quarta-feira, 22 de abril de 2009

► Entrevista - 1 (José Padilha)

Algumas pessoas me perguntam direto: "Jeferson, por que tu não coloca um tópico fixo no teu blog onde tenham entrevistas com personalidades para podermos ler e saber mais sobre tal pessoa? Eu sei que já tem o tópico de Biografias, mas tá faltando um de entrevistas, não acha?"

E foi pensando nisso que hoje, dia 22/04/2009 inauguro o Primeiro tópico de... ENTREVISTAS.

Quem inaugurará? José Padilha te diz algo? Sabe quem é o cara? Pois bem, é o diretor de maior evidência no Brasil atualmente (sim, mais do que Fernando Meirelles). O diretor que bateu (oficialmente, sem contar as cópias piratas, óbvio) o recorde de 3 milhões de pessoas no Brasil com um único filme. O diretor que concebeu o desde já icônico, TROPA DE ELITE!

Nesta entrevista a seguir feita pela SET, Padilha fala de sua volta aos cinemas com o documentário Garapa, abre o jogo sobre seus projetos hollywoodianos e a sequência estrelada pelo Capitão Nascimento.

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Vamos começar de forma bem direta: Garapa foi feito como uma resposta aos críticos que chamaram Tropa de Elite de fascista?

Garapa não tem nada a ver com Tropa de Elite. Na verdade, ele começou antes do Tropa de Elite, então a pergunta já foi por água abaixo (risos). Os dois filmes foram rodados em paralelo e não pauto meus filmes pelo que as outras pessoas pensam. Se fizesse isso, a quantidade de longas que ia precisar fazer para responder ia ser muito grande. Então, prefiro filmar e deixar as pessoas falarem.

Lembro que não época de Tropa de Elite, Rodrigo Pimentel (co-autor do filme) queria que você fizesse um documentário sobre o quadrilátero da maconha no Nordesta, mas você achou perigoso. Mudou de idéia?

Não, não vou fazer. Você tem de entender que o Rodrigo sempre tenta me matar e eu tento escapar (risos).
(José Padilha à esquerda e Rodrigo Pimentel à direita)
Então qual o tema do próximo documentário?

É sobre antropologia dos índios Ianomâmis. Ou seja, nada a ver com nada. Meus projetos não precisam necessariamente ter uma ligação. A relação entre eles é na escolha do ponto de vista do personagem central da história que estou escrevendo. Não tenho interesse de contar a história da violência policial sob o ponto de vista de um sociólogo. Quero sempre entrar direto no assunto.

Mas como surgiu Garapa?

A idéia do Garapa é o seguinte. Todo mundo sabe que a fome crônica é um problema mundial em larga escala. Acho que para você entender, você precisa ver de perto como a fome afeta uma família. Então, a idéia do filme foi essa: olhar para esse problema do ponto de vista de quem lida com ele através de uma série de construções intelectuais que vêm de fora.

Qual foi a estrutura do documentário?

Na hora de filmar, procurei o Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), ONG fundada pelo Betinho, explique o projeto para Francisco Menezes, diretor do Ibase e economista respeitado na área. Ele falou: "Olha, se você for para o Ceará, consegue filmar em Fortaleza, que é uma grande cidade, numa cidade pequena e no meio rural." Você tem trêm condições no mesmo estado, muito embora eu conseguisse rodar no Rio de Janeiro se quisesse. Mas lá tem esse aspecto. Fomos para lá com uma equipe de cinco pessoas e procuramos as ONGs para começar a filmar. Não houve uma triagem de personagens.


Mesmo com o casal de Fortaleza?

Sobretudo o casal de Fortaleza. Ela entrou na ONG, pedimos para filmar e pronto. Houve uma certa aleatoriedade e nem tínhamos dinheiro para ficar viajando de um lado para o outro. Infelizmente, encontrar pessoas com fome não é algo tão difícil. Encontrei várias famílias assim na capital. Vi mães revoltadas porque as aulas não começaram, porque os filhos comem na escola. Garanto que aqui pertinho, no Rio, tem situação parecida.

Em determinado momento do filme, você fala que deu um remédio para um chefe de família tratar o dente de uma das crianças. Você presenciou situações pesasas, mas como fez para não interferir mais, porque é preciso um certo distanciamento?

Primeiro, você tem que entender que interfere. Essa interferência que você citou, em particular, achei importante manter para o público perceber que aquele pai não sabe a diferença entre um anti-inflamatório e um analgésico. A fome não é apenas falta de comida, mas é falta de geladeira, de roupa, de remédio. A gente interferiu mais de uma vez e era difícil filmar mesmo. Acordávamos bem cedo, tomávamos um supercafé da manhã, saía cinco da manhã, passava o dia filmando e ia embora, só jantando à noite. Não levamos comida para as locações, então não havia comida para pegar e doar. E a gente sabia que, quando as filmagens acabassem, poderíamos ajudar propriamente. E, finalmente, seria muito ridículo considerar a mim mesmo. "Ah, tou me sentindo mal pra caralho porque não estou ajudando!" Peraí, e os caras? Qualquer efeito psicológico que isso possa ter tido em mim ou na equipe de filmagem era desprezível e irrelevante em relação ao que está acontecendo com aquelas pessoas. Outra coisa que ajudava era trabalhar sem parar. Eram quinze latas de filme por dia, então não havia como pensar. Foram quatro semanas de filmagens para completar o ciclo da família.

O Fome Zero aparece em algumas situações do filme, mas não é um pingo no oceano de miséria da região?

O filme, por definição, trata de famílias que estão numa condição de insegurança alimentar grave. Se você pegar os dados, verá que o Fome Zero atende cerca de 55 milhões de pessoas. Deste universo, 11 milhões estão em condição de insegurança alimentar grave. Ou seja, para elas, o Fome Zero não resolve. Mas faz uma diferença para 44 milhões. Pode ser a diferença entre a miséria e a pobreza. Então, é preciso tomar cuidado. Não é que não resolva em todos os casos. É preciso olhar para a renda das famílias. Aquela que tem uma renda de 100 reais e recebe 50, pode pensar: "Talvez dê para sobreviver." A família de renda zero e recebe 50 consegue sobreviver doze dias. O restante fica com fome. O projeto não tem um impacto igual em todas as famílias.


As pessoas sabiam quem era você, o que estava acontecendo?

Elas sabiam. Difícil era explicar para as pessoas o que você estava fazendo exatamente. As pessoas entendem quando falo que "quero filmar a vida de vocês." Mas elas imediatamente acham que aquilo vai parar na rede Globo. Então, não é difícil explicar que aquilo vai ser um filme e será visto. Difícil é explicar que ele não vai ser visto (risos)! É o contrário. "Vou filmar sua família". "Quando é que passa?". "Ah, não passa." Todo documentário é assim. Precisa explicar que não vai aparecer na Globo.

Como foi a exibição em Berlim?

Foi superlegal. As exibições estavam lotadas, ninguém saiu da sala, apesar da dureza do filme. Quando acabou, era aquele silêncio sepulcral. Apenas quando eu entrava, todo mundo aplaudia. Então, teve o efeito que imaginamos. Garapa não é um filme para gostar.

Como consegue equilibrar dois projetos simultâneos?

Se você tiver um projeto de cada vez no cinema brasileiro, está liquidado. Porque você pode ficar anos parado. Se você ama filmar, precisa ter mais de uma bola no ar.

Mas você não deve ter esse problema depois de Tropa de Elite.

Não, você sempre precisa ter mais de um projeto no ar. Antes ou depois de Tropa de Elite. Em Hollywood, onde tem mais dinheiro para fazer cinema, de cada 10 projetos apenas um vira filme. Então, se não tiver quatro, cinco, você pode passar anos sem fazer nada. O cinema, no geral, tem de ser assim. O que decide qual projeto ficará pronto primeiro é o dinheiro. Eu não posso reclamar, todo ano tenho um filme. Tropa de Elite, claro, abre portas, facilita. É mais fácil captar recursos para toda a produtora, surgem convites para filmar fora do Brasil. Não resta a menor dúvida. Mas se eu achar que posso ficar sentado que as coisas vão acontecer, vou acabar sentado apenas.


Qual foi sua reação quando Tropa de Elite ganhou Berlim? Foi uma surpresa tão grande?

Não foi tão surpreendente para mim. Quem estava no Brasil ficou surpreendido muito por causa da cobertura da imprensa. Lembro até hoje quando Cidade de Deus estreou em Cannes e um dos maiores jornais do Brasil veio com a manchete: "Longa brasileiro é recebido com frieza". E foi o maior filme do festival. Então, sempre tem esse complexo de vira-lata. A gente teve uma crítica muito ruin da Variety (revista da indústria cinematográfica americana), escrita por um cara que não viu o filme. Ele viu com a legenda em alemão. Quando mostramos o filme com legendas em inglês, a crítica do cara já tinha saído. Então ele olhou para aquele troço, conversou com alguns jornalistas que estavam ali naquela hora e escreveu. Mas Tropa foi o segundo melhor filme numa pesquia que realizaram no festival. A crítica alemã gostou muito, o público também, então achei que poderíamos ganhar algum prêmio. Mas não imagino que um prêmio seja resposta a alguma coisa. Gosto de debater idéias.

O sucesso de Tropa fora do país tem rendido vários boatos com seu nome envolvido. O que há de verdade neles?

Qualquer diretor em Hollywood tem vários projetos, porque o cara sabe que não controla qual vai virar filme. Eu estou fazendo o seguinte: escrevendo um roteiro chamado Marching Powder, adaptação do livro de Thomas McFadden, para a produtora Plan B (produtora de Brad Pitt), cujo ator principal é o Don Cheadle. É sobre um traficante inglês que é preso na Bolívia. Tenho outro projeto na Lionsgate, chamado Agent in Place, e que um roteirista está escrevendo e estou trabalhando com ele neste desenvolvimento. Tenho um projeto na Universal, Sigma Protocol (baseado no livro O Protocolo Sigma, de Robert Ludlum, mesmo escritor da série de espionagem Bourne), que tem os roteiristas de Homem de Ferro. E há um na Warner Bros chamado The Willing Patriot. Isso é normal. Ainda tenho os projetos no Brasil, o roteiro de Tropa de Elite 2, junto com o Bráulio (Mantovani), tenho Nunca Antes na História Deste País (longa sobre a política brasileira), este documentário que estou montando... Todos esses por aqui vão sair, mas não sei o que vai acontecer com os de lá de fora.

Mas você tem uma programação na cabeça, não é?

Depende. Quero filmar Tropa de Elite 2 em Janeiro e Fevereiro ano que vem. E que lançar Nunca Antes na História Deste País em cima das eleições. Vou conseguir? Não sei. Depende de várias coisas. Não sei quando vão rolar os projetos hollywoodianos, então nem fico contando. Quando acontecer, decido o que fazer.


Como você está se sentindo nesta engrenagem americana?

É bem diferente. Aqui eu debato comigo mesmo, com as pessoas com quem trabalho e, no final das contas, eu decido. Em Hollywood, não é assim. O ator vai querer ver o que ele deseja, porque tem poder junto ao estúdio, que por sua vez, vai querer dizer o que quer. É uma negociação. Mas não acho que o cara que trabalha em Hollywood é melhor ou pior que o cara que não trabalha lá, ok? Glauber Rocha nunca filmou em Hollywood e é um dos maiores cineastas da história. É uma besteira. Hollywood não é um objetivo para mim. Agora, pessoalmente, é uma experiência interessante e estou aprendendo bastante ao desenvolver projetos por lá. Coisas que posso aplicar aqui. Você entende porque há tantas fórmulas. A pessoa é muito inocente quando fala que "o cinema americano é formulaico". Como um cara vai investir 100 milhões de dólares sem olhar o ator, o diretor? É normal. E vale lembrar que o cinema independente americano, sem nenhuma ligação com Hollywood e sem as fórmulas, já é maior que todo o cinema brasileiro.

Você falou que deseja rodar Tropa de Elite 2 no começo do ano que vem. Então quer dizer que há um roteiro em estágio avançado?

Não, isso quer dizer que tenho um roteirista muito bom e que confio muito nele (risos). Evidentemente, não vou te dizer sobre o que se trata. A idéia é uma original. Montei uma história na cabeça com a ajuda do Bráulio que achamos ser relevante e importante de ser contada. Conversamos com o pessoal todo envolvido, mas não vou revelar se não você mata o que é o filme. Não queremos fazer Tropa 2 apenas para fazer uma sequência. A gente quer fazer porque temos uma coisa para falar.

Não foi difícil convencer o Wagner Moura a voltar?

O Wagner é como eu, não faz um filme à toa. Ele faz porque interessa. Não é questão de convencimento, mas de achar a idéia boa. O Wagner é um superator que consegue fazer muita coisa, tem banda de rock, faz teatro. Então, qualquer pessoa que queira fazer um longa com ele precisa convencer que a história é interessante. Não daria para fazer Tropa de Elite sem algumas pessoas. Uma delas é o Wagner. Não quero deixar ninguém de fora.


Quer dizer que o elenco original está de volta?

Tem uns que morreram (risos).

Nunca se sabe... Em Hollywoood, tudo é possível.

Ah, mas isso aqui não é Hollywood.



[Fonte: revista SET]

terça-feira, 21 de abril de 2009

► Por onde anda? - 5 (o cast de Barrados no Baile)

Beverly Hills 90210 (ou Barrados no Baile, nome dado ao seriado no Brasil) foi uma popular série de televisão norte-americana, transmitida (nos EUA) entre outubro de 1990 e maio de 2000 pela emissora FOX.

A série seguia as vidas de um grupo de adolescentes que viviam na comunidade elitista e rica de Beverly Hills, Califórnia onde frequentavam a escola fictícia, West Beverly High School. A série foi criada pelos produtores Aaron Spelling e Darren Star. O "90210" no título refere-se ao Código Postal da zona de Beverly Hills.

Os personagens centrais eram, nos primórdios, os protagonistas Brandon e Brenda, que se mudam com os pais, Jim e Cindy Walsh, de St. Paul, Minneapolis para Beverly Hills. A série abordava temáticas como as drogas, a gravidez na adolescência e o suicídio.

Apesar das fracas audiências da primeira temporada nos Estados Unidos, a FOX reprisou a série no verão de 1991 e, a partir daí, conseguiu captar a atenção do público. A série transformou, em astros, os seus atores, especialmente Jason Priestley (Brandon) e Luke Perry (Dylan), que acabaram se tornando ídolos das adolescentes.

Falado isso, vocês não têm curiosidade de saber um pouco mais sobre cada um desses atores, uma pequena biografia, o que eles andam fazendo atualmente, que trabalhos estão envolvidos, etc?

Pois bem, hoje o # Por onde anda? é com o cast de BARRADOS NO BAILE. Ontem E hoje.

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[JASON PRIESTLEY - BRANDON WALSH]

Jason Bradford Priestley nasceu no dia 28 de Agosto de 1969 em Vancouver, Canadá. Seus primeiros trabalhos foram na televisão, atuando em comerciais e pequenos papéis em seriados locais. Foi na escola que Jason começou a se interessar pelas artes dramáticas. Em 1987, ele se mudou com a família para Los Angeles, a fim de conseguir trabalhar em algo que lhe proporcionasse mostrar todo o seu potencial. Um de seus primeiros trabalhos, em Los Angeles, foi no filme O Garoto que Podia Voar, ao lado de Bonnie Bedellia (Duro de Matar).

Escolhido para interpretar o irmão de Brenda Walsh em Barrados no Baile, foi o primeiro passo para o estrelato. O sucesso da série consolidou não só a carreira de ator, como a de diretor e produtor. Em sua carreira, estão os filmes: Busca sem Limite, Corrida contra o Destino, Escolhas do Coração, A Sangue Frio, A Garota do Calendário e Tombstone - a Justiça está chegando. Pelo papel de Brandon Walsh, Priestley foi indicado, duas vezes, ao Globo de Ouro na categoria Melhor Ator em Série Dramática.
Fascinado por carros e velocidade, em 1999 participou da prova de rally Gumball 3000. Ficou seriamente machucado quando sofreu um acidente em Agosto de 2002 nos treinos para a prova Kentucky Speedway, depois que seu carro bateu no muro de proteção a 290km/h.

Em 2008 participou dum episódio de My Name Is Earl e tem um filme engatilhado pra esse ano chamado The Last Rites of Ransom Pride que está em pós-produção.

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[SHANNEN DOHERTY - BRENDA WALSH]


Shannen Doherty nasceu em 12 de abril de 1971, em Memphis, Tennessee. Aos sete anos, mudou-se com a família para Los Angeles e só, então, surgiu seu interesse em atuar. Como a maioria esmagadora das crianças de sua idade, ela tinha o grande sonho de participar da série Os Pioneiros, estrelado pelo ator Michael Landon (O Homem que Veio do Céu).
 Com determinação, sorte e talento, Shannen acabou integrando o elenco do programa na temporada de 1982/83, além de participar de alguns episódios especiais, levados ao ar, em 1984, nos Estados Unidos.

Também em 1982, fez uma de suas primeiras participações em dublagem, interpretando a Sra. Brisby, em A Rainha Valente, no primeiro desenho animado de longa-metragem que Don Bluth (Em Busca do Vale Encantado) fez, depois que saiu dos estúdios Disney. Até 1990, Shannen trabalhou como convidada especial em séries, como: Magnun, Águia de Fogo, O Homem que Veio do Céu, Anjos da Lei, Os Fora-da-Lei e Parker Lewis.
Pelo seu desempenho nessas séries, Shannen foi convidada pelo poderoso produtor de TV, Aaron Spelling a integrar o jovem elenco de Barrados no Baile, interpretando Brenda Walsh, papel que a transformou numa das principais estrelas de Hollywood. Recebeu várias indicações ao Young Artist Award e, por Charmed, foi indicada, como Melhor Atriz, ao Academy of Science Fiction, Horror and Fantasy Films de Hollywood.

Atualmente, possui um programa de TV e fez um papel em Burning Palms, filme que sairá ainda este ano.

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[JENNIE GARTH - KELLY TAYLOR]


Jennie nasceu, no dia 3 de abril, na cidade de Urbana, Illinois.
Foi descoberta por um caça-talentos quando ganhou um concurso de beleza em Phoenix, Arizona, em 1988. Começou, então, sua carreira de atriz. Seu primeiro trabalho foi no filme, feito para a televisão A Brand New Life. Atuou também nos filmes Teen Angel Returns e Just Perfect. Além de ser uma das estrelas de Beverly Hills 90210, Jennie também participou de episódios das séries: Melrose Place, Growing Pains e Circus of the Stars.

A participação de Garth no cinema ainda é discreta, tendo estado em filmes pouco conhecidos como My Brother's War, ao lado de James Brolin, e Power 98, com Eric Roberts. Em 2003, a atriz entrou para o elenco regular da série What I Like About You e foi confirmada no elenco de outro filme para televisão, The Last Cowboy, onde contracenou com Lance Henriksen, da famosa série Millenium.
Garth é casada com o ator Peter Facinelli, que trabalhou com sua amiga Tiffani Thiessen (a Valerie Malone de Barrados) em Fastlane, e juntos eles tem três filhas. Nas horas vagas, Garth, que é vegetariana, gosta de andar a cavalo no rancho que comprou em Santa Barbara, onde seus pais moram.

Recentemente, Garth começou a fazer produções executivas e alguns filmes para a televisão, como: Trapped and Deceived, Star e Deadly Lessons: The Laurie Kellogg Story, além de voltar a aparecer como Kelly Taylor na spin-off de Barrados, chamada 90210.

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[IAN ZIERING - STEVE SANDERS]


Ian Ziering nasceu em West Orange, New Jersey em 30 de março de 1964. Ele se formou na William Paterson College em Wayne, NJ.
Começou a trabalhar em comerciais de televisão e rádio aos 12 anos de idade! Antes de Beverly Hills 90210, seus trabalhos na televisão incluem o drama Guilding Light e os especiais Terrible Things my Mother Told Me e Flour Babies. Além da televisão, Ziering trabalhou em alguns espetáculos na Broadway, como o musical I Remember Mamma e a montagem teatral de Peter Pan, na qual fez o papel de John.

No cinema, seu primeiro trabalho foi no filme Amor sem Fim, com Brooke Shields, de 1981. Fez participações especiais em O Barco do Amor - A Nova Onda, V.I.P., com Pamela Anderson, e emprestado sua voz para o desenho animado Batman do Futuro.
Ian se casou com a modelo Nikki Schierler (Ziering) em 04/07/1997.
Ziering, além de participar recentemente do programa americano Dancing With the Stars (algo como o Dança dos Famosos do Faustão), tem um filme pra ser lançado chamado The Legend of Awesomest Maximus.

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[LUKE PERRY - DYLAN McKAY]


Integrante do elenco original de Beverly Hills, 90210, Luke Perry é um dos atores que mais frutos colheu por seu sucesso na série. Além de participações em filmes como The Enemy e Dirt, Luke estrelou sua própria série, o drama Jeremiah. Na série, Perry é Jeremiah, que vive num futuro pós-apocalíptico onde um vírus mortal dizimou a população do mundo e dos poucos sobreviventes, apenas alguns conseguem chegar a puberdade.

Ao longo de sua carreira, ele esteve em produções pequenas ou independentes, chegando muitas vezes a co-produzir séries e telefilmes. Entre seus trabalhos de maior destaque está o filme independente The Florentine, ao lado de estrelas como Hal Holbrook, James Belushi, Michael Madsen e Mary Stuart Masterson. Na grande indústria do cinema suas participações mais importantes foram em The Fifth Element, Riot, Normal Life, American Strays, ao lado de Ashley Judd, além do longa metragem de Buffy, the Vampire Slayer.
Outra faceta de Perry fica por conta de seu talento como dublador, o que já lhe garantiu importantes trabalhos, como nas séries animadas Mortal Kombat, Hulk, Family Guy, Johnny Bravo e Os Simpsons.

O primeiro trabalho de Perry como ator profissional foi no curta-metragem Twisted Sister: Come Out and Play, estrelado pelo ídolo do rock, Alice Cooper. Ele também participou das séries Spin City, Saturday Night Live, Night Visions e Windfall.

Atualmente, ele engatilhou quatro filmes: The Storm, Angel and the Badman, Upstairs, Good Intentions e Swedish Midsummer Comedy, todos para serem lançados em 2009.

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[BRIAN AUSTIN GREEN - DAVID SILVER]


Nascido em Los Angeles no dia 15 de julho de 1973, Brian começou a se interessar pela carreira da ator aos 11 anos, após trabalhar em um filme, feito pelos estudantes da University of Southern California. Começou a fazer dublagens e a atuar em diversos comerciais de televisão. No desenho animado Os Quatro Fantásticos, dublou o personagem Johnny Storm. Entre 1986 e 1989, Green trabalhou na série Knots Landing. Também participou de episódios de Baywatch, A Super Vicky, Sabrina, O Homem que Veio do Céu e Parker Lewis.
Sua outra grande paixão é a música. Brian já conseguiu gravar seu primeiro álbum de hip-hop pela Sony Records, chamado One Stop Carnival.

Seu papel de David Silver em Beverly Hills 90210 foi o ápice de sua carreira. Também atuou na série do canal ABC Freddie, ao lado de Freddie Prinze Jr.. Atualmente está na série Terminator - The Sarah Connor Chronicles (um tremendo sucesso) e namora(va) a atriz Megan Fox (sim, ela mesmo. A gostosa de Transformers).

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[TORI SPELLING - DONNA MARTIN]


Tori nasceu em Los Angeles, no dia 16 de maio de 1973.
Seu pai, Aaron Spelling, é o criador e produtor de Beverly Hills 90210 e de outras centenas de séries de sucesso, como: As Panteras, Carro Comando, Melrose Place e Charmed. Seu primeiro trabalho foi aos 6 anos de idade, em uma participação no seriado Vegas, com Robert Urilch.
Tori estudou interpretação por mais de sete anos. Já trabalhou em episódios de Hotel, O Barco do Amor e A Ilha da Fantasia. No cinema, atuou em: Tropa de Beverly Hills, Pânico 2 e Truques da Paquera. Para a televisão esteve no suspense O Álibi. Mas foi o papel de loira burra (no começo da série, pois depois deram "inteligência à ela no decorrer da mesma) que marcou sua carreira.
Atualmente ela fez participações em Smallville e na spin-off 90210, que é a série derivada da Beverly Hills 90210 original.

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[GABRIELLE CARTERIS - ANDREA ZUCKERMAN]


Gabrielle Anne Carteris nasceu em 02/01/1961 na cidade de Pheonix, Arizona. Como Andrea Zuckerman, Gabrielle conquistou milhares de fãs da série Barrados no Baile. Convidada por Brian De Palma, ela atuou no suspense psicológico Síndrome de Cain, recebendo muitos elogios.

Na TV norte-americana, Gabrielle estrelou seu próprio talk show, mostrando os problemas do dia-a-dia da sociedade norte-americana. Ela também fez várias participações especiais em séries, como: O Toque de um Anjo e O Barco do Amor - a Nova Onda, além de emprestar sua voz para desenhos animados, como: Gargoyles, O Rei do Pedaço e o recente Big Guy and Rusty - the Boy Robot.

Hoje em dia, está meio afastada das telas, sendo que seu último filme se chama Print e ninguém sabe do que se trata.

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[CAROL POTTER - CINDY WALSH]


Carol Potter (Nova Iorque, 21 de Maio de 1948) é uma atriz estadunidense, célebre por sua atuação como Cindy Walsh, na famosa série Beverly Hills 90210.

Em 1985, Potter se casou com o escritor Spencer Eastman, e Christopher, o filho do casal, nasceu em 1987, pouco tempo depois do nascimento do primeiro filho, Spencer foi diagnosticado com câncer e morreu em 1988. Em 1990, a atriz viria a se casar pela segunda vez, com o ator Jeffrey Josephson em Outubro de 1990, mesmo mês da estréia de Beverly Hills 90210.

Em 1967 ela estreou na Broadway na peça Gemini de Albert Innaurato, que se tornou uma das cinco montagens (não-musicais), de maior duração. Por quase uma década ela participou do espetáculo, quando migrou para a televisão em 1977 com um papel na telenovela The Doctors da NBC, como Betsy Match. Posteriormente, ela participou de outra telenovela, One Life to Live da rede ABC como Beverly Wilkers.

Em 1981, Potter conseguiu seu primeiro papel em uma série do horário nobre, no drama Today's FBI como Maggie Clinton. Após o término dessa série, a atriz fez várias participações especiais em outras séries e entrou para o elenco de alguns telefilmnes como The Neighborhood e Her Life as Men.

Os melhores anos da carreira de Carol, foram vividos enquanto ela estava no ar em Beverly Hills 90210 como Cindy Walsh, a mãe dos protagonistas. A saída da atriz do elenco da série ocorreu em 1995, quando terminou seu vínculo de cinco anos com a produtora Spelling Entertainment de Aaron Spelling. Na série sua personagem viajou para Hong Kong, e fez diversas participações em outros episódios, como no season finale da 6ª temporada, quando uma fita VHS foi enviada por ela e seu marido, para desejar feliz aniversário para Steve.

Posteriormente, a atriz viria a ser recontratada pela Spelling Entertainment, para participar da nova telenovela que Aaron Spelling iria produzir para a NBC, Sunset Beach. O programa foi cancelado antes mesmo de completar seu 3º aniversário, e a partir daí, Potter fez apenas pequenas participações especiais em outras séries, como JAG, NYPD Blue, Crossing Jordan e Providence.

Atualmente, não está fazendo nada de relevante que valha a pena ser mencionado aqui.

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[JAMES ECKHOUSE - JIM WALSH]


James Eckhouse vai ser eternamente lembrado por nós como o pai dos gêmeos Brandon e Brenda: Jim Walsh. Formado pela Massachusetts Institute of Technology em 1976, foi no começo da década de 80 que ele começou a ter participações em pequenos papéis em filmes como Trading Places.
Então, em 1990, Eckhouse foi chamado para participar de Beverly Hills 90210, marcando uma nova etapa em sua vida. Participou do seriado de 1990 (ano da estréia) até 1995.
Na sequência de sua carreira pós-Barrados no Baile, se manteve atuando e fazendo aparições em uma ampla variedade de programas de TV, tais como Dharma & Greg e CSI.

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[JOE E. TATA - NAT BUSSICHIO]


O ator Joe E. Tata é provavelmente mais conhecido como Nat, o dono da lanchonete onde todo mundo se reunia: o Peach Pit. Mas o veterano ator começou a carreira na realidade 25 anos antes. Em meados dos anos 60, começou a aparecer em populares programas de televisão como Hogan's Heroes e Missão: Impossível, o que o levou a papéis recorrentes em séries como The FBI e Perdidos no Espaço.

Ele continuou a fazer aparições em filmes e na televisão até que foi chamado para fazer o famoso papel de Nat Bussichio em Beverly Hills 90210 em 1990. Seu carisma atingiu um recorde expressivo de popularidade com os telespectadores, fazendo com que ele ficasse no seriado durante dez anos até o seu último episódio em 2000.
Hoje em dia está reprisando seu papel em 90210.

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E aí? Legal matar a curiosidade sobre uma série que marcou tantas pessoas (inclusive a minha adolescência), não acham? Deu um trabalhinho pesquisar e escrever tudo isso, mas valeu a pena. Espero que gostem e até o próximo
# Por onde anda?


[Fonte: Wikipédia]

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Põe na conta do Papa

Em junho do ano passado especulou-se que o roteiro da continuação de Tropa de Elite já estava sendo escrito. Em entrevista ao jornal O Globo, o ator Wagner Moura confirmou, e diz que fará novamente o Capitão Nascimento.
Atualmente o diretor José Padilha se ocupa de projetos em Hollywood. A ideia é que Tropa de Elite 2 comece a ser rodado em janeiro do ano que vem, novamente com texto co-escrito por Padilha e Bráulio Mantovani.

Não há mais informações sobre o restante do elenco. Ano passado o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, co-autor do roteiro do primeiro filme, disse que serão três histórias cruzadas - entre elas a de um major do Bope que também trabalha como taxista.



[Fonte: Omelete]

Susan Boyle: a mulher que CALOU a Inglaterra

Para quem acompanha o American Idol como eu acompanho, deve saber que Simon Cowell é "O" cara do show. "O" chato. "O" mala. "O" que sempre malha os candidatos a serem o novo "Idol". E todos sabem que se o Simon vier a elogiar alguém, pode apostar que essa pessoa TEM talento e vai longe.

Pois bem, o inglês Simon, além de participar do programa americano, também faz parte do corpo de jurados dum programa lá na Inglaterra chamado: "Britain's Got Talent", onde várias pessoas têm que demosntrar algum tipo de (dã) talento e, quem sabe a partir daí, se dar bem no show. Mais ou menos como o Idol americano.

Aonde quero chegar: é que na última semana uma inglesa de 47 anos chamada SUSAN BOYLE participou do programa. E o que ela fez no palco foi algo único. Calando a boca de milhares de pessoas, que a julgaram pela aparência (feia sim, e daí?). Incluindo o Simon (e os demais jurados), que teve que se render à voz de Boyle e ao seu talento.

Fica a lição mais do que batida de não julgar uma pessoa pela APARÊNCIA, mas sim pelo CONTEÚDO. Curti o vídeo e acho que vocês também vão curtir.

Clique AQUI, digite "Susan Boyle" e veja o vídeo pelo YouTube (PS: não colei o vídeo aqui, pois a incorporação está desativada, impossibilitando claro, o link do mesmo).

Nada como um TAPA DE LUVA de vez em quando na cara de certas pessoas, não acham!?

domingo, 19 de abril de 2009

Invicto!!!

SPORT CLUB INTERNACIONAL: 19/04/2009 ► 39 vezes Campeão Gaúcho!!!
Campeão Gaúcho 2009 ►I-N-V-I-C-T-O!!!

E que venha a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Oh my God, they killed Lula!!"

E olha só quem os criadores de South Park pegaram pra satirizar.
Aham, o próprio. Nosso Presidente Lula.


A trama: No capítulo que se chama Pinewood Derby, os personagens lutam contra uma invasão alienígena e pedem ajuda para diversos líderes mundiais - entre os quais, o brasileiro. Em uma das cenas, o pai do personagem Stan conversa por telefone com alguns políticos, como Lula (foto acima) e o presidente da França, Nicolas Sarkozy. O brasileiro aparece rapidamente (aos 7m20s e aos 15m16s) e não possui nenhuma fala.
Pra quem quiser ver o episódio, clique AQUI.
Tava pensando... só é uma pena que o Lula versão South Park não fale, né?
Se bem quem, é melhor que não fale mesmo pra não falar merda!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

► Cultura (In)Útil - 8

Táí um post bem interessante, dica da Michelle "Shak" Oliveira. =)

Já disse a filósofa e símbolo sexual Brooke Shields que se você morre, perde uma parte importante da sua vida. E é vero.

Em homenagem à grande citação da musa de A Lagoa Azul, reproduzo abaixo uma lista de grandes mortes do cinema, aquelas em que os diretores e roteiristas capricharam em mirabolantes esquemas para que os personagens partissem para o país dos pés juntos criativamente.

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Portanto, as "25 mortes mais marcantes" na telona em categorias "especiais" (para mim) são...


1) [MELHOR MORTE EM FILME DE JAMES BOND: ODDJOB EM 007 CONTRA GOLDFINGER]

Aqui quem se dá mal é o capanga do vilão, interpretado pelo havaiano e ex-medalhista olímpico em levantamento de peso, Harold Sakata. A luta entre ele e Sean Connery no Fort Knox já é memorável, mas sua morte, eletrocutado segurando as abas de metal do seu chapéu cortante, chega a ser poética.


2) [MELHOR MORTE EM DUELO DE FILME DE FAROESTE: HENRY FONDA EM ERA UMA VEZ NO OESTE]

Leva o prêmio só pela expressão no rosto do fenomenal ator Henry Fonda depois de levar um tiro disparado por Charles Bronson. Aliás, é o único filme em que o pai de Jane trabalhou como bandido e deu um show de crueldade, matando criancinhas e maltratando deficientes.


3) [MELHOR MORTE EM FILME DE AVENTURA: ALAN RICKMAN EM DURO DE MATAR]

Mais um olhar de desespero que merecia um Oscar. O cruel, ganancioso e divertidíssimo seqüestrador Hans cai do alto do Nakatomi Plaza com aquela cara de "Onde fui amarrar minha égua?"


4) [MELHOR MORTE EM FILME GEEK: SPOCK EM JORNADA NAS ESTRELAS II - A IRA DE KHAN]

O orelhudo dá a vida para salvar a nave Enterprise e a peruca do Capitão Kirk quase sai do lugar devido ao impacto emocional. Lágrimas caíram dos olhos de homens barbados e cheios de espinha.


5) [MELHOR MORTE EM FICÇÃO CIENTÍFICA: JOHN HURT EM ALIEN, O 8º PASSAGEIRO]

O filme pode estar um pouco datado hoje, mas em 1979, ninguém esperava que aquele bicho nojento fosse sair do estômago de Kane, e bem na hora do jantar. O mesmo Hurt brincou com a cena na comédia SOS, Tem um Louco no Espaço, de Mel Brooks, anos depois.


6) [MELHOR MORTE EM SAGA QUE PARECE NÃO ACABAR NUNCA: GOLUM EM O SENHOR DOS ANÉIS - O RETORNO DO REI]

O monstro digital, que conseguia ter mais expressão que os humanos no filme, cai dentro da lava do vulcão feliz da vida porque estava com seu precioso. O importante é morrer satisfeito, não é?


7) [MELHOR MORTE EM CASAL: FAYE DUNAWAY E WARREN BEATY EM BONNIE & CLYDE - UMA RAJADA DE BALAS]

Na vida real e no cinema, o casal de assaltantes de bancos dos anos 30, Bonnie & Clyde, encontrou seu fim em uma emboscada numa estrada de terra. A polícia disparou tanto que só Clyde Barrow teve seu corpo perfurado por 28 balas antes de cair morto. Uma nova versão cinematográfica da história está sendo prometida para 2009.


8) [MELHOR MORTE EM MULTIDÃO: AS TROPAS AMERICANAS EM O RESGATE DO SOLDADO RYAN]

Na seqüência inicial já é possível sentir o impacto do filme. Centenas e centenas de soldados explodindo, perdendo membros e pintando as praias da Normandia de vermelho. Depois dessa, aqueles antigos filmes de guerra que mostravam John Wayne de pé no barco durante a invasão viraram comédia.


9) [MELHOR MORTE POR EXECUÇÃO: SEAN PENN EM OS ÚLTIMOS PASSO DE UM HOMEM]

Tremenda obra dramática sobre um prisioneiro no corredor da morte e o trabalho de uma freira para dar paz e ao mesmo tempo mostrar ao criminoso o mal que ele havia causado. O filme tem como ápice a cena da injeção letal. Com qualquer outra dupla de atores seria uma porcaria, mas Penn e Susan Sarandon mostram porque estão no Olimpo de Hollywood.


10) [MELHOR MORTE POR PIEDADE: JACK NICHOLSON EM UM ESTRANHO NO NINHO]

O personagem de Nicholson representava o questionamento e a rebeldia contra o poder vigente, no caso, uma enfermeira durona em um hospital psiquiátrico. Quando, para conter seus arroubos e a má influência sobre os outros detentos, os médicos lhe fazem uma lobotomia, um dos pacientes o sufoca com o travesseiro, arrebenta a janela com um bebedouro e foge. A cena é tão impactante que até os Simpsons já imitaram.


11) [MELHOR MORTE POR AMOR: FREDERICK MARCH EM NASCE UMA ESTRELA]

O filme é antigo pacas e foi refilmado duas vezes, mas quando o ator decadente resolve se suicidar para não prejudicar a carreira da esposa, uma estrela ascendente, o diretor mostra uma das cenas mais metafóricas e belas já filmadas. Só assistindo para ver.


12) [MELHOR MORTE ABSURDA: RICARDO MONTALBAN EM CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ]

O ex-chefe da Ilha da Fantasia e vilão do filme cai do alto do estádio do Dodgers, é atropelado por um caminhão, por um rolo compressor e a banda inteira da University of Southern California. E ainda vem o George Kennedy, parceiro de Leslie Nielsen, e diz "Não posso ver isso! Meu pai morreu assim!"


13) [MELHOR MORTE NADA A VER: O HISTORIADOR DE MONTY PHYTON E O CÁLICE SAGRADO]

A comédia do grupo inglês chega às vias do surrealismo no meio do filme, quando um historiador começa a explicar a trajetória do Rei Arthur e é decapitado por um cavaleiro andante. Totalmente inesperada, a cena vai dar o gancho para o final do filme.


14) [MELHOR MORTE EM DESENHO DA DYSNEY: MALÉVOLA EM A BELA ADORMECIDA]

Já começa pelo cenário, uma floresta de espinhos com cores fantásticas. Depois a vilã, uma bruxa que dava show de sarcasmo e cinismo e que vira um dragão. Aí o Príncipe Felipe lança a "espada da verdade e da justiça" bem no coração do bicho. E ele cai em um desmoronamento. E soca Tchaikowski no fundo. Nem vem falar da mãe do Bambi ou do pai do Simba, porque a gente quer mesmo é sangue.


15) [MELHOR MORTE EM DESENHO DA PIXAR: SYNDROME EM OS INCRÍVEIS]

Já não bastava a animação mostrar que uma quantidade enorme de heróis foi eliminada desta vida e ainda nos premiar com o corpo decomposto de Gazerbeam, somos agraciados com o vilão encontrando seu singelo fim sendo sugado pela turbina de seu avião. Há 30 anos, o desenho teria censura 16 anos, no mínimo.


16) [MELHOR MORTE EM FILME FAMÍLIA: PROFESSOR QUIRREL EM HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL]

O filme tem uma atmosfera dark para combinar com o ambiente de Hogwarts, mas o cara em questão tem outro rosto na nuca e derrete quando o aprendiz de bruxo o toca. Enquanto isso, os pais ficam loucos da vida porque seus filhinhos vão querer dormir na sua cama naquela noite.


17) [MELHOR MORTE COMETIDA POR UM CROSSDRESSER: JANET LEIGH EM PSICOSE]

A cena do chuveiro do grande clássico de Alfred Hitchcock já se tornou lenda. A personagem Marion Crane é esfaqueada pelo esquisito Norman Bates no banho e nunca são mostrados a faca penetrando ou o corpo nu da vítima! Além disso,.a música de Bernard Herrmann ajuda você a grudar na cadeira.


18) [MELHOR MORTE À MANDO DO DIABO: DAVID WARNER EM A PROFECIA]

Aí está um suspense que impressionava pelo elenco e pelos passamentos extremamente criativos. Este, bem para o final, é de arrepiar. Um fotógrafo pára para pegar suas chaves no meio da rua, enquanto um caminhão misteriosamente perde os freios em uma ladeira. Ao frear abruptamente, uma lâmina de vidro que estava em sua traseira voa e decepa a cabeça do coitado.


19) [MELHOR MORTE PROVOCADA POR ANIMAL: A BANHISTA NUA EM TUBARÃO]

Outro grande exemplo de aliança entre música e terror, já que o tema em questão assusta até hoje. A mocinha entra na água, nada um pouquinho, e algo arranca suas pernas torneadas, para depois levá-la inteirinha a um passeio sem volta pelo reino de Ariel, a pequena sereia. O bicho só vai dar as caras lá pelo final do filme, mas você fica pelo menos um ano sem entrar no mar.


20) [MELHOR MORTE DO CINEMA NACIONAL: FÁBIO LAGO EM TROPA DE ELITE]

Puxando sardinha para nosso cinema, a morte do Baiano no filme de José Padilha é desde já antológica. O personagem de André Ramiro, o "aspira" Matias, vai acabar com a vida do traficante que suplica: "Na cara não, para não estragar o velório!" Bota na conta do Papa, Baiano!


21) [MELHOR MORTE MAIS REPUGNANTE: HOMEM NA BOATE GAY EM IRREVERSÍVEL]

Se tivesse um prêmio para a cena de morte mais nojenta e chocante do cinema, a do assassinato com extintor de incêndio seria indicada. A montagem é tão bem feita que o espectador não sabe diferenciar quando é a cabeça do ator esmagada ou quando passa ser a de um boneco. Sem contar a polêmica cena do estupro de Monica Bellucci. Mas daí já é outra história...


22) [MELHOR MORTE POÉTICA: RUTGER HAUER EM BLADE RUNNER - O CAÇADOR DE ANDRÓIDES]

A morte do replicante Roy é inesquecível para os fãs do filme de Ridley Scott, de 1982. Ele encerra sua vida com um discurso poético: "Eu vi coisas que vocês humanos não acreditariam... Todos esses momentos serão perdidos no tempo como lágrimas na chuva! Hora de morrer!" De arrepiar.


23) [MELHOR MORTE DE UM ANIMAL: KONG EM KING KONG]

O gorila gigante tem seu fim trágico no topo do Empire State, em Nova York. Atormentado pela multidão, pelos aviões e pelo amor/carinho de uma mulher, ele luta até o fim, mas cai aos pés dos pequenos homens. Uma comoção que marcou época.


24) [MELHOR MORTE SEM PIEDADE: SEAN CONNERY EM OS INTOCÁVEIS]

Dentre todas as cenas deste filmaço e do magistral elenco, se sobressai a cena da morte de Malone. Se arrastando ensanguentado depois duma emboascada no próprio apartamento. Sean Connery tem talvez o melhor momento de sua carreira e mostra porque ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel.


25) [MELHOR MORTE POR CONJUNTO DA OBRA: TODAS AS MORTES DE O PODEROSO CHEFÃO]

Como escolher a melhor? Luca Brazzi sendo esganado? Sonny emboscado no pedágio? Michael vingando a tentativa de assassinato do pai? Ou seria todo o massacre final? O ideal é ficar com o filme por inteiro, considerado por muitos críticos, o melhor já feito até hoje e uma aula de cinema da primeira à ultima cena.
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E vocês? Concordam com a lista? Faltou algum cena de morte marcante? Mandem suas opiniões.
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