Você, Maria (PS: ler este post AQUI pra entender), já descobriu se o cara é fruta? Não? Ainda tá na dúvida? Não se desespere. Pois com a ajuda da Josi (outro nome fictício) seguem mais 11 perguntas pra saber se aquele carinha que você tá de olho joga pro outro time ou não. Confira abaixo e faça o teste.
O Cultura Pop sobre Tudo e Nada não é a Capricho, mas na medida do possível sempre tá ajudando as mulheres. rsrs
***
1) [ESPORTE]
a) Futebol, Automobilismo, esportes radicais > MACHO
b) Tênis, boliche, lutas, Vôlei > TENDÊNCIAS GAYS
c) Aeróbica, Ciclismo> GAY
d) Patinação no Gelo, Ginástica Olímpica > BICHONA
e) Os mesmos anteriores, usando short de lycra > LOUCA
2) [COMIDAS]
a) Capivara, javali, comida muito apimentada > CONAN
b) Churrasco, massas, frituras > MACHO
c) Peixe e salada > FRESCO
d) Sanduíches integrais > GAY
e) Aves acompanhadas de vegetais cozidos no vapor > BICHA ASSUMIDA
3) [BEBIDAS]
a) Cachaça, cerveja, whisky > MACHO
b) Vinho, vodka > HOMEM
c) Caipifruta > GAY
d) Suco de frutas normais e licores doces > MUITO GAY
e) Suco de açaí, carambola, cupuaçu com adoçante > PERDIDAMENTE GAY
4) [HIGIENE]
a) Toma banho rápido, usa sabão em barra > LEGIONÁRIO
b) Toma banho rápido, usa xampu e esquece das orelhas ou do pescoço > MACHO
c) Toma banho sem pressa, curte a água e soca umazinha > HOMEM
d) Demora mais de meia hora e usa sabonete líquido > TENDÊNCIAS GAYS SÉRIAS
e) Toma banho com sais e espuma na banheira > VIADAÇO ASSUMIDO
5) [CERVEJA]
a) Gelada e em grandes quantidades > DESTROÇADOR
b) Só cervejas extra, premium e importadas > HOMEM FINO DEMAIS
c) Só uma às vezes para matar a sede > BICHICE SOB CONTROLE
d) Com limão e guardanapo em volta do copo > BICHA
e) Sem álcool > GAZELA SALTITANTE
6) [PRESENTES QUE GOSTA DE GANHAR]
a) Ferramentas > OGRO
b) Garrafa de whisky > MACHO
c) Eletrônicos, informática, roupas de homem > HOMEM MODERNO
d) Flores, carrinhos de corrida> VIADO
e) Velas aromáticas, perfumes, doces caramelados, bombons > DONZELA VIRGEM
7) [CREMES]
a) Só pasta de dentes > GORILA
b) Protetor solar só na praia e piscina > HOMEM MODERNO
c) Usa cremes no verão > BICHA FRESCA
d) Usa cremes o ano todo > BICHONA TOTAL
e) Não vive sem hidratante > FILA DE E SPE RA DA OPERAÇÃO PRA TROCA DE SEXO
8) [ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO]
a) Animal de quê? > MACHO
b) Tem um vira-lata que come restos da comida > HOMEM
c) Tem cão de raça que vive dentro de casa e come ração especial > BICHA
d) O cão de raça dorme na sua própria cama > BICHONA TOTAL
e) Prefere gatos > TOTALMENTE PASSIVA
9) [PLANTAS]
a) Nem pra comer > TROGLODITA
b) Come algumas de vez em quando > RAMBO
c) Tem umas no quintal, nem são regadas > HOMEM
d) Tem plantinhas na varanda do apartamento > VIADO
e) Rega, poda e conversa com as flores do jardim > BICHONA PERDIDA
10) [ESPELHO]
a) Não usa > VIKING
b) Usa para fazer barba > MACHO
c) Admira sua pele e observa seus músculos > GAY
d) Idem "c", e ainda analisa a bunda > LOUCA
e) Admira-se com diferentes camisas e penteados > TRAVECO
11) [PENTEADO]
a) Não se penteia ou rapa tudo > SELVAGEM
b) Só se penteia pra sair à noite > HOMEM
c) Se penteia várias vezes ao dia > FRESCO
d) Pinta o cabelo > BICHONA TOTAL
e) Dá conselhos de penteados > BICHAÇA LOUCA
segunda-feira, 18 de maio de 2009
NOTA
Devido ao Concurso que fiz, não postei essa semana no blog.
Voltamos agora com nossa programação normal.
Voltamos agora com nossa programação normal.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
► Crônicas do David Coimbra - 13
Essa é para os Psicólogos que acham que sabem alguma coisa.
David Coimbra = crônica perfeita. Acertou em cheio. rsrs
***
[EU? VIVÍPARO?]
Uma vez me chamaram de vivíparo. Fiquei chateado. Não que tenha algo contra os vivíparos, não tenho, até os acho simpáticos. Mas que mania é essa de dizer quem sou ou o que devo fazer?
Tem sido assim a vida toda. As pessoas gostam de classificar as outras pessoas. Sou um grande mamífero; certo. Bípede; tudo bem. Jornalista, filho da dona Diva, pai do Bernardo; até aí estamos no terreno das exatas. Mas e quando vem um gaiato e pergunta se sou um machista ou um tarado ou um comunista ou um neoliberal ou qualquer outra coisa? Tudo muito subjetivo. Aí tenho que ficar me explicando. O que é inútil. Aquela pessoa já me rotulou, catalogou e arquivou na pasta, digamos, dos machistas. E de vez em quando ela vem e reclama:
- Você não pode ser machista, você é um formador de opinião.
Eu? Formador de opinião? Por Deus: nunca formei uma única opinião até hoje. Não que não tenha tentado. Minha mãe, por exemplo, às vezes tento formar a opinião dela. Não consigo. Ela não concorda comigo. Meus amigos, volta e meia esforço-me para dar uma formada nas opiniões deles. Em vão. Eles não mudam um milímetro de ideia. E os leitores. Jamais um leitor admitiu que formei a opinião dele. Não. O leitor vem e diz:
- Que legal aquilo que você escreveu. É exatamente o que eu penso!
Ou seja: ele concordou com a minha opinião porque é a opinião DELE. Ele só concorda com ele mesmo. Logo, não preciso dar explicação sobre o que sou ou deixo de ser. Não faz diferença.
Mesmo assim, admito que às vezes é interessante ouvir a opinião dos outros sobre quem sou. Sobretudo das autoridades.
Em quase todas as empresas nas quais trabalhei, tive de participar de cursos, e aí já estamos na categoria das coisas que as pessoas querem que eu faça. Cursos. Pois bem. Esses cursos, eles são muito interessantes. Uma vez me colocaram num curso de Excel. É um programa de computador aí. Não lembro exatamente como funciona, mas parece ser bastante útil para administradores e tal.
Também assisti a inúmeros cursos de gestão, e foi neles que ouvi opiniões de autoridades sobre a minha pessoa. Por autoridades refiro-me a psicólogos. É espantosa a capacidade dos psicólogos. Havia uma época em que os psicólogos lhe davam uma folha de papel e um lápis e mandavam que você desenhasse uma árvore. O truque era desenhar o chão sob a árvore. Se você não desenhasse o chão, seria reprovado. Todo mundo sabia disso do chão, você tinha de passar por um teste psicológico e as pessoas advertiam:
- Não esquece de desenhar o chão! Tem que desenhar o chão!
Desenhei muito chão em teste psicológico. Depois, imagino que os psicólogos tenham percebido que a história do chão estava manjada e mudaram tudo. Eles agora pegam você e alguns dos seus colegas e colocam todos em uma sala. Depois, dividem a turma em grupos, como no colégio. Dão tarefas para cada grupo: montar uma casa de Lego, formar um tabuleiro de xadrez com algumas peças de madeira, caminhar de olhos fechados sobre uma linha pintada no chão. Você passa 40 minutos fazendo essas coisas e depois disso os psicólogos dizem quem é você, se pode ou não ser chefe, se deve ser demitido ou promovido. Tudo com base na ciência. Impressionante.
Conheço algumas pessoas que foram largadas no meio do mato pelos professores de cursos de gestão, outros que foram obrigados a jogar rúgbi. Terminados os cursos, eles voltaram para suas empresas transformados em ótimos chefes. Ciência pura. Impressionante.
Mesmo assim, estou cansado de todas as pessoas que me dizem o que fazer ou o que sou. Não me importo nem se elas tiverem razão. Um vivíparo? Eu? Não venham me rotular. Não venham me dizer o que fazer. Falem por vocês mesmos.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
David Coimbra = crônica perfeita. Acertou em cheio. rsrs
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[EU? VIVÍPARO?]
Uma vez me chamaram de vivíparo. Fiquei chateado. Não que tenha algo contra os vivíparos, não tenho, até os acho simpáticos. Mas que mania é essa de dizer quem sou ou o que devo fazer?
Tem sido assim a vida toda. As pessoas gostam de classificar as outras pessoas. Sou um grande mamífero; certo. Bípede; tudo bem. Jornalista, filho da dona Diva, pai do Bernardo; até aí estamos no terreno das exatas. Mas e quando vem um gaiato e pergunta se sou um machista ou um tarado ou um comunista ou um neoliberal ou qualquer outra coisa? Tudo muito subjetivo. Aí tenho que ficar me explicando. O que é inútil. Aquela pessoa já me rotulou, catalogou e arquivou na pasta, digamos, dos machistas. E de vez em quando ela vem e reclama:
- Você não pode ser machista, você é um formador de opinião.
Eu? Formador de opinião? Por Deus: nunca formei uma única opinião até hoje. Não que não tenha tentado. Minha mãe, por exemplo, às vezes tento formar a opinião dela. Não consigo. Ela não concorda comigo. Meus amigos, volta e meia esforço-me para dar uma formada nas opiniões deles. Em vão. Eles não mudam um milímetro de ideia. E os leitores. Jamais um leitor admitiu que formei a opinião dele. Não. O leitor vem e diz:
- Que legal aquilo que você escreveu. É exatamente o que eu penso!
Ou seja: ele concordou com a minha opinião porque é a opinião DELE. Ele só concorda com ele mesmo. Logo, não preciso dar explicação sobre o que sou ou deixo de ser. Não faz diferença.
Mesmo assim, admito que às vezes é interessante ouvir a opinião dos outros sobre quem sou. Sobretudo das autoridades.
Em quase todas as empresas nas quais trabalhei, tive de participar de cursos, e aí já estamos na categoria das coisas que as pessoas querem que eu faça. Cursos. Pois bem. Esses cursos, eles são muito interessantes. Uma vez me colocaram num curso de Excel. É um programa de computador aí. Não lembro exatamente como funciona, mas parece ser bastante útil para administradores e tal.
Também assisti a inúmeros cursos de gestão, e foi neles que ouvi opiniões de autoridades sobre a minha pessoa. Por autoridades refiro-me a psicólogos. É espantosa a capacidade dos psicólogos. Havia uma época em que os psicólogos lhe davam uma folha de papel e um lápis e mandavam que você desenhasse uma árvore. O truque era desenhar o chão sob a árvore. Se você não desenhasse o chão, seria reprovado. Todo mundo sabia disso do chão, você tinha de passar por um teste psicológico e as pessoas advertiam:
- Não esquece de desenhar o chão! Tem que desenhar o chão!
Desenhei muito chão em teste psicológico. Depois, imagino que os psicólogos tenham percebido que a história do chão estava manjada e mudaram tudo. Eles agora pegam você e alguns dos seus colegas e colocam todos em uma sala. Depois, dividem a turma em grupos, como no colégio. Dão tarefas para cada grupo: montar uma casa de Lego, formar um tabuleiro de xadrez com algumas peças de madeira, caminhar de olhos fechados sobre uma linha pintada no chão. Você passa 40 minutos fazendo essas coisas e depois disso os psicólogos dizem quem é você, se pode ou não ser chefe, se deve ser demitido ou promovido. Tudo com base na ciência. Impressionante.
Conheço algumas pessoas que foram largadas no meio do mato pelos professores de cursos de gestão, outros que foram obrigados a jogar rúgbi. Terminados os cursos, eles voltaram para suas empresas transformados em ótimos chefes. Ciência pura. Impressionante.
Mesmo assim, estou cansado de todas as pessoas que me dizem o que fazer ou o que sou. Não me importo nem se elas tiverem razão. Um vivíparo? Eu? Não venham me rotular. Não venham me dizer o que fazer. Falem por vocês mesmos.
[Blog do David Coimbra - www.clicrbs.com.br/blogdodavid]
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Trek Yourself
Como vocês já devem saber, Star Trek, o novo filme da franquia Jornada nas Estrelas estreia aqui no Brasil dia 08/05, sexta-feira agora. E na onda dessa estreia, surgiu um site bem bacana onde você pode virar um Trek também.
É bem simples de fazer. Basta ver o "vulcano Jeferson Paganella" na animação abaixo se apresentando e dando as boas-vindas ao Cultura Pop sobre Tudo e Nada. [ATUALIZADO: tirei o som porque toda santa vez que eu abria o blog, vinha aquela voz vulcana anunciando o blog. rsrs]
E sim, sou eu aí embaixo mesmo. A animação foi carregada em cima duma foto minha. E vocês podem fazer o mesmo. Eu como fã do vulcano Spock, escolhi o próprio (NOTA: ponham áudio e escutem. Metade da graça tá aí). Mas vocês podem escolher outros personagens.

Clique na animação acima ou AQUI e faça o seu.
Vicia. Sério. =)
É bem simples de fazer. Basta ver o "vulcano Jeferson Paganella" na animação abaixo se apresentando e dando as boas-vindas ao Cultura Pop sobre Tudo e Nada. [ATUALIZADO: tirei o som porque toda santa vez que eu abria o blog, vinha aquela voz vulcana anunciando o blog. rsrs]
E sim, sou eu aí embaixo mesmo. A animação foi carregada em cima duma foto minha. E vocês podem fazer o mesmo. Eu como fã do vulcano Spock, escolhi o próprio (NOTA: ponham áudio e escutem. Metade da graça tá aí). Mas vocês podem escolher outros personagens.

Clique na animação acima ou AQUI e faça o seu.
Vicia. Sério. =)
domingo, 3 de maio de 2009
► Vale conferir - 16 (Os Goonies)
Se você está esperando especulações sobre uma possível continuação de Os Goonies, pode esquecer. A edição comemorativa de 20 anos da revista Empire não reuniu o elenco original para discutir uma possível produção, mas para celebrar o clássico.
A revista teve como editor-chefe convidado ninguém menos que Steven Spielberg, que conseguiu reunir o diretor Richard Donner com Sean Astin, Josh Brolin & Cia para uma sessão de fotos como esta abaixo:
Se você não se lembra dos Goonies, ou morre de saudade deles, lembre do filme AQUI (cortesia do Omelete).
E para não ficar só nisso, segue o vídeo (NOTA: fantástico ver o elenco hoje em dia tão a vontade falando do filme, da infância, das amizades, rindo, brincando), 16 curiosidades sobre Os Goonies, uma prévia dos Action Figures (bonequinhos) de parte do elenco e duas fotos para vocês lembrarem - assim como eu lembrei - com saudosismo do inigualável, John "Sloth" Matuszak.
Espero que gostem!
***
[VÍDEO DA EMPIRE COMEMORANDO OS 20 ANOS DE OS GOONIES]
***
[ACTION FIGURES]

***
[JOHN "SLOTH" MATUSZAK NA ÉPOCA DO FILME (NOS BASTIDORES E JÁ CARACTERIZADO) E UMA FOTO MOSTRANDO SUA TRANSFORMAÇÃO (DE MAIS DE 5 HORAS) EM "SLOTH" (DETALHE PARA O OLHO MECÂNICO QUE ERA CONTROLADO PELA EQUIPE DE DONNER)]


***
[16 CURIOSIDADES SOBRE OS GOONIES]
1) A atriz que interpretou Harriet Walsh, Mary Ellen Trainor, era casada com Robert Zemeckis. Ela esteve em quatro de seus filmes: Tudo Por Uma Esmeralda, De Volta para o Futuro II, A Morte Lhe Cai Bem e Forrest Gump. Eles se divorciaram em 2000.
2) A cena do sótão, onde as crianças descobrem o mapa de Willy Caolho levou dois dias para ser filmada e tem mais de 100 tomadas. A propósito, o nome completo de Willy Caolho é William B. Pordobell.
3) O nome verdadeiro do Bocão é Clark.
4) O elenco disse que estava apavorado em filmar o vídeo “Goonies R Good Enough” com Cyndi Lauper, porque todos os lendários lutadores (da WWF, atual WWE) que participaram do clipe eram assustadores.
5) O ator que fez o papel de Sloth é John Matuszak. Alguma vez você reparou que ele usa uma camiseta do Oakland Raiders numa parte do filme? É uma espécie de piada. Matuszak, antes de ser ator, era jogador de futebol americano. Ele morreu vítima de ataque cardíaco, apenas quatro anos após ter filmado Os Goonies, com 38 anos. Dizem que sua morte foi motivada por esteróides.
6) Sloth diariamente demorava cerca de cinco horas para ficar pronto. Um dos seus olhos era operado por controle remoto.
7) Robert Davi, que interpreta Jake Fratelli é realmente um cantor de ópera.
8) Os Goonies são chamados assim porque todos eles moravam em um bairro de Astoria, chamado “Goon Docks”.
9) Quando Chunk (ou Gordo, como é conhecido aqui no Brasil), está sendo interrogado pelos Fratelli, ele realmente está chorando - segundo ele, porque achava que sua mãe iria morrer.
10) Jeff Cohen, o Gordo, largou a carreira artística em 1991. Ele agora é advogado em Los Angeles e chegou a se candidatar à presidência da Universidade UC Berkeley, com o slogan “Gordo para Presidente”.
11) Os Goonnies não querem morrer. Rumores sobre Os Goonies 2 circulam há anos. Alguns dos atores do filme original já desdenharam a participação, enquanto outros disseram que certamente participariam.
12) O ator que interpreta Troy, o namorado da Andy, é Steve Antin. Ele não só é escritor, como toda sua família é muito famosa. Seu irmão é o famoso cabeleireiro Jonathan Antin - dono de um salão em Beverly Hills e conhecido por cuidar de várias celebridades, sua irmã Robin Antin criou o grupo Pussycat Dolls e seu irmão, Neil Antin, também é ator.
13) Se você visitar Oregon e quiser fazer um tour pelas locações do filme, visite TheGoonies.org, que apresenta uma lista de todos os locais onde foi filmado. Você ainda pode visitar a casa Goonie, os proprietários não se incomodam.
14) Quando as crianças fogem no navio pirata, eles encontram com um polvo. Você só não vê porque a cena foi cortada, mas Data fala sobre isso com sua mãe, comentando sobre suas aventuras no final do filme.
15) Richard Donner, diretor do filme, ainda tem a cabeça de Willy Caolho em seu escritório.
16) As crianças não tinham visto o navio pirata até o momento da filmagem, por isso os olhares assustados na cena. Por ser grande demais, os produtores tentaram - sem sucesso - doá-lo para um parque de diversão e para um outro filme, mas ninguém aceitou o presente, então ele foi destruído.
Que saudades... putzzz!!
[Fonte: Omelete, Empire]
A revista teve como editor-chefe convidado ninguém menos que Steven Spielberg, que conseguiu reunir o diretor Richard Donner com Sean Astin, Josh Brolin & Cia para uma sessão de fotos como esta abaixo:
Se você não se lembra dos Goonies, ou morre de saudade deles, lembre do filme AQUI (cortesia do Omelete).E para não ficar só nisso, segue o vídeo (NOTA: fantástico ver o elenco hoje em dia tão a vontade falando do filme, da infância, das amizades, rindo, brincando), 16 curiosidades sobre Os Goonies, uma prévia dos Action Figures (bonequinhos) de parte do elenco e duas fotos para vocês lembrarem - assim como eu lembrei - com saudosismo do inigualável, John "Sloth" Matuszak.
Espero que gostem!
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[VÍDEO DA EMPIRE COMEMORANDO OS 20 ANOS DE OS GOONIES]
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[ACTION FIGURES]

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[JOHN "SLOTH" MATUSZAK NA ÉPOCA DO FILME (NOS BASTIDORES E JÁ CARACTERIZADO) E UMA FOTO MOSTRANDO SUA TRANSFORMAÇÃO (DE MAIS DE 5 HORAS) EM "SLOTH" (DETALHE PARA O OLHO MECÂNICO QUE ERA CONTROLADO PELA EQUIPE DE DONNER)]


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[16 CURIOSIDADES SOBRE OS GOONIES]
1) A atriz que interpretou Harriet Walsh, Mary Ellen Trainor, era casada com Robert Zemeckis. Ela esteve em quatro de seus filmes: Tudo Por Uma Esmeralda, De Volta para o Futuro II, A Morte Lhe Cai Bem e Forrest Gump. Eles se divorciaram em 2000.
2) A cena do sótão, onde as crianças descobrem o mapa de Willy Caolho levou dois dias para ser filmada e tem mais de 100 tomadas. A propósito, o nome completo de Willy Caolho é William B. Pordobell.
3) O nome verdadeiro do Bocão é Clark.
4) O elenco disse que estava apavorado em filmar o vídeo “Goonies R Good Enough” com Cyndi Lauper, porque todos os lendários lutadores (da WWF, atual WWE) que participaram do clipe eram assustadores.
5) O ator que fez o papel de Sloth é John Matuszak. Alguma vez você reparou que ele usa uma camiseta do Oakland Raiders numa parte do filme? É uma espécie de piada. Matuszak, antes de ser ator, era jogador de futebol americano. Ele morreu vítima de ataque cardíaco, apenas quatro anos após ter filmado Os Goonies, com 38 anos. Dizem que sua morte foi motivada por esteróides.
6) Sloth diariamente demorava cerca de cinco horas para ficar pronto. Um dos seus olhos era operado por controle remoto.
7) Robert Davi, que interpreta Jake Fratelli é realmente um cantor de ópera.
8) Os Goonies são chamados assim porque todos eles moravam em um bairro de Astoria, chamado “Goon Docks”.
9) Quando Chunk (ou Gordo, como é conhecido aqui no Brasil), está sendo interrogado pelos Fratelli, ele realmente está chorando - segundo ele, porque achava que sua mãe iria morrer.
10) Jeff Cohen, o Gordo, largou a carreira artística em 1991. Ele agora é advogado em Los Angeles e chegou a se candidatar à presidência da Universidade UC Berkeley, com o slogan “Gordo para Presidente”.
11) Os Goonnies não querem morrer. Rumores sobre Os Goonies 2 circulam há anos. Alguns dos atores do filme original já desdenharam a participação, enquanto outros disseram que certamente participariam.
12) O ator que interpreta Troy, o namorado da Andy, é Steve Antin. Ele não só é escritor, como toda sua família é muito famosa. Seu irmão é o famoso cabeleireiro Jonathan Antin - dono de um salão em Beverly Hills e conhecido por cuidar de várias celebridades, sua irmã Robin Antin criou o grupo Pussycat Dolls e seu irmão, Neil Antin, também é ator.
13) Se você visitar Oregon e quiser fazer um tour pelas locações do filme, visite TheGoonies.org, que apresenta uma lista de todos os locais onde foi filmado. Você ainda pode visitar a casa Goonie, os proprietários não se incomodam.
14) Quando as crianças fogem no navio pirata, eles encontram com um polvo. Você só não vê porque a cena foi cortada, mas Data fala sobre isso com sua mãe, comentando sobre suas aventuras no final do filme.
15) Richard Donner, diretor do filme, ainda tem a cabeça de Willy Caolho em seu escritório.
16) As crianças não tinham visto o navio pirata até o momento da filmagem, por isso os olhares assustados na cena. Por ser grande demais, os produtores tentaram - sem sucesso - doá-lo para um parque de diversão e para um outro filme, mas ninguém aceitou o presente, então ele foi destruído.
Que saudades... putzzz!!
[Fonte: Omelete, Empire]
► Vale conferir - 15 (Ayrton Senna)
"Quando Deus quer algo, nada pode-se contra" - Ayrton Senna a alguns jornalistas depois da vitória em Interlagos, em 1991
Vitórias, poles, rivalidades e um amor pelo Brasil e seu povo. Essas são algumas das marcas de Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1 e que morreu em um acidente há exatos 15 anos (* Por isso este post, onde dia 1º de maio agora, sexta-feira passada, completou-se esta data), na Itália, mas que até hoje é lembrado pelos fãs do automobilismo, que choraram sua morte ocorrida no circuito de Ímola, mais precisamente na curva Tamburello, quando ele bateu forte com sua Williams.
Antes da tragédia, Senna protagonizou boas disputas na F1, a maioria delas envolvendo o francês Alain Prost, tetracampeão do mundo e que chegou a ser seu desafeto declarado. Em pouco mais de dez anos na categoria, de 1984 a 1994, o brasileiro conquistou os títulos de 1988, 1990 e 1991.
Para chegar a esses títulos, Senna teve de passar pelo kart e em outras categorias do automobilismo europeu, como a Fórmula 3 Inglesa, antes de disputar a F1. Considerado o "Rei da Chuva", o brasileiro conquistou 41 vitórias e fez 65 poles na categoria, somando 614 pontos e 80 pódios até o fatídico 1º de maio de 1994.
Abaixo, relembrando os 15 anos (morreu em 1º de maio de 1994) da morte deste ídolo, segue uma breve história de Ayrton Senna na F1.
***
[1984]
Depois de testar pela Williams no ano anterior, Senna aceitou o desafio de ingressar na Fórmula 1 em 1984, como piloto oficial, pela modesta Toleman. Então destaque da Fórmula 3 Inglesa, ele fez sua estréia no GP do Brasil e marcou seus primeiros pontos na África do Sul, quando largou em 13º e fechou a prova em sexto.
Em Mônaco, sob pista molhada, Senna fez uma prova magistral, depois de largar em 13º, e foi passando seus adversários - incluindo o austríaco Niki Lauda, campeão do mundo em 1984 - até encostar no líder da prova, o francês Alain Prost, declarado vencedor logo em seguida, quando a prova foi paralisada por causa da chuva. Era o primeiro pódio da carreira do brasileiro.
[1985]
No cockpit da Lotus, Senna não pontuou na primeira corrida de 1985, no Brasil, mas levou o País ao lugar mais alto do pódio logo no GP seguinte, em Portugal, depois de largar na pole position. Nas sete próximas seguintes, porém, o brasileiro não somou pontos e ficou de fora da briga pelo título, que ficou nas mãos de Prost de forma antecipada.
Na segunda metade da temporada, Senna venceu outra corrida na F1, desta vez na Bélgica, e somou outros quatro pódios. O brasileiro só voltou a cair de rendimento nas duas últimas provas do ano, mas já com a certeza de que poderia fazer ainda mais para ele o automobilismo do País na categoria.
[1986]
Em sua segunda temporada na Lotus, Senna já dividia as atenções do público brasileiro com Nelson Piquet, que na carreira também conquistou três títulos mundiais da F1.
Como no ano anterior, o brasileiro venceu a segunda corrida do ano, desta vez na Espanha, e voltou a comemorar um triunfo nos Estados Unidos, quatro provas depois. Naquela mesma corrida, para minimizar a tristeza brasileira pela eliminação para a França no Mundial do México, o piloto pegou a bandeira brasileira e a carregou dentro do cockpit após vencer a corrida - um gesto imortalizado.
[1987]
Mantendo a média dos últimos anos, Senna conquistou duas vitórias com a Lotus na temporada de 1987 da F1, em Mônaco e Estados Unidos, e fechou sua participação em terceiro lugar, atrás do inglês Nigel Mansell e do campeão Piquet. O brasileiro chegou a liderar o Mundial de Pilotos e iniciou ali um longo relacionamento com a Honda, fornecedora de motores da Lotus e posteriormente da McLaren.
Com propostas para deixar a Lotus, Senna aceitou o desafio de ser colega de equipe de Prost na McLaren, mas desde que tivesse as mesmas condições do francês, hoje tetracampeão mundial de F1, e contasse com um carro capaz de ganhar títulos. As exigências surtiram efeito logo na temporada seguinte.
[1988]
A trajetória de Senna na McLaren começou bem, cravando a pole para o GP do Brasil de 1988, mas sem conseguir fechar a prova após ser desclassificado. A primeira vitória, porém, veio logo na corrida seguinte, em San Marino, e outras cinco vieram até a decisão em Suzuka.
Disputando o título ponto a ponto com Prost, Senna levou a melhor na disputa com o francês no GP do Japão. Naquela corrida, o brasileiro, pole, teve problemas na largada e caiu para a 14ª posição. Em uma prova de recuperação memorável, Senna ultrapassou todos os seus rivais até chegar ao colega de equipe, então líder da disputa, e também deixá-lo para trás, garantindo seu primeiro título na F1 de forma antecipada.
[1989]
A segunda temporada de Senna na McLaren desencadeou uma das principais rivalidades da história da F1, envolvendo ele e Prost. Depois que o brasileiro ultrapassou o rival e ficou com a vitória no GP de San Marino, enquanto havia um "pacto" para que um evitasse passar o outro, por questões de segurança, a "guerra interna" ganhou proporções ainda maiores.
O estopim desse duelo particular foi, mais uma vez, no GP do Japão. Em vantagem no Mundial de Pilotos, Prost jogou seu carro em cima de Senna para forçar um duplo abandono, mas o brasileiro conseguiu voltar à prova e cruzou a linha de chegada em primeiro. Sua vitória, porém, foi anulada pela Fisa (atual FIA), à época dirigida por seu desafeto Jean Marie Balestre, e o título ficou nas mãos de Prost.
[1990]
Passada a polêmica decisão do GP de Suzuka do ano anterior, Senna iniciou a temporada de 1990 na McLaren com o austríaco Gehard Berger como colega de equipe. Atual campeão, Prost trocou a equipe inglesa pela Ferrari para formar dupla com o inglês Nigel Mansell.
Com um bom início - apesar do terceiro lugar no GP do Brasil, depois de largar na pole e ser atrapalhado pelo japonês Satoru Nakajima -, Senna chegou ao final da temporada em Suzuka brigando pelo título com Prost, assim como nos anos anteriores. Desta vez, porém, foi o brasileiro - em vantagem na classificação - quem causou um acidente com o francês, os dois saíram da prova e o bicampeonato ficou com Senna.
[1991]
Um ínicio de temporada arrasador em 1991 deu mostras de que Senna estava pronto para se tornar tricampeão mundial de F1. Quatro triunfos, incluindo o primeiro no Brasil - o primeiro do País desde que Piquet venceu em 1986 -, deixaram o piloto da McLaren em vantagem na liderança do Mundial de Construtores.
Em Interlagos, Senna fez história ao terminar apenas com a primeira e a sexta marcha nas últimas voltas. Por causa do enorme esforço, o piloto precisou de ajuda para deixar o carro no final da corrida e, emocionado, virou com apenas uma das mão o champagne no alto do pódio. Guiando a Williams, Mansell se destacou a partir do meio da temporada, mas Senna voltou a brilhar no Japão e assegurou o seu terceiro título mundial. No GP de Suzuka, a McLaren fez um belo jogo de equipe. Berger largou em primeiro, com o brasileiro em segundo e Mansell, que chegou a abandonar a prova, em terceiro. Senna chegou a liderar a prova, mas cedeu sua posição a Berger nos metros finais como forma de agradecê-lo pela ajuda na conquista do tri.
[1992]
Com os motores Honda em decadência, a McLaren de Senna não conseguiu acompanhar a arrasadora Williams, com seus propulsores da Renault, e o brasileiro viu Mansell liderar a temporada de 1992 de ponta a ponta, com direito a nove vitórias no ano e outros três pódios.
Diante do cenário pouco competitivo, restou a Senna ficar com o quarto lugar no Mundial de Pilotos, atrás do então jovem promissor Michael Schumacher. O brasileiro, ao menos, somou três vitórias: Canadá, Hungria e Itália.
[1993]
A rivalidade entre Senna e Prost voltou a dominar a F1, com o brasileiro na McLaren e o francês na Williams. Senna poderia até ter trocado de equipe antes da temporada, mas a Renault já tinha um contrato com Prost e ele "vetou" uma possível contratação do brasileiro para ser seu colega de equipe na Williams.
Com carros diferentes, Senna e Prost brigaram pelo título e o francês acabou levando a melhor - e também deixando a Williams logo depois de ser campeão. A decisão abriu caminho para o acerto entre Senna e Williams, antes de o brasileiro somar mais cinco vitórias - uma delas histórica, em Interlagos, quando ele largou em terceiro, na chuva, e "driblou" o inglês Damon Hill para ficar com a vitória, comemorada pelos fãs que o carregaram ainda na pista.
Outra vitória marcante naquele ano foi em Donington Park, onde, debaixo sob forte chuva e pista extremamente escorrregadia, fez uma das melhores "primeiras voltas" de um piloto na história da F1. Na Austrália, Senna despediu-se da McLaren com uma vitória e, no pódio, fez as pazes com Prost ao puxar o tetracampeão, segundo na corrida, para ficar ao seu lado no ponto mais alto.
[1994]
Contratado pela melhor equipe da F1 na época, a Williams, agora sem Prost, Senna entrou para a disputa da temporada de 1994 como grande favorito ao título. As duas primeiras corridas, porém, foram ruins para o brasileiro, uma delas em Interlagos, quando ele abandonou a prova após cometer um erro quando tentava se aproximar de um novo rival, Schumacher. Na etapa seguida, em Aida, Senna abandonou ao ser tocado na largada e viu o alemão da Benetton abrir 20 pontos.
O GP de San Marino, em Ímola, terceira prova da temporada de 2009, ficaria marcada na lembrança dos brasileiros. E de quem gosta do esporte e teme pela segurança dos pilotos, já que, nos treinos de sexta-feira, Rubens Barrichello bateu forte e foi impedido de correr, enquanto, no sábado, o austríaco Roland Ratzenberger morreu após um terrível acidente no treino classificatório.
Mesmo com a tragédia, os carros alinharam no grid de Ímola no dia 1º de maio de 1994. Cabisbaixo antes da corrida, Senna foi à pista como os demais pilotos e guiou sua Williams até a curva Tamburello, quando bateu forte e morreu. Naquele momento, o Brasil parou para acompanhar o fim de um ciclo na F1.
[Fonte: Rafael Gomes, terra]
Vitórias, poles, rivalidades e um amor pelo Brasil e seu povo. Essas são algumas das marcas de Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1 e que morreu em um acidente há exatos 15 anos (* Por isso este post, onde dia 1º de maio agora, sexta-feira passada, completou-se esta data), na Itália, mas que até hoje é lembrado pelos fãs do automobilismo, que choraram sua morte ocorrida no circuito de Ímola, mais precisamente na curva Tamburello, quando ele bateu forte com sua Williams.Antes da tragédia, Senna protagonizou boas disputas na F1, a maioria delas envolvendo o francês Alain Prost, tetracampeão do mundo e que chegou a ser seu desafeto declarado. Em pouco mais de dez anos na categoria, de 1984 a 1994, o brasileiro conquistou os títulos de 1988, 1990 e 1991.
Para chegar a esses títulos, Senna teve de passar pelo kart e em outras categorias do automobilismo europeu, como a Fórmula 3 Inglesa, antes de disputar a F1. Considerado o "Rei da Chuva", o brasileiro conquistou 41 vitórias e fez 65 poles na categoria, somando 614 pontos e 80 pódios até o fatídico 1º de maio de 1994.
Abaixo, relembrando os 15 anos (morreu em 1º de maio de 1994) da morte deste ídolo, segue uma breve história de Ayrton Senna na F1.
***
[1984]
Depois de testar pela Williams no ano anterior, Senna aceitou o desafio de ingressar na Fórmula 1 em 1984, como piloto oficial, pela modesta Toleman. Então destaque da Fórmula 3 Inglesa, ele fez sua estréia no GP do Brasil e marcou seus primeiros pontos na África do Sul, quando largou em 13º e fechou a prova em sexto.
Em Mônaco, sob pista molhada, Senna fez uma prova magistral, depois de largar em 13º, e foi passando seus adversários - incluindo o austríaco Niki Lauda, campeão do mundo em 1984 - até encostar no líder da prova, o francês Alain Prost, declarado vencedor logo em seguida, quando a prova foi paralisada por causa da chuva. Era o primeiro pódio da carreira do brasileiro.[1985]
No cockpit da Lotus, Senna não pontuou na primeira corrida de 1985, no Brasil, mas levou o País ao lugar mais alto do pódio logo no GP seguinte, em Portugal, depois de largar na pole position. Nas sete próximas seguintes, porém, o brasileiro não somou pontos e ficou de fora da briga pelo título, que ficou nas mãos de Prost de forma antecipada.
Na segunda metade da temporada, Senna venceu outra corrida na F1, desta vez na Bélgica, e somou outros quatro pódios. O brasileiro só voltou a cair de rendimento nas duas últimas provas do ano, mas já com a certeza de que poderia fazer ainda mais para ele o automobilismo do País na categoria.[1986]
Em sua segunda temporada na Lotus, Senna já dividia as atenções do público brasileiro com Nelson Piquet, que na carreira também conquistou três títulos mundiais da F1.
Como no ano anterior, o brasileiro venceu a segunda corrida do ano, desta vez na Espanha, e voltou a comemorar um triunfo nos Estados Unidos, quatro provas depois. Naquela mesma corrida, para minimizar a tristeza brasileira pela eliminação para a França no Mundial do México, o piloto pegou a bandeira brasileira e a carregou dentro do cockpit após vencer a corrida - um gesto imortalizado.
[1987]
Mantendo a média dos últimos anos, Senna conquistou duas vitórias com a Lotus na temporada de 1987 da F1, em Mônaco e Estados Unidos, e fechou sua participação em terceiro lugar, atrás do inglês Nigel Mansell e do campeão Piquet. O brasileiro chegou a liderar o Mundial de Pilotos e iniciou ali um longo relacionamento com a Honda, fornecedora de motores da Lotus e posteriormente da McLaren.
Com propostas para deixar a Lotus, Senna aceitou o desafio de ser colega de equipe de Prost na McLaren, mas desde que tivesse as mesmas condições do francês, hoje tetracampeão mundial de F1, e contasse com um carro capaz de ganhar títulos. As exigências surtiram efeito logo na temporada seguinte.
[1988]
A trajetória de Senna na McLaren começou bem, cravando a pole para o GP do Brasil de 1988, mas sem conseguir fechar a prova após ser desclassificado. A primeira vitória, porém, veio logo na corrida seguinte, em San Marino, e outras cinco vieram até a decisão em Suzuka.
Disputando o título ponto a ponto com Prost, Senna levou a melhor na disputa com o francês no GP do Japão. Naquela corrida, o brasileiro, pole, teve problemas na largada e caiu para a 14ª posição. Em uma prova de recuperação memorável, Senna ultrapassou todos os seus rivais até chegar ao colega de equipe, então líder da disputa, e também deixá-lo para trás, garantindo seu primeiro título na F1 de forma antecipada.[1989]
A segunda temporada de Senna na McLaren desencadeou uma das principais rivalidades da história da F1, envolvendo ele e Prost. Depois que o brasileiro ultrapassou o rival e ficou com a vitória no GP de San Marino, enquanto havia um "pacto" para que um evitasse passar o outro, por questões de segurança, a "guerra interna" ganhou proporções ainda maiores.
O estopim desse duelo particular foi, mais uma vez, no GP do Japão. Em vantagem no Mundial de Pilotos, Prost jogou seu carro em cima de Senna para forçar um duplo abandono, mas o brasileiro conseguiu voltar à prova e cruzou a linha de chegada em primeiro. Sua vitória, porém, foi anulada pela Fisa (atual FIA), à época dirigida por seu desafeto Jean Marie Balestre, e o título ficou nas mãos de Prost.[1990]
Passada a polêmica decisão do GP de Suzuka do ano anterior, Senna iniciou a temporada de 1990 na McLaren com o austríaco Gehard Berger como colega de equipe. Atual campeão, Prost trocou a equipe inglesa pela Ferrari para formar dupla com o inglês Nigel Mansell.
Com um bom início - apesar do terceiro lugar no GP do Brasil, depois de largar na pole e ser atrapalhado pelo japonês Satoru Nakajima -, Senna chegou ao final da temporada em Suzuka brigando pelo título com Prost, assim como nos anos anteriores. Desta vez, porém, foi o brasileiro - em vantagem na classificação - quem causou um acidente com o francês, os dois saíram da prova e o bicampeonato ficou com Senna.[1991]
Um ínicio de temporada arrasador em 1991 deu mostras de que Senna estava pronto para se tornar tricampeão mundial de F1. Quatro triunfos, incluindo o primeiro no Brasil - o primeiro do País desde que Piquet venceu em 1986 -, deixaram o piloto da McLaren em vantagem na liderança do Mundial de Construtores.
Em Interlagos, Senna fez história ao terminar apenas com a primeira e a sexta marcha nas últimas voltas. Por causa do enorme esforço, o piloto precisou de ajuda para deixar o carro no final da corrida e, emocionado, virou com apenas uma das mão o champagne no alto do pódio. Guiando a Williams, Mansell se destacou a partir do meio da temporada, mas Senna voltou a brilhar no Japão e assegurou o seu terceiro título mundial. No GP de Suzuka, a McLaren fez um belo jogo de equipe. Berger largou em primeiro, com o brasileiro em segundo e Mansell, que chegou a abandonar a prova, em terceiro. Senna chegou a liderar a prova, mas cedeu sua posição a Berger nos metros finais como forma de agradecê-lo pela ajuda na conquista do tri.[1992]
Com os motores Honda em decadência, a McLaren de Senna não conseguiu acompanhar a arrasadora Williams, com seus propulsores da Renault, e o brasileiro viu Mansell liderar a temporada de 1992 de ponta a ponta, com direito a nove vitórias no ano e outros três pódios.
Diante do cenário pouco competitivo, restou a Senna ficar com o quarto lugar no Mundial de Pilotos, atrás do então jovem promissor Michael Schumacher. O brasileiro, ao menos, somou três vitórias: Canadá, Hungria e Itália.
[1993]
A rivalidade entre Senna e Prost voltou a dominar a F1, com o brasileiro na McLaren e o francês na Williams. Senna poderia até ter trocado de equipe antes da temporada, mas a Renault já tinha um contrato com Prost e ele "vetou" uma possível contratação do brasileiro para ser seu colega de equipe na Williams.
Com carros diferentes, Senna e Prost brigaram pelo título e o francês acabou levando a melhor - e também deixando a Williams logo depois de ser campeão. A decisão abriu caminho para o acerto entre Senna e Williams, antes de o brasileiro somar mais cinco vitórias - uma delas histórica, em Interlagos, quando ele largou em terceiro, na chuva, e "driblou" o inglês Damon Hill para ficar com a vitória, comemorada pelos fãs que o carregaram ainda na pista.
Outra vitória marcante naquele ano foi em Donington Park, onde, debaixo sob forte chuva e pista extremamente escorrregadia, fez uma das melhores "primeiras voltas" de um piloto na história da F1. Na Austrália, Senna despediu-se da McLaren com uma vitória e, no pódio, fez as pazes com Prost ao puxar o tetracampeão, segundo na corrida, para ficar ao seu lado no ponto mais alto.[1994]
Contratado pela melhor equipe da F1 na época, a Williams, agora sem Prost, Senna entrou para a disputa da temporada de 1994 como grande favorito ao título. As duas primeiras corridas, porém, foram ruins para o brasileiro, uma delas em Interlagos, quando ele abandonou a prova após cometer um erro quando tentava se aproximar de um novo rival, Schumacher. Na etapa seguida, em Aida, Senna abandonou ao ser tocado na largada e viu o alemão da Benetton abrir 20 pontos.
O GP de San Marino, em Ímola, terceira prova da temporada de 2009, ficaria marcada na lembrança dos brasileiros. E de quem gosta do esporte e teme pela segurança dos pilotos, já que, nos treinos de sexta-feira, Rubens Barrichello bateu forte e foi impedido de correr, enquanto, no sábado, o austríaco Roland Ratzenberger morreu após um terrível acidente no treino classificatório.
Mesmo com a tragédia, os carros alinharam no grid de Ímola no dia 1º de maio de 1994. Cabisbaixo antes da corrida, Senna foi à pista como os demais pilotos e guiou sua Williams até a curva Tamburello, quando bateu forte e morreu. Naquele momento, o Brasil parou para acompanhar o fim de um ciclo na F1.[Fonte: Rafael Gomes, terra]
Ferris "Tyler Durden" Bueller?!
Cansado das notícias diárias sem graça?
Carente de uma teoria beeem conspiratória (afinal, quem não as tem, não é mesmo?)?
Saudades de Ferris "Curtindo A Vida Adoidado" Bueller e Tyler "Clube da Luta" Durden?!
Então olha que teoria interessante a do Peter Sciretta do site /Film.
Aham. Isso aí! Ferris Bueller É Tyler Durden, de acordo com Sciretta.
A imaginação do Cameron que o diga. rsrs
A teoria na íntegra AQUI.
Carente de uma teoria beeem conspiratória (afinal, quem não as tem, não é mesmo?)?
Saudades de Ferris "Curtindo A Vida Adoidado" Bueller e Tyler "Clube da Luta" Durden?!
Então olha que teoria interessante a do Peter Sciretta do site /Film.
Aham. Isso aí! Ferris Bueller É Tyler Durden, de acordo com Sciretta.A imaginação do Cameron que o diga. rsrs
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