não conseguiram comprar, pois eles de nada adiantavam. Um indivíduo gastou todo o salário em ovos de codorna e amendoim, mas também de nada adiantou. Mais lentamente, as mulheres começaram a notar sua própria libido diminuindo. Com efeitos mais sutis que os masculinos, primeiro pensaram em falta de estímulo, já que não demorou para não sobrar um só homem que ainda fosse capaz de alguma coisa.
Mas com o tempo confirmou-se: perderam todo o tesão também. Em uma sociedade voltada para o sexo, a economia não tardou a arruinar-se. Bolsas de valores quebraram pelo mundo, já que muitos produtos perderam todo o sentido, ou ao menos parte dele. Playboy, motéis, boates, vinhos, lingerie sexy, vibradores e muitos outros sumiram ou perderam mercado. Agora, só a polícia comprava algemas. E o que fazer com todos o latex excedente com o fim da fabricação das camisinhas? As pessoas foram mudando seus hábitos, se adaptando. Em um bar, era comum ouvir conversas do tipo: Convenci ela a sair comigo ontem, E como foi?, Fomos jantar e depois pra casa dela, ela falou até sobre física quântica, três vezes!, não deixa esta mulher escapar!
No colégio, os nerds tornaram-se os mais populares da turma. Secretárias peitudas foram demitidas aos montes, afinal já é hora deste escritório ter alguém que saiba digitar com mais de um dedo. Esportes, por que competir? Centenas de jovens atrizes de Hollywood contentaram-se com sub-empregos em algum escritório sujo na periferia de Los Angeles. A esposa-troféu era agora escolhida pelo número de doutorados e especializações, nunca tantas senhoras acima dos sessenta anos passearam em Ferraris com os maridos por aí. Puteiros ofereciam mulheres formadas nas mais diversas áreas para uma hora de conversa sem compromisso.
Relacionamentos iniciavam por afinidade, e não por atração. Provedores de internet faliram, o número de acessos caiu vertiginosamente com o fim da pornografia. Os posts de blogs de putaria passaram a ser sobre a fome na África. E só agora, depois de tantas linhas, alguém lembrou que sexo não é só diversão, e que sem ele não existe reprodução e a raça humana fica condenada a desaparecer. Cientistas não obtinham resultados em suas pesquisas. Tentativas de inseminação artificial falhavam uma após a outra. Cada vez mais resignada e desesperançosa, a vida prosseguiu. Namoros e casamentos, bem como o amor em si, ainda existiam, mas sem sexo e com os dias da humanidade contados, as pessoas perderam o prumo.
O mundo tornou-se cada vez mais cinza, no início a vaidade ainda se manteve, principalmente nas mulheres, mas com o tempo a moda deixou de existir. Pra que decotes? Pra que salto alto? Pra que ternos caríssimos? Assexuados e quase andróginos, homens e mulheres ficaram cada vez mais parecidos. Já não havia mais revistas masculinas e femininas, apenas revistas. Estava cada vez mais difícil ter ânimo para acordar pela manhã, quando, em um dia qualquer, o homem que tinha broxado no início do texto estava sentado assistindo a um documentário sobre a plantação de arroz na Ucrânia, e teve uma ereção. Não era hora de questionar, como a esposa não estava em casa, correu para o banheiro.
Depois, aconteceu o mesmo com o indivíduo dos ovos de codorna e amendoins, e aos poucos foi acontecendo com todo mundo; homens e mulheres queriam sexo de novo, e precisavam tirar o atraso. Passada a euforia inicial, em que tudo virou uma putaria desenfreada e as doenças venéreas chegaram a um nível alarmante, a sociedade foi gradativamente voltando ao normal, até poder ser novamente considerada saudável. Alguns meses depois, poucos ainda lembravam do que tinha acontecido, e muito menos pessoas ainda desperdiçavam seu tempo tentando compreender os motivos daquilo.
O homem do início do texto já pode ficar sossegado, ligar sua TV e babar enquanto assiste as mulheres-frutas dançando, sem nem sonhar que nesta mesma hora sua mulher está na cama com o vizinho do andar de baixo. Fechado no quarto e ainda mais alheio a tudo isto, seu filho de onze anos descobre que, mais divertido do que brincar, é ver na internet o vídeo de um cachorro trepando com uma loira. E todos viveram felizes para sempre. Fim.
[Texto escrito por B. S.]
Qualquer semelhança com Ensaio Sobre a Cegueira é mera coincidência.
Aconteceu quando os dois estavam na cama; ela gemendo de quatro, ele com uma mão apertando a bunda e a outra puxando o cabelo dela com força. Broxou, assim, sem mais nem menos. No dia seguinte, ela meio sem vontade acabou concordando em transar, sabia que era importante para a auto-estima dele. Ele broxou de novo. Eram casados, não tinham crise conjugal no momento, o trabalho estava estressante como sempre, o filho tirando nota baixa como sempre. Enfim, broxou sem motivo aparente. Na noite seguinte, tentaram de novo, e nada.
Ligou para marcar um urologista, estavam todos com a agenda lotada. Por todos os consultórios, a mesma queixa: sem ereção. Os própios médicos já não as tinham mais. Examinavam, examinavam, e não chegavam a conclusão alguma, tudo parecia estar normal. Não se encontrava mais Viagras e afins em farmácias, todo o estoque fora vendido. O que no fundo, não deixava de ser uma economia bem feita para os que não conseguiram comprar, pois eles de nada adiantavam. Um indivíduo gastou todo o salário em ovos de codorna e amendoim, mas também de nada adiantou. Mais lentamente, as mulheres começaram a notar sua própria libido diminuindo. Com efeitos mais sutis que os masculinos, primeiro pensaram em falta de estímulo, já que não demorou para não sobrar um só homem que ainda fosse capaz de alguma coisa.
Mas com o tempo confirmou-se: perderam todo o tesão também. Em uma sociedade voltada para o sexo, a economia não tardou a arruinar-se. Bolsas de valores quebraram pelo mundo, já que muitos produtos perderam todo o sentido, ou ao menos parte dele. Playboy, motéis, boates, vinhos, lingerie sexy, vibradores e muitos outros sumiram ou perderam mercado. Agora, só a polícia comprava algemas. E o que fazer com todos o latex excedente com o fim da fabricação das camisinhas? As pessoas foram mudando seus hábitos, se adaptando. Em um bar, era comum ouvir conversas do tipo: Convenci ela a sair comigo ontem, E como foi?, Fomos jantar e depois pra casa dela, ela falou até sobre física quântica, três vezes!, não deixa esta mulher escapar!
No colégio, os nerds tornaram-se os mais populares da turma. Secretárias peitudas foram demitidas aos montes, afinal já é hora deste escritório ter alguém que saiba digitar com mais de um dedo. Esportes, por que competir? Centenas de jovens atrizes de Hollywood contentaram-se com sub-empregos em algum escritório sujo na periferia de Los Angeles. A esposa-troféu era agora escolhida pelo número de doutorados e especializações, nunca tantas senhoras acima dos sessenta anos passearam em Ferraris com os maridos por aí. Puteiros ofereciam mulheres formadas nas mais diversas áreas para uma hora de conversa sem compromisso.
Relacionamentos iniciavam por afinidade, e não por atração. Provedores de internet faliram, o número de acessos caiu vertiginosamente com o fim da pornografia. Os posts de blogs de putaria passaram a ser sobre a fome na África. E só agora, depois de tantas linhas, alguém lembrou que sexo não é só diversão, e que sem ele não existe reprodução e a raça humana fica condenada a desaparecer. Cientistas não obtinham resultados em suas pesquisas. Tentativas de inseminação artificial falhavam uma após a outra. Cada vez mais resignada e desesperançosa, a vida prosseguiu. Namoros e casamentos, bem como o amor em si, ainda existiam, mas sem sexo e com os dias da humanidade contados, as pessoas perderam o prumo.
O mundo tornou-se cada vez mais cinza, no início a vaidade ainda se manteve, principalmente nas mulheres, mas com o tempo a moda deixou de existir. Pra que decotes? Pra que salto alto? Pra que ternos caríssimos? Assexuados e quase andróginos, homens e mulheres ficaram cada vez mais parecidos. Já não havia mais revistas masculinas e femininas, apenas revistas. Estava cada vez mais difícil ter ânimo para acordar pela manhã, quando, em um dia qualquer, o homem que tinha broxado no início do texto estava sentado assistindo a um documentário sobre a plantação de arroz na Ucrânia, e teve uma ereção. Não era hora de questionar, como a esposa não estava em casa, correu para o banheiro.
Depois, aconteceu o mesmo com o indivíduo dos ovos de codorna e amendoins, e aos poucos foi acontecendo com todo mundo; homens e mulheres queriam sexo de novo, e precisavam tirar o atraso. Passada a euforia inicial, em que tudo virou uma putaria desenfreada e as doenças venéreas chegaram a um nível alarmante, a sociedade foi gradativamente voltando ao normal, até poder ser novamente considerada saudável. Alguns meses depois, poucos ainda lembravam do que tinha acontecido, e muito menos pessoas ainda desperdiçavam seu tempo tentando compreender os motivos daquilo.
O homem do início do texto já pode ficar sossegado, ligar sua TV e babar enquanto assiste as mulheres-frutas dançando, sem nem sonhar que nesta mesma hora sua mulher está na cama com o vizinho do andar de baixo. Fechado no quarto e ainda mais alheio a tudo isto, seu filho de onze anos descobre que, mais divertido do que brincar, é ver na internet o vídeo de um cachorro trepando com uma loira. E todos viveram felizes para sempre. Fim.
[Texto escrito por B. S.]
Qualquer semelhança com Ensaio Sobre a Cegueira é mera coincidência.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
► Crônicas do David Coimbra - 6 / ► Homens e Mulheres - 9
[QUANDO A SUA MULHER ESTÁ BRABA]
[Fonte: Arte Zero Hora]
Você olha para a sua mulher e ela está com a cara amondongada. Hm. Aí tem. Você a conhece, sabe que ela está chateada. Será que é algo que você fez? Ou algo que você não fez? Deve ter sido. Sempre é. Você chega para ela com todo o jeito e:
- Que que foi?
Ela, ligeiramente impaciente:
- Que que foi o quê?
- Você parece chateada...
Um pouco menos ligeiramente impaciente:
- Não é nada.
- Como assim, não é nada? Você está estranha.
Depois de um suspiro baixo, definitivamente impaciente:
- Estou triste, só isso.
- Por quê?
Outro suspiro. Levemente irritada:
- Por nada.
- Como assim por nada? Tem que ter alguma coisa!
Menos levemente irritada:
- Por nada, já disse!
- Ninguém fica triste por nada! Tem que ter algo!
Horrivelmente irritada:
- Já disse que não tenho nada!
E, antes que você possa contra-argumentar, ela pronuncia a frase definitiva e irrespondível:
- Tenho o direito de ficar triste!
Essa frase sempre me desconcerta. Porque direito é sempre algo bom, não é? A pessoa tem direito de morar bem, direito de ser feliz, direito de ganhar o décimo-terceiro e talicoisa. Ninguém reclama ter o direito, por exemplo, de ser atropelado. Ou, sei lá:
- Tenho o direito de ter hemorróidas!
- Tenho o direito de fazer tratamento de canal!
- Tenho o direito de passar a minha vida inteira em Ciudad del Leste!
A mesma coisa isso de ficar triste. Por que as mulheres reivindicam o direito de ficar triste? Quem é que gosta de ficar triste?
Bem. Elas gostam. Elas querem ter o direito disso.
Assim, quando a sua mulher disser que não compreende por que você sofre por causa do futebol, responda simplesmente:
- Tenho o direito de sofrer!
Para você isso não significa nada, mas ela entenderá.
***
Por ter travado esse diálogo inúmeras vezes, sei que, na verdade, tudo não passa de uma cilada. Quando uma mulher está triste, ela quer que você pergunte por que ela está triste, mas, ao mesmo tempo, ficará irritada se você perguntar por que ela está triste. Ela quer é falar. Falar, falar, falar. Vai dizer que as coisas estão erradas na vida dela, que ela precisa mudar e bibibi, mas não será nada objetivo. Muito irritante, sei, mas você precisa se conter e não perguntar os motivos de tudo aquilo. Não tem motivo, manja? Toda aquela cena é só para falar. Falar, falar, falar.
[QUANDO ELA VAI COMPRAR ROUPA]
Estratégia, entendeu? Você precisa usar estratégia com as mulheres, meeen! Por exemplo, quando vocês vão juntos comprar roupa para ela. Ela fica lá, experimentando todas aquelas roupas. Quer a sua opinião, mas, em verdade em verdade vos digo: a sua opinião não importa. Ela está trocando de vestido sem parar e posando em frente ao espelho e perguntando o que você acha. Digamos que você escolha o preto. Ela:
- Mas não acha que o amarelo é mais elegante?
Você vai repetir que preferiu o preto. Aí ela vai discorrer longa e enfadonhamente sobre as vantagens do amarelo. Quer dizer: ela já escolheu o amarelo, você que é uma besta de ter preferido o preto. E se você disser que para você tanto faz, pior: ela ficará ofendidíssima.
Você deve agir da seguinte forma, preste atenção:
Escolha sempre o segundo.
Segundo vestido, segundo sapato, segunda calça. Sempre o segundo. Porque, se você escolher o primeiro, ela vai pensar que você quer se livrar logo daquilo; se você esperar muito, ela ficará experimentando roupa por horas; se você disser que não faz diferença, ela ficará furiosa. Assim, escolha o segundo e se mantenha firme nessa decisão:
- O segundo é o melhor, o segundo é o mais bonito.
Até que ela se decida por outro. Aí, nada de resistências. Você precisa aderir rapidamente:
- É, pensando bem, este é tão bonito quanto o segundo.
Pronto, você fez uma mulher feliz e, naquele fim de semana, poderá sofrer em paz com o seu time na TV.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
[Fonte: Arte Zero Hora] Você olha para a sua mulher e ela está com a cara amondongada. Hm. Aí tem. Você a conhece, sabe que ela está chateada. Será que é algo que você fez? Ou algo que você não fez? Deve ter sido. Sempre é. Você chega para ela com todo o jeito e:
- Que que foi?
Ela, ligeiramente impaciente:
- Que que foi o quê?
- Você parece chateada...
Um pouco menos ligeiramente impaciente:
- Não é nada.
- Como assim, não é nada? Você está estranha.
Depois de um suspiro baixo, definitivamente impaciente:
- Estou triste, só isso.
- Por quê?
Outro suspiro. Levemente irritada:
- Por nada.
- Como assim por nada? Tem que ter alguma coisa!
Menos levemente irritada:
- Por nada, já disse!
- Ninguém fica triste por nada! Tem que ter algo!
Horrivelmente irritada:
- Já disse que não tenho nada!
E, antes que você possa contra-argumentar, ela pronuncia a frase definitiva e irrespondível:
- Tenho o direito de ficar triste!
Essa frase sempre me desconcerta. Porque direito é sempre algo bom, não é? A pessoa tem direito de morar bem, direito de ser feliz, direito de ganhar o décimo-terceiro e talicoisa. Ninguém reclama ter o direito, por exemplo, de ser atropelado. Ou, sei lá:
- Tenho o direito de ter hemorróidas!
- Tenho o direito de fazer tratamento de canal!
- Tenho o direito de passar a minha vida inteira em Ciudad del Leste!
A mesma coisa isso de ficar triste. Por que as mulheres reivindicam o direito de ficar triste? Quem é que gosta de ficar triste?
Bem. Elas gostam. Elas querem ter o direito disso.
Assim, quando a sua mulher disser que não compreende por que você sofre por causa do futebol, responda simplesmente:
- Tenho o direito de sofrer!
Para você isso não significa nada, mas ela entenderá.
***
Por ter travado esse diálogo inúmeras vezes, sei que, na verdade, tudo não passa de uma cilada. Quando uma mulher está triste, ela quer que você pergunte por que ela está triste, mas, ao mesmo tempo, ficará irritada se você perguntar por que ela está triste. Ela quer é falar. Falar, falar, falar. Vai dizer que as coisas estão erradas na vida dela, que ela precisa mudar e bibibi, mas não será nada objetivo. Muito irritante, sei, mas você precisa se conter e não perguntar os motivos de tudo aquilo. Não tem motivo, manja? Toda aquela cena é só para falar. Falar, falar, falar.
[QUANDO ELA VAI COMPRAR ROUPA]
Estratégia, entendeu? Você precisa usar estratégia com as mulheres, meeen! Por exemplo, quando vocês vão juntos comprar roupa para ela. Ela fica lá, experimentando todas aquelas roupas. Quer a sua opinião, mas, em verdade em verdade vos digo: a sua opinião não importa. Ela está trocando de vestido sem parar e posando em frente ao espelho e perguntando o que você acha. Digamos que você escolha o preto. Ela:
- Mas não acha que o amarelo é mais elegante?
Você vai repetir que preferiu o preto. Aí ela vai discorrer longa e enfadonhamente sobre as vantagens do amarelo. Quer dizer: ela já escolheu o amarelo, você que é uma besta de ter preferido o preto. E se você disser que para você tanto faz, pior: ela ficará ofendidíssima.
Você deve agir da seguinte forma, preste atenção:
Escolha sempre o segundo.
Segundo vestido, segundo sapato, segunda calça. Sempre o segundo. Porque, se você escolher o primeiro, ela vai pensar que você quer se livrar logo daquilo; se você esperar muito, ela ficará experimentando roupa por horas; se você disser que não faz diferença, ela ficará furiosa. Assim, escolha o segundo e se mantenha firme nessa decisão:
- O segundo é o melhor, o segundo é o mais bonito.
Até que ela se decida por outro. Aí, nada de resistências. Você precisa aderir rapidamente:
- É, pensando bem, este é tão bonito quanto o segundo.
Pronto, você fez uma mulher feliz e, naquele fim de semana, poderá sofrer em paz com o seu time na TV.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
► Homens e Mulheres - 8
AVISO: se alguém se importa em ler a palavra "cuzinho" algumas vezes, pule esse texto! Agora se no fundo tu tem curiosidade de saber que tipo de texto tem esse linguajar, leia abaixo. Postei pois simplesmente achei hilário. Nada demais. Só pra desopilar e rir um pouco mesmo.
[DISCUTINDO A RELAÇÃO]
- Vai, enfia no meu cuzinho!
- Tô tentando.
- Como assim tá tentando?
- É que não tá bem duro.
- Não tá bem duro? Vinte anos me enchendo o saco, pedindo: "Deixa eu botar no seu cuzinho" e quando eu deixo você me diz que não tá bem duro?
- Acho que foi a emoção. Deixa eu tentar de novo.
- Então, vem, mete tudo!
- Eu tô quase conseguindo. Abre um pouquinho.
- Abrir o quê?
- O cuzinho.
- Mas você sempre disse que queria botar no cu porque era mais apertado e agora me pede pra abrir? Como é que eu vou abrir o meu cu?
- Relaxando, porra!
- Eu tô relaxada até demais. Você é que tá nervoso com a sua meia bomba.
- O que é isso? Onde você aprendeu a falar assim?
- Falar o quê? Meia bomba? Todo mundo fala meia bomba!
- Não a minha esposa. Isso é coisa de mulher que tem amante.
- Pois fique sabendo que eu já falava meia bomba muito antes de ter um amante.
- O quê? Você tem um amante?
- É isso aí. Tá mais do que na hora de botar as cartas na mesa... Nosso casamento já era.
- Você enlouqueceu? Que papo é esse de uma hora pra outra?
- De uma hora pra outra, nada! A gente sabe que o nosso casamento é um defunto que esqueceu de cair. Nossa filha já tem dezoito anos e eu vou embora com ela.
- Não vai embora porra nenhuma. Primeiro vai me explicar: que história é essa de amante? Há quanto tempo você tem um amante?
- Dois meses.
- É o primeiro?
- É.
- Você deu o cu pra ele?
- Dei.
- Ah! Então é por isso que depois de vinte anos você resolveu liberar pra mim?
- É! É isso! Agora com licença que eu vou me mandar.
- Espera! Isso não pode acabar assim.
- Pode e vai. O nosso casamento já era.
- Não. Eu tô falando do seu cu.
- O que tem o meu cu?
- Eu quero comer. Depois de vinte anos eu tenho direito.
- De que jeito você vai comer o meu cu? Você tá broxa.
- Broxa não!!! Sou corno, mas não sou broxa!
- Você? Corno? Corno que corneia não é corno.
- Quem disse que eu te corneio?
- Cinismo numa hora dessas? Já não bastam os vinte anos de hipocrisia que passamos nesse quarto?
- Tudo bem. Eu admito. Eu arrumei uma amante nos últimos meses.
- Nos últimos meses? Você tem um caso com essa mulher há anos. Eu sei, nossa filha sabe, o namorado da nossa filha sabe, todo mundo sabe.
- Ah! E eu sou sempre o último a saber o que vocês sabem!
- Essa é boa! Você é a vítima agora. Pelo menos ela te dava o cu?
- Não.
- Puta, mas tu é azarado, hein?
- Ah, é? Então fica de quatro que eu vou te mostrar o azarado.
- Pronto! Tô de quatro. Vem logo.
- Com terrorismo não vai dar. Você bem que podia gemer um pouquinho.
- Ai, meu Deus! Tá bom, então. Fode o meu cuzinho. Vem, enfia essa pica grossa no meu rabo. Eu quero sentir esse caralhão me arregaçando... Vem!
- Você fala essas coisas pro seu amante?
- Escuta aqui! Come logo essa porra desse cu que eu preciso ir embora.
- Ah, é assim? Tá de encontro marcado com o amante?
- Vai querer ou não?
- Tá bom. Tá bom. É que tá seco. Você bem que podia dar uma chupadinha.
- Eu é que não vou chupar essa lombriga mole. Dá uma cuspida e vai logo.
- Olha, vamos combinar uma coisa. Você vai preparando as suas malas enquanto eu relaxo um pouquinho. Depois você volta aqui e a gente liqüida a fatura.
- Minhas malas já estão prontas.
- Porra! Me apunhalando pelas costas!
- Pobre vítima indefesa! Agora com licença que eu tenho que ir embora.
- Espera. A gente precisa discutir melhor a nossa relação.
- Não me faça rir.
- A gente tem muitas responsabilidades em comum.
- Por exemplo?
- Por exemplo a educação da nossa filha.
- Você nunca se preocupou com isso.
- Nunca é tarde pra começar. Ela já tá uma moça e tem um comportamento que me deixa cheio de dúvidas. - Que dúvidas?
- Será que a nossa filha dá o cu pro namorado?
- Ah! Vá se foder! Tchau!!!
[Autor Anônimo]
[DISCUTINDO A RELAÇÃO]
- Vai, enfia no meu cuzinho!
- Tô tentando.
- Como assim tá tentando?
- É que não tá bem duro.
- Não tá bem duro? Vinte anos me enchendo o saco, pedindo: "Deixa eu botar no seu cuzinho" e quando eu deixo você me diz que não tá bem duro?
- Acho que foi a emoção. Deixa eu tentar de novo.
- Então, vem, mete tudo!
- Eu tô quase conseguindo. Abre um pouquinho.
- Abrir o quê?
- O cuzinho.
- Mas você sempre disse que queria botar no cu porque era mais apertado e agora me pede pra abrir? Como é que eu vou abrir o meu cu?
- Relaxando, porra!
- Eu tô relaxada até demais. Você é que tá nervoso com a sua meia bomba.
- O que é isso? Onde você aprendeu a falar assim?
- Falar o quê? Meia bomba? Todo mundo fala meia bomba!
- Não a minha esposa. Isso é coisa de mulher que tem amante.
- Pois fique sabendo que eu já falava meia bomba muito antes de ter um amante.
- O quê? Você tem um amante?
- É isso aí. Tá mais do que na hora de botar as cartas na mesa... Nosso casamento já era.
- Você enlouqueceu? Que papo é esse de uma hora pra outra?
- De uma hora pra outra, nada! A gente sabe que o nosso casamento é um defunto que esqueceu de cair. Nossa filha já tem dezoito anos e eu vou embora com ela.
- Não vai embora porra nenhuma. Primeiro vai me explicar: que história é essa de amante? Há quanto tempo você tem um amante?
- Dois meses.
- É o primeiro?
- É.
- Você deu o cu pra ele?
- Dei.
- Ah! Então é por isso que depois de vinte anos você resolveu liberar pra mim?
- É! É isso! Agora com licença que eu vou me mandar.
- Espera! Isso não pode acabar assim.
- Pode e vai. O nosso casamento já era.
- Não. Eu tô falando do seu cu.
- O que tem o meu cu?
- Eu quero comer. Depois de vinte anos eu tenho direito.
- De que jeito você vai comer o meu cu? Você tá broxa.
- Broxa não!!! Sou corno, mas não sou broxa!
- Você? Corno? Corno que corneia não é corno.
- Quem disse que eu te corneio?
- Cinismo numa hora dessas? Já não bastam os vinte anos de hipocrisia que passamos nesse quarto?
- Tudo bem. Eu admito. Eu arrumei uma amante nos últimos meses.
- Nos últimos meses? Você tem um caso com essa mulher há anos. Eu sei, nossa filha sabe, o namorado da nossa filha sabe, todo mundo sabe.
- Ah! E eu sou sempre o último a saber o que vocês sabem!
- Essa é boa! Você é a vítima agora. Pelo menos ela te dava o cu?
- Não.
- Puta, mas tu é azarado, hein?
- Ah, é? Então fica de quatro que eu vou te mostrar o azarado.
- Pronto! Tô de quatro. Vem logo.
- Com terrorismo não vai dar. Você bem que podia gemer um pouquinho.
- Ai, meu Deus! Tá bom, então. Fode o meu cuzinho. Vem, enfia essa pica grossa no meu rabo. Eu quero sentir esse caralhão me arregaçando... Vem!
- Você fala essas coisas pro seu amante?
- Escuta aqui! Come logo essa porra desse cu que eu preciso ir embora.
- Ah, é assim? Tá de encontro marcado com o amante?
- Vai querer ou não?
- Tá bom. Tá bom. É que tá seco. Você bem que podia dar uma chupadinha.
- Eu é que não vou chupar essa lombriga mole. Dá uma cuspida e vai logo.
- Olha, vamos combinar uma coisa. Você vai preparando as suas malas enquanto eu relaxo um pouquinho. Depois você volta aqui e a gente liqüida a fatura.
- Minhas malas já estão prontas.
- Porra! Me apunhalando pelas costas!
- Pobre vítima indefesa! Agora com licença que eu tenho que ir embora.
- Espera. A gente precisa discutir melhor a nossa relação.
- Não me faça rir.
- A gente tem muitas responsabilidades em comum.
- Por exemplo?
- Por exemplo a educação da nossa filha.
- Você nunca se preocupou com isso.
- Nunca é tarde pra começar. Ela já tá uma moça e tem um comportamento que me deixa cheio de dúvidas. - Que dúvidas?
- Será que a nossa filha dá o cu pro namorado?
- Ah! Vá se foder! Tchau!!!
[Autor Anônimo]
terça-feira, 19 de agosto de 2008
► Homens e Mulheres - 7
[FICAR JUNTOS]
São tantos relacionamentos que começam, paixões que prometem durar toda a vida, mas depois de algum tempo, é fácil ver o amor morrendo na praia.
Tem gente que já na segunda saída se desencanta, outras pessoas mantém a chama acesa por alguns poucos dias ou meses.
Quem consegue um relacionamento de anos pode se considerar bem sucedido. Já o antigo "felizes para sempre" é uma raridade, quase uma relíquia. O que está acontecendo? O que leva as pessoas hoje a ficarem cada vez menos tempo juntas?
Antes de mais nada podemos dizer que vivemos uma enorme auto-afirmação do indivíduo. Foram tantos anos obedecendo regras, fazendo o que devia ser feito, andando em cima dos trilhos do certo e do errado, que agora uma grande parte das pessoas se rebelou e está completamente incomodada em dividir a liberdade com o compromisso de caminhar junto de alguém.
Por outro lado, a ideologia do prazer e do conforto tomou conta de nossas vidas de tal forma que não suportamos a idéia da dor. O problema é que para se relacionar com alguém você precisa abrir mão do que é imediato para entender a relação como uma possibilidade de crescimento.
O amor não é confortável. Na filosofia do tudo fácil e descartável, não cabe o trabalho que uma relação dá. Para estar com alguém você precisa entender o ponto de vista alheio, precisa abrir o coração, se colocar na pele do outro.
Também não é possível amar se você não tem uma comunicação bem transparente e corajosa. Se você é covarde e economiza as suas palavras, se você não expressa o que sente e pensa, fica muito difícil manter um relacionamento
vivo. A tendência é não falar, é não manifestar o que está mal resolvido como ressentimentos, raivas. Assim a relação esfria, perde a vitalidade, fica superficial.
A falta de generosidade também é um grande problema. Na convivência, os casais esquecem de manifestar o seu amor, pensam que não é necessário dizer palavras doces, presentear o outro com o romantismo que caracterizava o começo da relação. Feito uma planta que precisa de água para sobreviver (clichê?! Claro, mas é vero), a relação também pede como alimento o carinho. Sem ele, nada feito.
Por que o amor morre na praia? Ele morre pela falta de cuidado, morre pela falta de consciência. Se você pensa que o amor acontece por si, está enganado. O amor é forte e frágil ao mesmo tempo. Ele brilha e irradia sua luz quando os amantes estão vivos, criativos e aptos para a relação, caso contrário, ele não tem condições de sobreviver.
São tantos relacionamentos que começam, paixões que prometem durar toda a vida, mas depois de algum tempo, é fácil ver o amor morrendo na praia.
Tem gente que já na segunda saída se desencanta, outras pessoas mantém a chama acesa por alguns poucos dias ou meses.
Quem consegue um relacionamento de anos pode se considerar bem sucedido. Já o antigo "felizes para sempre" é uma raridade, quase uma relíquia. O que está acontecendo? O que leva as pessoas hoje a ficarem cada vez menos tempo juntas?
Antes de mais nada podemos dizer que vivemos uma enorme auto-afirmação do indivíduo. Foram tantos anos obedecendo regras, fazendo o que devia ser feito, andando em cima dos trilhos do certo e do errado, que agora uma grande parte das pessoas se rebelou e está completamente incomodada em dividir a liberdade com o compromisso de caminhar junto de alguém.
Por outro lado, a ideologia do prazer e do conforto tomou conta de nossas vidas de tal forma que não suportamos a idéia da dor. O problema é que para se relacionar com alguém você precisa abrir mão do que é imediato para entender a relação como uma possibilidade de crescimento.
O amor não é confortável. Na filosofia do tudo fácil e descartável, não cabe o trabalho que uma relação dá. Para estar com alguém você precisa entender o ponto de vista alheio, precisa abrir o coração, se colocar na pele do outro.
Também não é possível amar se você não tem uma comunicação bem transparente e corajosa. Se você é covarde e economiza as suas palavras, se você não expressa o que sente e pensa, fica muito difícil manter um relacionamento
vivo. A tendência é não falar, é não manifestar o que está mal resolvido como ressentimentos, raivas. Assim a relação esfria, perde a vitalidade, fica superficial.
A falta de generosidade também é um grande problema. Na convivência, os casais esquecem de manifestar o seu amor, pensam que não é necessário dizer palavras doces, presentear o outro com o romantismo que caracterizava o começo da relação. Feito uma planta que precisa de água para sobreviver (clichê?! Claro, mas é vero), a relação também pede como alimento o carinho. Sem ele, nada feito.
Por que o amor morre na praia? Ele morre pela falta de cuidado, morre pela falta de consciência. Se você pensa que o amor acontece por si, está enganado. O amor é forte e frágil ao mesmo tempo. Ele brilha e irradia sua luz quando os amantes estão vivos, criativos e aptos para a relação, caso contrário, ele não tem condições de sobreviver.
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